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O não assunto

por henrique pereira dos santos, em 09.02.24

Está uma campanha eleitoral a decorrer.

Essa campanha tem um monte de debates.

Um dos intervenientes diz que em dois desses debates, não vai ele, vai outro da sua coligação.

Durante mais de não sei quantas horas há não sei quanto tempo mediático cheio de questões sobre esta questão simples, desde os que se indignam com a mudança de regras, aos que extrapolam para a falta de credibilidade da palavra dada, até aos que fazem propostas infantis sobre putativos debates.

Na sala, permanecem dois adultos, o primeiro, que diz que não vai perder tempo a comentar, recomentar e recomentar os recomentários dos outros sobre um assunto que não interessa nada à generalidade das pessoas, e o secretário-geral do PCP que diz que por ele, façam como quiserem, se não for o chefe de um lado, do lado do PCP irá alguém, com certeza, mas não o chefe do PCP.

Esta história e a histeria dos jornalistas à volta deste não assunto parece-me uma excelente demonstração do desfasamento entre o mundo da comunicação social e das pessoas comuns e ilustra bem as razões pelas quais os jornais e os jornalistas ficam tão espantados com os resultados eleitorais.


24 comentários

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De JPT a 09.02.2024 às 10:34

Eu só consigo ler os títulos do Público, mas diria (correndo o risco de me enganar) que foi precisamente esse o "assunto" que excitou as suas duas colunistas de elite.
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De cela.e.sela a 09.02.2024 às 10:40

jornalistas, animais invertebrados em via de extinção.
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De Carlos Marques a 11.02.2024 às 17:29

Em Portugal só existe o Bruno Amaral de Carvalho, o que foi ao Donbass mostrar como os UkraNazis matam civis vítimas do imperialismo genocida ocidental desde 2014. O Assange está num gulag do Facho-Capitalismo. A Shireen e tantos outros são assassinados na Palestina ocupada por naZionistas todos os dias. O Seymour Hersch investigou que o terrorismo no Nordstream foi um plano da NATO e por isso é cancelado pela MainStreamMedia. E votem vocês em quem votarem, as presstitutas vão garantir que vocês chamam "democracia" Liberal à Euroditadura e a todo o regime nojento que descrevi. Em Portugal só o PCP é diferente, mas quem é decente e recusa votar em Comunistas, não tem absolutamente ninguém em quem votar, nem um único jornal honesto para ler em Portugal. Isto é uma tragédia. Tal como Putin disse na entrevista ao Ticket Carlson, cheira a fase final do império Romano, mas agora com tudo a acontecer mais depressa. Em breve, rapazes Portugueses morrerão em nome da Lockeed Martin e da Raytheon, a lutar ao lado de fascistas, imperialistas, genocidas, terroristas, e nazis no Kosovo, em Taiwan, em Israel, ou no Ukranazistão, mas as FakeNews farão manchetes a dizer que "é preciso mais armas para defender a liberdade". Celebramos o "dia da Europa" em vez do Dia da Vitória, aplaudem-se nazis no parlamento canadiano, e deita-se abaixo, tal e qual Estado Islâmico, estátuas e monumentos aos libertadores Soviéticos... Só os cegos de cérebro lavado não percebem que já vivemos em pleno 1984 e que dia 10 de Março Portugal não terá eleições mas sim uma farsa e que era preciso era voltar a colocar as chaminés e os cravos na rua para mudar o regime, e fazer algo devido ao estado a que isto chegou... outra vez.
PS: o dono deste blog de propaganda ao regime e à oligarquia, terá coragem para publicar isto, ou vai fazer como a euroditadura e o regime português facho-capitalista, vassalo do império genocida ocidental, e violar a Constituição de 1976 fazendo censura, tal qual a outra senhora fundadora da NATO e da PIDE, para impedir a RT e a Sputnik de poderem ser vistas? "Primeiro vieram pelos Russos e eu não fiz nada porque não era Russo... Depois vieram pelos anti-NATO/UE e eu não fiz nada porque não era anti-NATO/UE... A seguir vieram pelos pró-Palestina e eu não fiz nada pois era pró-Israel... Sabemos bem como termina este discurso histórico feito para se adaptar ao autoritarismo de cada ditadura. Pois é exatamente numa brutal ditadura assassina em que vivemos, e final não estará cá ninguém para nós defender quando vierem também atrás de nós!
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De Figueiredo a 09.02.2024 às 11:25


