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Em 1995, Ken Keeler, guionista da série Os Simpson, chamou aos franceses «cheese-eating surrender monkeys». E aí estão eles rendidos ao wokismo e ao politicamente correcto -- ignoro mesmo se ainda comem queijo ou se o bem-estar do gado ovino tomou prioridade nos seus valores e práticas. E, rendidos, conceberam uma das mais grotescas aberturas de Jogos Olímpicos de que há memória.
Uma cerimónia com «tanto de inédito como de original», disse o comentador da RTP, antes de transformar Zizi Jeanmaire em Zizi Jeanmarie. Não querendo acompanhar essa mente sagaz em alguma outra tautologia, digo que a cerimónia variou entre o péssimo gosto e o grotesco engalanado.
Alguém achou oportuno um apontamento em que surge a cabeça de Maria Antonieta aos gritos depois de guilhotinada do corpo.
Alguém achou inclusivo o bailado de um negro de saias que em apontamento posterior se fecha num quarto com um menino asiático.
Alguém decidiu excluir Jeanne d`Arc da celebração de uma série de «mulheres de ouro», das quais duas abortistas, uma anticolonialista e outra da Comuna de Paris, e a quem não devemos nada. Seria a mais famosa mulher francesa ofensiva para ingleses ou infiéis?
Alguém decidiu celebrar a canção francesa com o desfile cantante de uma negra vestida de dourado armada em Beyoncé, seguida de um gajo de óculos à Abrunhosa a cantar rap com a gesticulação própria dessa cultura negra americana.
Além da guilhotina, celebraram, obviamente, a liberdade, a igualdade, a fraternidade. Omitiram, evidentemente, qualquer referência a Napoleão, o maior estadista e militar francês de sempre, não só porque achava que a liberdade é cum granum salis, que da igualdade deus nos livre, e que isso da fraternidade depende, mas sobretudo porque os pequenos franceses de agora temem que pudesse ofender ingleses, holandeses, dinamarqueses, alemães, portugueses, espanhóis, austríacos, russos, italianos ou egípcios.
Alguém aprovou e se orgulha deste circo de horrores e insignificância.
Da história e da Grandeur de Luís XIV, de Napoleão e de de Gaulle, nada. Só sobrou o grotesco e o ridículo. Os franceses correm o risco de, um dia, como em Soumission, alguém os meter noutra ordem. Talvez se rendam e gostem.
E no fim da lamentável cerimónia, lá desfilámos nós no mesmo barco da Coreia do Norte, nós ou a nossa digna representação, que vai patrocinada pela Repsol.
PS. «Surrender monkeys» ou cobardes, pura e simplesmente. Em Inglaterra a manchete do Daily Mail chama-lhes «Les Miserables», entre outras coisas devido a esta «paródia» de travestis à Última Ceia:

O presidente francês, Emmanuel Macron, abriu oficialmente os Jogos Olímpicos Paris2024, afirmando:
“Declaro abertos os Jogos da XXXIII Olimpíada”, disse o presidente francês, numa cerimónia marcada pela chuva e para a qual estavam previstos 320 mil espetadores, entre os quais o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres.
Portugal nestes Jogos está representado por 73 atletas, partilhou a sua embarcação com o Qatar e a Coreia do Norte. Como foi anunciado na apresentação oficial da equipa portuguesa, a atleta Ana Cabecinha, que vai participar nos vinte quilómetros marcha, e o canoísta Fernando Pimenta, que se pode tornar o primeiro português a conquistar três medalhas, vão ser os porta-estandartes.
( do sapo 24 actualidade)
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