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O não assunto

por henrique pereira dos santos, em 09.02.24

Está uma campanha eleitoral a decorrer.

Essa campanha tem um monte de debates.

Um dos intervenientes diz que em dois desses debates, não vai ele, vai outro da sua coligação.

Durante mais de não sei quantas horas há não sei quanto tempo mediático cheio de questões sobre esta questão simples, desde os que se indignam com a mudança de regras, aos que extrapolam para a falta de credibilidade da palavra dada, até aos que fazem propostas infantis sobre putativos debates.

Na sala, permanecem dois adultos, o primeiro, que diz que não vai perder tempo a comentar, recomentar e recomentar os recomentários dos outros sobre um assunto que não interessa nada à generalidade das pessoas, e o secretário-geral do PCP que diz que por ele, façam como quiserem, se não for o chefe de um lado, do lado do PCP irá alguém, com certeza, mas não o chefe do PCP.

Esta história e a histeria dos jornalistas à volta deste não assunto parece-me uma excelente demonstração do desfasamento entre o mundo da comunicação social e das pessoas comuns e ilustra bem as razões pelas quais os jornais e os jornalistas ficam tão espantados com os resultados eleitorais.


24 comentários

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De Figueiredo a 09.02.2024 às 11:25


A situação é muito grave para Portugal e os Portugueses, está aqui a prova de que as próximas Eleições Legislativas a ocorrer dia 10 de Março de 2024 vão ser uma fraude:


- Brasileiros em Portugal mobilizam-se para eleições legislativas
https://www.dn.pt/2647201781/brasileiros-em-portugal-mobilizam-se-para-eleicoes-legislativas/



Os liberais/maçonaria (PS, CDS, PCP, BE, CH, L, IL, PAN, e facção liberal/maçónica do PSD representada pelo dr. Pedro Coelho/dr. Luís Esteves), como já aqui referi, estão a deslocar uma grande quantidade de Estrangeiros para Portugal com o objectivo de substituir os votos em falta da Maioria Silenciosa dos Portugueses representados pela Abstenção numa tentativa desesperada de manter o ilegítimo, criminoso, corrupto, e anti-democrático, regime liberal/maçónico imposto pelo golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974 e o seu sistema político-constitucional ainda vigente.


Goste-se ou não do regime democrático - e é o que temos - assiste-se neste momento à subversão do mesmo por parte dos liberais/maçonaria para continuarem no Poder e a saquear o Orçamento de Estado, mantendo ao mesmo tempo Portugal e os Portugueses sob sequestro.   


A Lei Eleitoral tem de ser alterada antes das Eleições Legislativas de 10 de Março - enquanto ainda há tempo - para impedir que os Estrangeiros possam votar nas Eleições Presidenciais, Legislativas, e Autárquicas, caso contrário haverá fraude nas Eleições e ingerência nos assuntos políticos e internos de Portugal; somente os Portugueses de Raça/Sangue de Portugal Continental e das Regiões Autónomas da Madeira e do Açores é que podem ter direito a Voto.


Esta situação gravíssima em que o País e o seu sistema político se encontram, num cenário normal daria legitimidade ao Exército para assumir o Poder conforme aconteceu com a Revolução Nacional do 28 de Maio de 1926, no entanto as circunstâncias hoje não permitem que algo semelhante ocorra pois o Exército está completamente destruído e sob controlo dos liberais/maçonaria.


Se não surgir uma alternativa política para enfrentar o regime liberal/maçónico e os seus partidos, Portugal e os Portugueses vão passar um mau bocado.
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De Migang a 09.02.2024 às 11:42

Duas coisas:
1 - Que idade é que tem? Será que viveu no tempo do Salazarismo, ou é musico de ouvido?
2 - Se viveu no tempo do Salazarismo, diga-me então o que anda a tomar, também quero. 
Até porque, nasci e vivi no tempo do Salazar/Caetano, e não quero morrer num regime igual.
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De Figueiredo a 09.02.2024 às 13:01

Você não tem argumentos, está a tentar justificar os seus traumas pessoais com os quais os Portugueses não têm nada a ver, isso é um problema seu.