A situação é muito grave para Portugal e os Portugueses, está aqui a prova de que as próximas Eleições Legislativas a ocorrer dia 10 de Março de 2024 vão ser uma fraude:


- Brasileiros em Portugal mobilizam-se para eleições legislativas
https://www.dn.pt/2647201781/brasileiros-em-portugal-mobilizam-se-para-eleicoes-legislativas/



Os liberais/maçonaria (PS, CDS, PCP, BE, CH, L, IL, PAN, e facção liberal/maçónica do PSD representada pelo dr. Pedro Coelho/dr. Luís Esteves), como já aqui referi, estão a deslocar uma grande quantidade de Estrangeiros para Portugal com o objectivo de substituir os votos em falta da Maioria Silenciosa dos Portugueses representados pela Abstenção numa tentativa desesperada de manter o ilegítimo, criminoso, corrupto, e anti-democrático, regime liberal/maçónico imposto pelo golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974 e o seu sistema político-constitucional ainda vigente.


Goste-se ou não do regime democrático - e é o que temos - assiste-se neste momento à subversão do mesmo por parte dos liberais/maçonaria para continuarem no Poder e a saquear o Orçamento de Estado, mantendo ao mesmo tempo Portugal e os Portugueses sob sequestro.   


A Lei Eleitoral tem de ser alterada antes das Eleições Legislativas de 10 de Março - enquanto ainda há tempo - para impedir que os Estrangeiros possam votar nas Eleições Presidenciais, Legislativas, e Autárquicas, caso contrário haverá fraude nas Eleições e ingerência nos assuntos políticos e internos de Portugal; somente os Portugueses de Raça/Sangue de Portugal Continental e das Regiões Autónomas da Madeira e do Açores é que podem ter direito a Voto.


Esta situação gravíssima em que o País e o seu sistema político se encontram, num cenário normal daria legitimidade ao Exército para assumir o Poder conforme aconteceu com a Revolução Nacional do 28 de Maio de 1926, no entanto as circunstâncias hoje não permitem que algo semelhante ocorra pois o Exército está completamente destruído e sob controlo dos liberais/maçonaria.


Se não surgir uma alternativa política para enfrentar o regime liberal/maçónico e os seus partidos, Portugal e os Portugueses vão passar um mau bocado.
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De Migang a 09.02.2024 às 11:42

Duas coisas:
1 - Que idade é que tem? Será que viveu no tempo do Salazarismo, ou é musico de ouvido?
2 - Se viveu no tempo do Salazarismo, diga-me então o que anda a tomar, também quero. 
Até porque, nasci e vivi no tempo do Salazar/Caetano, e não quero morrer num regime igual.
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De Figueiredo a 09.02.2024 às 13:01

Você não tem argumentos, está a tentar justificar os seus traumas pessoais com os quais os Portugueses não têm nada a ver, isso é um problema seu.


O que é que você prefere? Salvar a democracia - enquanto ainda há tempo - ou uma ditadura? 
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De Migang a 09.02.2024 às 15:24

Salvar a democracia sob um regime igual ao que  saiu no 28 de Maio? Em que planeta é que vive?
Já agora, nasceu depois do 25/74 não é verdade? Pois, a culpa não é sua, é de quem o educou, quer em casa, quer na escola.
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De Figueiredo a 09.02.2024 às 15:47

Você não está a responder à pergunta.


