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(...) Enquanto indivíduos, precisamos das vantagens do convívio social e do sentimento físico de pertença ao todo, sobretudo numa época em que as velhas tradições comunitárias e de associativismo estão em queda. No entanto, o regresso à normalidade não deve apagar a memória dos tempos excecionais que vivemos. A embriaguez da multidão — o efeito político de um fenómeno despolitizado — e a tentação do esquecimento podem levar-nos à desvalorização dos efeitos políticos da pandemia, a arrumar na gaveta as restrições arbitrárias à circulação, as limitações ao horário de funcionamento do comércio, a exigência de certificados, os mapas de risco que tudo justificam, as interpretações maximalistas da Constituição que têm autorizado todos os atropelos e desrespeitado qualquer sentido de proporcionalidade. Se virmos a pandemia como um teste à resistência das nossas estruturas democráticas e à capacidade da sociedade civil de vigiar e escrutinar o poder político, então temos razões para ficar preocupados. É que, no meio da multidão, poucos se atreveram a apupar o discurso do poder.

A ler o ensaio de Bruno Viera Amaral que bem justifica a compra do Expresso desta semana



3 comentários

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De Anónimo a 14.08.2021 às 18:25

noves fora, nada
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De António Ladrilhador a 15.08.2021 às 14:22


'Se virmos a pandemia como um teste à resistência das nossas estruturas democráticas e à capacidade da sociedade civil de vigiar e escrutinar o poder político, então temos razões para ficar preocupados. É que, no meio da multidão, poucos se atreveram a apupar o discurso do poder'.
Sim. Sobretudo, dada a falta de sentido crítico da comunicação social ao convidar para se pronunciar 'istas' e 'ólogos' que, tal como qualquer cientista desta coisa malvada em que não há ciência feita, dizem 'ciência' contraditória, assim se demonstrando à saciedade que, pelo menos boa parte deles, está errada nas insanidades que anda para ali a palrar.
Desenvolvo o tema no Mosaicos em Português sob o título 'COVID - O Palácio das Araras' em https://mosaicosemportugues.blogspot.com/2021/08/covid-o-palacio-das-araras.html, onde espero poder contar com a sua visita e comentário.
Continuação de um ótimo Domingo!
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De Elvimonte a 15.08.2021 às 15:44

Palavras de David Rockefeller durante um encontro do grupo  Bilderberger em Baden, Alemanha, em Junho de 1991: 


“We are grateful to the Washington Post, The New York Times, Time Magazine and other great publications whose directors have attended our meetings and respected their promises of discretion for almost 40 years. … It would have been impossible for us to develop our plan for the world if we had been subjected to the lights of publicity during those years. But, the world is now more sophisticated and prepared to march towards a world government. The supranational sovereignty of an intellectual elite and world bankers is surely preferable to the national auto-determination practiced in past centuries.”

(https://www.aspentimes.com/news/beware-new-world-order/)


E também de David Rockefeller: "All we need is the right major crisis and the nations will accept the New World Order".


E agora de Hitler: "National socialism will use its own revolution for establishing of a New World Order".


E também de Fidel Castro: "We must establish a New World Order based on justice, on equity and on peace".


E ainda de Biden há alguns anos atrás: "The affirmative task we have now is to actually create a New World Order". 

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