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O socialismo democrático já era !

por Jose Miguel Roque Martins, em 12.09.20

Ouvi com espanto Susana Peralta, num programa na Rádio Observador, sobre a atual polemica em torno da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento.

De forma categórica não vê justificação para tornar essa disciplina optativa, entre outros motivos, porque as minorias que se sintam feridas, podem sempre votar em partidos que mudem os programas escolares. Impondo uma nova moral publica.

Afinal proteger minorias é importante, mas só quando as maiorias estabelecidas quiserem.

Se fosse partidária do bloco de esquerda, até compreendia o discurso. Mas apresentar-se como partidária do PS, preocupou-me.



13 comentários

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De Anónimo a 12.09.2020 às 17:07

Essa Peralta é mais uma que sai da Universidade cheia de soberba e que acha que sabe exatamente o que o mundo necessita. A falta de humildade é o maior defeito da atualidade. 
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De Anónimo a 12.09.2020 às 18:40


Para ler, uma vez que estamos a caminho "disto" não tarda.
Já estamos em contagem decrescente, podem crer. Está agendado.


https://www.lexpress.fr/actualite/societe/justice/consentement-sexuel-le-gouvernement-envisage-de-fixer-l-age-minimum-a-13-ans_1960179.html
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De Anónimo a 13.09.2020 às 00:58


Em França a idade do consentimento é de 15

Em Portugal podemos começar nos 14, tal como na Alemanha, Austria e no Vaticano. Embora este ultimo exija que os rapazes tenham no minimo 16 aninhos.Em Italia o minimo, são os 13, tal como no Japão.
Aos 12 temos a liberalissima Hungria, a Indonesia e as mui católicas Filipinas.
Dois estados dos Estados Unidos da America aceitam como legítimos os 11 anos como idade de consentimento. Outros são mais conservadores e exigem 12 ou 13.
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De Anónimo a 12.09.2020 às 19:04


(cont.)
idade de consentimento é a idade em que uma pessoa é considerada legalmente competente para consentir em atos sexuais e é, portanto, a idade mínima em que, outra pessoa acima ou na idade de consentimento está autorizada a exercer atividade sexual com ela. Ela geralmente é definida pelo Estado através de leis. 


Sobre a disciplina de "Cidadania" assim escreve Alexandre Patrício Gouveia":
 A disciplina desenvolve até mesmo de que modo a sexualidade deve ser vivida, incluindo inclusive no seu programa, nomeadamente, que “os alunos EXPERIMENTEM a sua sexualidade quer seja nas suas BRINCADEIRAS (…) mas também na relação com os docentes e trabalhadores da escola” (Referencial de Educação para a Saúde, pág. 74).



Aquela disciplina, SOB A CAPA da defesa e transmissão dos " valores" para a cidadania, TEM UMA AGENDA com  "reserva mental" que dissimula outra intenção: uma revolução na moral sexual ,  iniciando a sexualização dos mais jovens, instigando a sua curiosidade, etc.
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De Anónimo a 13.09.2020 às 13:01

Esta disciplina é um armadilha.
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De Anónimo a 12.09.2020 às 19:09

(cont.)
" o Estado promover a obrigatoriedade de uma disciplina que pergunta a crianças de 10 e 11 anos por quem se sentem atraídos fisicamente é, numa palavra, insano — e de progressista não tem nada, antes pelo contrário. Numa democracia, o Estado não tem nada que ver com quem os seus cidadãos dormem ou dormirão. Questionar pré-adolescentes sobre as suas preferências sexuais é uma invasão descabida e autoritária do Estado na vida íntima".
 Sebastião Bugalho, Observador


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De Anónimo a 12.09.2020 às 19:25

Estas "ideologias" nada têm de novo. Tudo começou com arevolução de costumes proposta pela geração de Maio de 68.  É aqui que os nossos serôdios "revolucionários" caseiros foram beber. Se têm dúvidas... Aconselho a leitura da biografia de Simone de Beauvoir e Gabriel Matzneff  ( a Wikipedia é suficiente).
Há uma geração aqui no país marcada por estas influências... estao agora no poder ou com ele se rlacionam. Têm agora o "gosto" e a possibilidade de dar asas ao seu experimentalismo social com os fihos dos outros.


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De Anónimo a 13.09.2020 às 05:39


O Papa Eérito Bento XVI escreveu um longo documento de 18 págs.onde analisa as causas da decadência moral da sociedade e a praga dos abusos sexuais na Igreja.
O texto vai muito além da esfera eclesiástica e, de certo modo, atribui o problema a uma evolução dos costumes sexuais produzida em toda a sociedade e originada durante a revolução sexual dos anos sessenta. Além disso, culpa em parte "uma justiça garantizadora" para com os padres por sua impunidade e também a falta durante anos de punições mais severas.



O documento está estruturado em três partes. Na primeira, apresenta o contexto histórico desde a década de sessenta. De facto, situa o epicentro da origem da questão na revolução de Maio de 68 e no colapso espiritual que supostamente produziu. "Pode-se dizer que nos 20 anos entre 1960 e 1980 os padrões até então vinculativas em relação à sexualidade entraram completamente em colapso e surgiu uma nova normalidade, que até agora tem sido objeto de várias tentativas laboriosas de disrupção". Mas o Papa emérito vai mais longe na demonização desse período e afirma que "parte da fisionomia da Revolução de 68 foi que a pedofilia também foi diagnosticada como permitida e apropriada”.
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De Anónimo a 13.09.2020 às 08:46

"Cidadania e Desenvolimento" não é propriamente uma disciplina, mas disciplina os alunos para  os novos tempos da nova Religião e Moral-libertária.
Convenhamos que num Estado laico...
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De Anónimo a 13.09.2020 às 10:51

Se só algumas minorias têm o direito de ser minorias, então a discricionariedade é o critério e, conforme se vê, a arbitrariedade é o limite.
Já agora, segunda a irónica S.Peralta, estas minorias "ofendidas" têm semre a sorte de se fazerem representar por outro partido. Sem dúvida, mas em Democracia, não se põem à margem os minoritários; também têm o direito de se fazer incluir e serem ouvidos pelos maioritários, sob pena de se sentirem "ghetizados" . É assim numa cultura democrática.
Se só se governa para alguns, a pensar nos seus e os consensos só os de conveniência com os "eleitos" úteis... então não é uma democracia mas uma oligarquia. O acto de votar e o momento de eleger pode configurar uma maioria, para formar um governo. Para governar, sublinhe-se. E pára aí. Caso contrário o voluntarismo despótico de um partido  de governo converte-se numa tirania.
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De Anónimo a 13.09.2020 às 11:08

Um interessante artigo retirado da "Folha de S. Paulo" sobre:
 - Democracia não é a vontade da maioria.


http://www.justificando.com/2015/06/26/democracia-nao-e-vontade-da-maioria/



Só na nossa imatura democracia (que toma  o poder como absoluto) não considera todos os cidadãos iguais  nem considera que  "o sistema de consenso da maioria para escolha do governante é sujeito a falhas, tais como NÃO contemplar a vontade da minoria – afinal , se todos são iguais e todas as opiniões tem igual peso, a soma das opiniões da minoria não pode ser menos importante do que a opinião da maioria".
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De Anónimo a 13.09.2020 às 11:17

https://www.publico.pt/2020/09/12/sociedade/noticia/barrar-ensino-superior-publico-recuse-aulas-cidadania-solucao-magistrada-1931398


(para quem quiser ler ou, se preferir, ver a imagem apenas).


Qual é a ideia que está subjacente nesta imagem?

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