O que é que você prefere? Salvar a democracia - enquanto ainda há tempo - ou uma ditadura? 
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De beldroega a 09.02.2024 às 12:13

Haja algum humor nestas coisas. Ainda bem que há sempre algum palhaço para nos fazer rir.
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De Anónimo a 09.02.2024 às 21:24


Só posso considerar que este comentário é "maquilhado" desta forma para desacreditar aquilo que é - verdadeiramente- um futuro problema em desenvolvimento num país que numa população de pouco mais de 10 milhões, já conta com mais de 800,000 estrangeiros.
Quem tenha duvidas, ponha os olhos na Suécia ou na Irlanda, apenas dois exemplos dos danos que a imigração descontrolada está a causar à sociedade civil. E sim, já se estão a constituir em organizações políticas - e a ganhar eleições...
De resto algumas forças políticas - e económicas - gostam imenso da imigração selvagem também porque, uma vez criado o quadro legal, pode exercer voto, tendencialmente em... (preencher com o que o raciocínio lhe ditar), e em países com instituições desacreditadas e forte abstenção.
Pensar no que possa ser a força de 800,000 votos (ou metade que sejam) no actual quadro de forças dos partidos portugueses.
Por isso uma das ultimas medidas de Costa para enchufar força na legalização dos imigrantes.

Mas é chover no molhado num país que já não existe e já não é soberano, é apenas um protectorado de Bruxelas com políticos administradores-delegados sob a capa de eleições que dão-no-mesmo para gerar a ilusão de "democracia", numa população pobre, ignorante, receosa, subsidio-dependente e envelhecida. Um paraíso socialista.
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De Albino Manuel a 10.02.2024 às 01:11

Realmente o mundo é uma pequena aldeia. Já temos alguém a tocar o disco da fraude eleitoral, à americana e brasileira. Bem sei que há grandes cantores americanos que enchem estádios, mesmo por cá, mas essa vai ter dificuldade em pegar.


Quanto ao resto...quem sabe, a Barraqueiro a levar montes de brasucas para os comícios? Até agora não tinha dado por nada, mas enfim...se houver vatapá e cachaça junto-me a eles.


Liberais/maçonaria é tudo a mesma coisa? Duvido. Pelo menos por cá a Opus Dei parece ser muito liberal. É só ver os numerários a perorarem pelos jornais em defesa do liberalismo clássico, antes do terço e depois do terço.


Alterar a lei eleitoral a um mês das eleições? Não haverá aí uma pequena questão de legalidade?


Ah a tropa novamente no bum! bum! Como o general da grã-duquesa. É uma excelente ideia. Agora, eles estão para aí virados? A Revolução Nacional, como lhe chama e era expressão de devoção na Mocidade Portuguesa, foi há coisa de 100 anos. Desses tempos consta que um dia um camarada caserneiro disparou para cima do futuro marechal Carmona, furou-lhe as calças e deixou-lhe intactas as calças.


Que isto está mau, está, que não promete nada de bom, aceito. Ainda assim, sugiro-lhe, porque me parece vicejar nos verdes anos, que em vez de perder tempo com leituras defuntas se entregue aos convívios próprios da idade. Se necessário, não hesite, tome mesmo umas pastilhas, daquelas que puseram há 60 anos (40 depois da saudosa revolução nacional) os Beatles a cantar Lucy in the sky.
Caso esteja enganado e sofra já das maleitas da idade, digo-lhe apenas, cuidado com os efeitos secundários da medicação. 
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De Anónimo a 09.02.2024 às 12:35

Eu, que sou uma pessoa comum, interpretei o gesto como um simples gesto de cortesia para com um parceiro de coligação. O Montenegro pareceu-me que não queria açambarcar todo o protagonismo só para si, o que que revelou cavalheirismo e um certo desprendimento. Considerei de grande generosidade democrática. 
O resto são apenas disputas e barulho de diz-que-disse. 
Os ânimos andam muito exaltados e alguns "jogadores", talvez por insegurança ou por falta de argumentos para atacar adversários, esmiuçam qualquer coisa, até um "não-assunto" serve para escarafunchar. 
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De O apartidário a 09.02.2024 às 13:15