O que é que você prefere? Salvar a democracia - enquanto ainda há tempo - ou uma ditadura? 
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De Migang a 09.02.2024 às 15:24

Salvar a democracia sob um regime igual ao que  saiu no 28 de Maio? Em que planeta é que vive?
Já agora, nasceu depois do 25/74 não é verdade? Pois, a culpa não é sua, é de quem o educou, quer em casa, quer na escola.
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De Figueiredo a 09.02.2024 às 15:47

Você não está a responder à pergunta.


O que é que você prefere? Salvar a democracia - enquanto ainda há tempo - ou uma ditadura? 
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De beldroega a 09.02.2024 às 12:13

Haja algum humor nestas coisas. Ainda bem que há sempre algum palhaço para nos fazer rir.
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De Anónimo a 09.02.2024 às 21:24


Só posso considerar que este comentário é "maquilhado" desta forma para desacreditar aquilo que é - verdadeiramente- um futuro problema em desenvolvimento num país que numa população de pouco mais de 10 milhões, já conta com mais de 800,000 estrangeiros.
Quem tenha duvidas, ponha os olhos na Suécia ou na Irlanda, apenas dois exemplos dos danos que a imigração descontrolada está a causar à sociedade civil. E sim, já se estão a constituir em organizações políticas - e a ganhar eleições...
De resto algumas forças políticas - e económicas - gostam imenso da imigração selvagem também porque, uma vez criado o quadro legal, pode exercer voto, tendencialmente em... (preencher com o que o raciocínio lhe ditar), e em países com instituições desacreditadas e forte abstenção.
Pensar no que possa ser a força de 800,000 votos (ou metade que sejam) no actual quadro de forças dos partidos portugueses.
Por isso uma das ultimas medidas de Costa para enchufar força na legalização dos imigrantes.

Mas é chover no molhado num país que já não existe e já não é soberano, é apenas um protectorado de Bruxelas com políticos administradores-delegados sob a capa de eleições que dão-no-mesmo para gerar a ilusão de "democracia", numa população pobre, ignorante, receosa, subsidio-dependente e envelhecida. Um paraíso socialista.
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De Albino Manuel a 10.02.2024 às 01:11

Realmente o mundo é uma pequena aldeia. Já temos alguém a tocar o disco da fraude eleitoral, à americana e brasileira. Bem sei que há grandes cantores americanos que enchem estádios, mesmo por cá, mas essa vai ter dificuldade em pegar.


Quanto ao resto...quem sabe, a Barraqueiro a levar montes de brasucas para os comícios? Até agora não tinha dado por nada, mas enfim...se houver vatapá e cachaça junto-me a eles.


Liberais/maçonaria é tudo a mesma coisa? Duvido. Pelo menos por cá a Opus Dei parece ser muito liberal. É só ver os numerários a perorarem pelos jornais em defesa do liberalismo clássico, antes do terço e depois do terço.


Alterar a lei eleitoral a um mês das eleições? Não haverá aí uma pequena questão de legalidade?


Ah a tropa novamente no bum! bum! Como o general da grã-duquesa. É uma excelente ideia. Agora, eles estão para aí virados? A Revolução Nacional, como lhe chama e era expressão de devoção na Mocidade Portuguesa, foi há coisa de 100 anos. Desses tempos consta que um dia um camarada caserneiro disparou para cima do futuro marechal Carmona, furou-lhe as calças e deixou-lhe intactas as calças.


Que isto está mau, está, que não promete nada de bom, aceito. Ainda assim, sugiro-lhe, porque me parece vicejar nos verdes anos, que em vez de perder tempo com leituras defuntas se entregue aos convívios próprios da idade. Se necessário, não hesite, tome mesmo umas pastilhas, daquelas que puseram há 60 anos (40 depois da saudosa revolução nacional) os Beatles a cantar Lucy in the sky.
Caso esteja enganado e sofra já das maleitas da idade, digo-lhe apenas, cuidado com os efeitos secundários da medicação. 

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