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O terror outra vez

por João Távora, em 23.05.17

O ataque da noite passada em Manchester tanto pelo seu simbolismo (é hedionda a ideia das crianças e adolescentes como alvo) como pelo número de mortos resultante vem relembrar a Europa multicultural da guerra civil que enfrenta por estes dias no seu seio. O inimigo é interno, formou-se e cresceu cá dentro qual parasita traiçoeiro - o erro há muito foi feito. O inimigo o mais das vezes não se distingue pela pronúncia e contra ele não se vislumbram soluções simples - por mais que o assunto seja pasto para promessas fáceis em eleições. O medo nunca serviu para nada de bom e o seu aproveitamento de nada serve para combater a insânia cobardia destes ataques. Certo é que não nos podemos render ao inimigo, cabendo-nos rezar e chorar pelos nossos mortos... mantendo o normal curso das nossas vida, sem demonstrar temor ou tibiezas.



12 comentários

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De PSC a 23.05.2017 às 11:44

E porque não remeter de volta aos respectivos países toda essa escumalha? já não é sem tempo!
Por muito menos foram os Judeus expulsos de Espanha e de Portugal! Mal, mas foram!
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De xico a 23.05.2017 às 13:57

E depois quem é que conduz os routemasters e quem constrói os arranha céus da City?
Já que, querendo parecer inteligente, citou a expulsão dos judeus, sempre lhe lembro que essa expulsão foi a causa da decadência da península. As soluções, como bem diz o autor do post, não são assim tão simples, para não dizer simplórias.
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De Anónimo a 23.05.2017 às 15:09

E se em vez de "mandar papaias", decidisse experimentar esse papel de expulsar os "perigosos e malandros"?
Quem expulsaria? 
Quando souber, com seriedade, responder a essa pergunta, apareça, que nessa altura talvez consiga levá-lo (a) a sério.
Até lá, aproveite para consolidar essas suas opiniões de "galaró sem crista"
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De campus a 23.05.2017 às 14:58

Tem razão, chorar e rezar... e já agora muito mais cuidado a receber os "refugiadios"
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De JSP a 23.05.2017 às 18:53

Só por curiosidade, e talvez um certo "refrigério"espiritual", conviria que os abnegados,solidários e politicamente correctos  governos ocidentais passassem os olhos sobre a legislação anti-terrorista aprovada pela  Duma...
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De Kruzes Kanhoto a 23.05.2017 às 20:57

Um dia rebentarão com um parlamento qualquer...depois veremos se as coisas continuam na mesma.
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De Filos a 24.05.2017 às 15:02

Independentemente de ter crescido dentro do Ocidente, ou não, as “ideologias” da sua matriz são SEMPRE AS MESMAS!

Se os muçulmanos fossem realmente TODOS "MODERADOS" juntar-se-iam os Imams Sunitas/Wahabitas da Arábia Saudita (com uma interpretação mais extremista, ortodoxa, ultra conservadora, fundamentalista e "medieval" do islão) com os Imams Xiitas do Irão e juntos fariam um novo livro do corão, como os Cristãos fizeram com o Novo Testamento!

Não é por acaso que existem também atentados suicidas em territórios muçulmanos de predominância Xiita, ou Sunita.

Enquanto mentalidades medievais, mentalidades da Idade das Trevas, sejam elas da Arábia Saudita, ou do Irão existirem, NUNCA HAVERÁ PAZ, SEJA EM PAÍSES MUÇULMANOS, SEJA EM PAÍSES OCIDENTAIS (laicos) com raízes Judaico/Cristãs!

Eu daria várias soluções e uma seria considerada “islamofóbica”, que poderia parecer, à primeira vista, radical, mas era uma das soluções de fazer enfrentar o problema de frente, não só aos ocidentais, mas fundamentalmente aos “refugiados” muçulmanos, que seria não aceitar muçulmanos, sejam eles Sunitas ou Xiitas, enquanto eles não se entenderem nos seus países de origem, ao recebê-los não estamos a resolver os problemas deles; os problemas deles têm de ser resolvidos na sua “raiz”, nas “fontes” seja do islamismo Sunita/Wahabita da Arábia Saudita, seja do islamismo Xiita do Irão.

Aceitar sim as verdadeiras vítimas os verdadeiros perseguidos e torturados - os pertencentes a minorias étnico/religiosas, tais como os Yazidis, os Kurdos, os Hindus, os Cristãos, os Judeus, os Baha'is, etc, mas os iluminados que chamam os outros de islamofobia, será que já se deram ao trabalho de ver os “porquês”?
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De Filos a 24.05.2017 às 15:04

O Islão é uma cultura tribal com guerras que duram desde o século VII, após a morte do "profeta" Pedófilo, Polígamo e Guerreiro, que originou as duas principais facções do islamismo: Sunismo e Xiismo a quem chamam de maomé; o islão só conhece a paz sob um governo forte. De outro modo, passam a vida em guerras, como sempre aconteceu desde a Idade Média; e os que vêm do médio oriente, 99,9% dos casos têm mentalidades e comportamentos totalmente antagónicos e incompatíveis com os dos países laicos – Judaico/Cristãos!

 

O que trazem os muçulmanos são confrontos entre eles, o que trazem os muçulmanos é a “raiva”, a destruição, a anarquia, distúrbios nas ruas, nos bairros, nas estradas, o desejo de conquista e a implementação a médio/longo prazo da Sharia!

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De Filos a 24.05.2017 às 15:50

Independentemente de ter crescido dentro do Ocidente, ou não, as “ideologias” da sua matriz são SEMPRE AS MESMAS!

