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O ovo da serpente

por João Távora, em 19.11.15

islam-france1.jpg

Segundo uma pesquiza da ICM Research em 2014 para a agência russa Rossiya Segodnya, 16% dos franceses tinha uma opinião algo favorável (13%) ou muito favorável (3%) do ISIS.



11 comentários

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De Slade a 19.11.2015 às 14:34

Ou seja, e usando o seu post anterior como ponto de apoio, pretende que: se trocarmos o deus católico pelo paganismo dos ideais de paz e liberdade, então que nos preparemos para a chegada do monstro, com o Daesh a fazer as vezes de Hitler? É esse o seu raciocínio? O Homem+sem+deus será naturalmente sobreposto pelo Homem-sem-Moral?
E não poderá o Homem sem a bengala deus ter de, finalmente, assumir a sua responsabilidade?
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De fgcosta a 19.11.2015 às 15:24


Parece-me que este é dos tais estudos que nos esclarecem mais sobre a agência (Rossya) do que dos inquiridos 
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De José Serra a 19.11.2015 às 17:13

Acha mesmo que esse estudo tem alguma credibilidade? 16% dos franceses com uma opinião favorável de Daesh? Mesmo admitindo que esse estudo foi realizado antes dos atentados da passada sexta-feira, suponho que o mesmo foi feito depois dos assassinatos dos jornalistas do Charlie Hebdo.
É que há um problema, que qualquer pessoa que conheça minimamente a sociedade francesa lhe teria indicado: a população muçulmana em França é de cerca de 5 milhões de pessoas (https://fr.wikipedia.org/wiki/Islam_en_France), para uma população total de 65 milhões. Ou seja mais ou menos 8% da população residente em França professa o Islão. Sendo assim, como é possível chegar a esse número de 16% de pessoas naquele país com uma opinião favorável sobre Daesh?
A não ser que haja franceses não muçulmanos que acham muito bem serem degolados por barbudos psicopatas. Ou então que muitas pessoas interrogadas pelos que fizeram esse estudo tenham, perante o absurdo da pergunta que lhes era feita («tem uma opinião favorável do ISIS?» (sic!!!)), respondido de forma irónica.
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De Anónimo a 19.11.2015 às 17:36

O curioso é que o próprio João Távora, no texto para que faz ligação, questiona a credibilidade da sondagem. Como ficamos?
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De João Távora a 19.11.2015 às 18:17

O artigo que faz referencia ao estudo está aqui
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De comunista a 20.11.2015 às 00:05

Pessoas de direita, lamento ser portador de más notícias, mas os juros da dívida continuam a descer apesar do novo PREC, e amanhã as mulheres que querem abortar voltam a ter a sua dignidade preservada.
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De anonimo a 20.11.2015 às 12:39

apesar do governo estar em gestão.


O novo PREC ainda não começou.


Convém algum rigor.
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De Anónimo a 20.11.2015 às 19:18

Estou a dar consultas e já vi 15 mulheres que pagaram taxa moderadora. A dignidade delas ficou de rastos.
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De comunista a 20.11.2015 às 11:30

Pessoas de direita, liberais na economia, conservadoras nos costumes, fascistas, etc.


Podem tirar o retrato do Fernando Ulrrico das vossas mesas de cabeceira.
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De anonimo a 20.11.2015 às 13:00

"pertença a um território comum, como uma língua, uma história e aos seus valores fundacionais – enfim, uma identidade."

O que não significa que os imigantes não possam ser integrados. Veja-se o exemplo dos EEUU, onde o principal desejo do imigrante é   integrar-se, obter a cidadania, com plenos direitos e deveres, em última análise lograr o american way of life, sabendo que por vezes se paga o preço com a dolorosa honra de enviar um filho para a guerra para combater pela América.

A integração é possível, desde que os que chegam queiram integrar-se. 
Agora quando manifesta e ostensivamente os que chegam marcam as diferenças, exigem separação, demarcam culturas, ofendem-se com comida com cruzes nas caixas, recusam ser avaliados por médicas, que as mulheres são seres inferiores, e apenas pretendem aceder aos subsídios do Estado Social Europeu escolhendo os Países onde o cheque é mais gordo, obviamente que temos um problema em Houston. Que só os palermas é que não querem ver. Além de que  isso vai afectar o cheque social dos próprios palermas que agora não querem ver.
E a D. Merkel tão prestável ao capitalismo mais selvagem que precisa de mão de obra barata e desqualificada para baixar os salários na Alemanha, deverá ser criticada em vez de aplaudida.
Mas os palermas do costume só vêem o que está à frente do nariz e regra geral não entendem. De repente a D. Merkel passou a ser uma heroína humanitária. Não é. Ela está a criar artificialmente desemprego nas categorias mais baixas para baixar salários, e tornar mais competitiva a industria alemã face à China.


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De José7 a 20.11.2015 às 13:13

Não foi na França que esse grande humanista iraniano, aiatola Khomeini, esteve exilado? Como se vê aproveitou para arranjar amigos...

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