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José Ramos-Horta e D. Duarte Pio em 2012

Ao que se sabe as comemorações dos 500 anos da chegada de portugueses a Timor não contarão com uma representação oficial do Estado português, situação que estará a causar alguma estranheza no executivo local e incómodo na comunidade portuguesa. No entanto o Chefe da Casa Real Portuguesa, D. Duarte Duque de Bragança, que há muito mantém uma forte relação com os timorenses, será presença certa em representação da nação portuguesa. Os festejos terão o seu ponto alto no dia 28 de Novembro, data que marca ainda o 40º aniversário da declaração da independência de Timor-Leste. S.A.R. Dom Duarte de Bragança estará de volta a Portugal a tempo de fazer a sua habitual alocução do 1º de Dezembro e participar em conjunto com a Família Real no tradicional Jantar dos Conjurados que este ano se realiza no dia 4 de Dezembro no Hotel Palácio do Estoril.  

 

Publicado originalmente aqui.

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13 comentários

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De Luís a 08.11.2015 às 15:40

Rei dos Portugueses??!! Mas que é isso?! Por acaso dei-lhe autorização para falar em meu nome? Ele não é o meu rei, e eu também sou português.
E já agora, por mais respeito que eu tenha por ele, enquanto pessoa, quem é que o designou como rei dos portugueses? Era o que mais faltava, um representante de Portugal e dos portugueses baseado no direito divino e na vontade de Deus.
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De zazie a 08.11.2015 às 16:27

Parece que as democracias nórdicas também têm e são predominantemente ateias. Assim como a Holanda, com todos aqueles péssimos costumes, mais a Bélgica e a Inglaterra só para citar alguns exemplos onde o povo vive oprimido sob o mando divino da monarquia. 


Já os presidentes da República revolucionária e mailo seu dia santo da bandeira nunca foram pedidos por voto e parece que não se queixam.
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De Luís a 08.11.2015 às 17:03

Tem toda a razão! 
Acabei de me dar conta que mesmo as democracias nórdicas não são perfeitas. Obrigado por me chamar a atenção para esse facto.
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De zazie a 08.11.2015 às 17:15

E os espanhóis, veja lá. Até os espanhóis vivem subjugados pela monarquia divina.


Já para não falar em Andorra, do Lichenstein e do Luxemburgo (de onde fogem os nossos emigrantes) 


Felizmente que tivemos os bons efeitos das invasões napoleónicas e dos liberais para nos livrarmos de toda essa canga e aceitarmos a imposição republicana de boa memória. 


Há-de ser por isso que a emigração de esquerda prefere as boas das repúblicas socialistas.
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De Anónimo a 08.11.2015 às 17:34

O extraordinário é os noruegueses não se queixarem. E até parecem gostar.
Devem ser uns pobres de espírito.
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De Luís a 08.11.2015 às 19:30

Desculpem lá, mas importam-se de apontar no texto que eu escrevi onde é que eu digo que as monarquias europeias oprimem o povo? É que eu acho que não escrevi isso, mas talvez esteja enganado e talvez me possam esclarecer.
O que me parece óbvio no que escrevi é que não quero ser representado por alguém que não tenha sido escolhido pelo povo. Tão simples quanto isso!
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De zazie a 08.11.2015 às 23:41

 «Era o que mais faltava, um representante de Portugal e dos portugueses baseado no direito divino e na vontade de Deus.»



Se isto não soa a viver-se sob opressão, então não sei. O que lhe fiz ver é que v. não tem de ter medo disso porque Constitucionalmente nem as pessoas podem escolher. E mostrei-lhe também como a República se impôs sem pedir voto a ninguém.


Para o caso não sou monárquica. Acho que há coisas que são naturais mas que em acabando não regressam. As monarquias que existem são decorativas e apenas existem porque não foram deitadas abaixo por efeito da bandeira tricolor. 


Mas, detesto o jacobinismo e por cá associa-se monarquia a tudo o que não permite a boa da igualdade social.


E é por isso que a escardalhada fica histérica só de ouvir falar disso mas não se preocupa com ditaduras republicanas e laicas. 
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De Simão a 08.11.2015 às 23:48

"....é que não quero ser representado por alguém que não tenha sido escolhido pelo povo."


Muito bem. Estou certo que o Luis, por essa ordem de razões, e em coerência, não quererá ser representado por António Costa e sua vasta panóplia de acordos! 


Tão simples quanto isso! :-)
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De zazie a 09.11.2015 às 00:30

ehehe


Ninguém escolhe ninguém. O cardápio é feito entre eles e depois, como agora, mesmo votando num que ganha, podem trocar-lhe as voltas com manigancias burocráticas e meter no poleiro os que perderam. 
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De lopes a 08.11.2015 às 18:30

Luís,
Tem razão, a designação é infeliz, porque não há rei de Portugal ou dos portugueses.
Há quem nunca perca  ocasião para fazer figura triste e de expor-se a si e aos outros ao ridículo.
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De Ali Kath a 08.11.2015 às 17:37

li há muitos anos um doc, creio que do séc.xvii
onde um dirigente timorense se queixava ao rei
de há umas décadas não enviar representante permanente 
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De lopes a 08.11.2015 às 18:23

O Rei dos Portugueses? Infelizmente, Sua Majestade, o Rei D. Manuel II morreu há muito. Não há Rei de Portugal nem dos portugueses.
O Sr. Duarte Bragança é um cidadão português, sem qualquer estatuto oficial e não representa os portugueses.
É de justiça que seja bem recebido em Timor, porque sempre se interessou, muito antes de ser moda, pelo destino daquele país.
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De Anónimo a 08.11.2015 às 18:38

O lápis do lopes esqueceu alguns detalhes históricos importantes neste seu comentário

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