 

Se os muçulmanos fossem realmente TODOS "MODERADOS" juntar-se-iam os Imams Sunitas/Wahabitas da Arábia Saudita (com uma interpretação mais extremista, ortodoxa, ultra conservadora, fundamentalista e "medieval" do islão) com os Imams Xiitas do Irão e juntos fariam um novo livro do corão, como os Cristãos fizeram com o Novo Testamento!

 

Não é por acaso que existem também atentados suicidas em territórios muçulmanos de predominância Xiita, ou Sunita.

 

Enquanto mentalidades medievais, mentalidades da Idade das Trevas, sejam elas da Arábia Saudita, ou do Irão existirem, NUNCA HAVERÁ PAZ, SEJA EM PAÍSES MUÇULMANOS, SEJA EM PAÍSES OCIDENTAIS (laicos) com raízes Judaico/Cristãs!

 

Eu daria várias soluções e uma seria considerada “islamofóbica”, que poderia parecer, à primeira vista, radical, mas era uma das soluções de fazer enfrentar o problema de frente, não só aos ocidentais, mas fundamentalmente aos “refugiados” muçulmanos, que seria não aceitar muçulmanos, sejam eles Sunitas ou Xiitas, enquanto eles não se entenderem nos seus países de origem, ao recebê-los não estamos a resolver os problemas deles; os problemas deles têm de ser resolvidos na sua “raiz”, nas “fontes” seja do islamismo Sunita/Wahabita da Arábia Saudita, seja do islamismo Xiita do Irão.

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De Filos a 24.05.2017 às 15:52

Aceitar sim as verdadeiras vítimas os verdadeiros perseguidos e torturados - os pertencentes a minorias étnico/religiosas, tais como os Yazidis, os Kurdos, os Hindus, os Cristãos, os Judeus, os Baha'is, etc, mas os iluminados que chamam os outros de islamofobia, será que já se deram ao trabalho de ver os “porquês”?

 

O Islão é uma cultura tribal com guerras que duram desde o século VII, após a morte do "profeta" Pedófilo, Polígamo e Guerreiro, que originou as duas principais facções do islamismo: Sunismo e Xiismo a quem chamam de maomé; o islão só conhece a paz sob um governo forte. De outro modo, passam a vida em guerras, como sempre aconteceu desde a Idade Média; e os que vêm do médio oriente, 99,9% dos casos têm mentalidades e comportamentos totalmente antagónicos e incompatíveis com os dos países laicos – Judaico/Cristãos!

 

O que trazem os muçulmanos são confrontos entre eles, o que trazem os muçulmanos é a “raiva”, a destruição, a anarquia, distúrbios nas ruas, nos bairros, nas estradas, o desejo de conquista e a implementação a médio/longo prazo da Sharia!

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De Filos a 24.05.2017 às 19:34

Independentemente de ter nascido ou crescido no Ocidente, ou não, as “ideologias” na sua matriz são SEMPRE AS MESMAS!

 

Se os muçulmanos fossem realmente TODOS "MODERADOS" juntar-se-iam os Imams Sunitas/Wahabitas da Arábia Saudita (com uma interpretação mais extremista, ortodoxa, ultra conservadora, fundamentalista e "medieval" do islão) com os Imams Xiitas do Irão e juntos fariam um novo livro do corão, como os Cristãos fizeram com o Novo Testamento!

 

Não é por acaso que existem também atentados suicidas em territórios muçulmanos de predominância Xiita, ou Sunita.

 

Enquanto mentalidades medievais, mentalidades da Idade das Trevas, sejam elas da Arábia Saudita, ou do Irão existirem, NUNCA HAVERÁ PAZ, SEJA EM PAÍSES MUÇULMANOS, SEJA EM PAÍSES OCIDENTAIS (laicos) com raízes Judaico/Cristãs!

 

Eu daria várias soluções e uma seria considerada “islamofóbica”, que poderia parecer, à primeira vista, radical, mas era uma das soluções de fazer enfrentar o problema de frente, não só aos ocidentais, mas fundamentalmente aos “refugiados” muçulmanos, que seria não aceitar muçulmanos, sejam eles Sunitas ou Xiitas, enquanto eles não se entenderem nos seus países de origem, ao recebê-los não estamos a resolver os problemas deles; os problemas deles têm de ser resolvidos na sua “raiz”, nas “fontes” seja do islamismo Sunita/Wahabita da Arábia Saudita, seja do islamismo Xiita do Irão.

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De Filos a 24.05.2017 às 19:36

Aceitar sim as verdadeiras vítimas os verdadeiros perseguidos e torturados - os pertencentes a minorias étnico/religiosas, tais como os Yazidis, os Kurdos, os Hindus, os Cristãos, os Judeus, os Baha'is, etc, mas os iluminados que chamam os outros de islamofobia, será que já se deram ao trabalho de ver os “porquês”?

 

O Islão é uma cultura tribal com guerras que duram desde o século VII, após a morte do "profeta" Pedófilo, Polígamo e Guerreiro, que originou as duas principais facções do islamismo: Sunismo e Xiismo a quem chamam de maomé; o islão só conhece a paz sob um governo forte. De outro modo, passam a vida em guerras, como sempre aconteceu desde a Idade Média; e os que vêm do médio oriente, 99,9% dos casos têm mentalidades e comportamentos totalmente antagónicos e incompatíveis com os dos países laicos – Judaico/Cristãos!

 

O que trazem os muçulmanos são confrontos entre eles, o que trazem os muçulmanos é a “raiva”, a destruição, a anarquia, distúrbios nas ruas, nos bairros, nas estradas, o desejo de conquista e a implementação a médio/longo prazo da Sharia!

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