Serviço público .
“Os votos em branco, bem como os votos nulos, não sendo votos validamente expressos, não têm influência no apuramento do número de votos obtidos por cada candidatura e na sua conversão em mandatos”, esclarece a CNE. E mesmo que os votos brancos e nulos sejam em maior número do que os votos nas candidaturas, “a eleição é válida e os mandatos apurados tendo em conta os votos validamente expressos nas candidaturas.”

https://executivedigest.sapo.pt/noticias/legislativas-os-votos-em-branco-ou-nulos-influenciam-os-resultados-eleitorais/
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De João a 09.02.2024 às 22:19

Nem sempre foi assim. Actualmente, sob efeito,  a diferença entre branco e nulo é nenhuma. Mas na causa há uma diferença entre a motivação de quem vota nulo e branco. É o paradoxo totalitário de querer eleger alguém sem ter em conta o rigor da mensagem do povo. A reforma eleitoral que ninguém tem coragem para apresentar pode começar por aí e devolver ao povo o seu legítimo direito de apresentar a sua vontade. 
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De lucklucky a 09.02.2024 às 22:58

Lugares vazios no parlamento a representar abstenção, brancos e nulos que representam as pessoas que não querem o poder da politica a determinar as suas vidas.
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De anónimo a 10.02.2024 às 11:27


Nos boletins de voto tem que existir uma última linha com a opção: "nehum dos candidatos (ou partidos) nesta lista".
Só este detalhe permite uma inquestionável, correcta, interpretação dos resultados eleitorais. 
Trata-se de um voto válido, expresso e com consequências:  vencedores sim, mas poucochinho, muito poucochinho. 
O eleitorado a ajuízar os candidatos.
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De Anónimo a 09.02.2024 às 13:43


O não assunto fez me lembrar o que mais vemos neste país incluindo nos blogs. Fez bem em criticar a comunicação social pois publicam muitas não noticias e muitas insignificantes.
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De Anónimo a 09.02.2024 às 15:23


Ouvi dizer que o tipo da IL perdeu o último debate por 4-1.

Assim ainda desce de divisão.
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De Anónimo a 09.02.2024 às 17:42

Os gajos que contratem o ponta de lança sueco de Alvalade.
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De s o s a 09.02.2024 às 22:53

independentemente do proposito, ou falta dele, a expressao "chefe" nao é simpática.  È lamentável !  


Mas isso é de sómenos, até nada, nao fosse a aparente "desnecessidade ".


Grave é afirmar que os jornalistas ficam espantados com os resultados eleitorais.  Mas sao só os jornalistas ? 
Há quem nao fique (espantado), operando na profundeza das sondagens, consegue precisar quem exatamente ?
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De Hugo a 10.02.2024 às 01:13

Após o massacre, sem anestesia, de hoje, os camaradas deverão estar já em comité, a preparar explicação para o camarada raimundo não participar em mais nenhum debate, com quer que seja, em lugar algum. bem, na verdade, poderia ter sido um outro qualquer raimundo...
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De Anonimus a 10.02.2024 às 11:22

Quanto ficou?
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De Hugo a 10.02.2024 às 18:05

Contando China, União Soviética, acho que umas centenas de milhões.
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De vasco Silveira a 12.02.2024 às 18:03

..".pelas quais os jornais e os jornalistas ficam tão espantados com os resultados eleitorais."

Caro Senhor
Agradeço a sua  tão oportuna e contida observação publicada.
Tomaria apenas a liberdade de acrescentar  que o espanto do meio (jornais e jornalistas e ...) se alarga também à circulação, share, publicidade, e tudo que se prende com a sua autonomia económica.
 O erro, naturalmente, é do (não) leitor, (não) espectador,(não) contribuinte para a sua viabilidade.


Com os meus cumprimentos


Vasco Silveira



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