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O gato tem sete vidas. E quantos pés terá Seguro?

por Vasco Lobo Xavier, em 30.05.14

Seguro teve uma semana extraordinária. No domingo cantou desafinada e disparatadamente vitória e minutos depois os camaradas caíram sobre ele. Não tive pena porque era apenas mais uma demonstração do mundo irreal em que se fechou há três anos. Logo a seguir barricou-se nas trincheiras por si criadas para evitar assaltos ao poder, sem se ter apercebido que todos, com a comunicação social de Costa à cabeça, o iriam apelidar de cobarde por não querer discutir a liderança do partido. Agora, depois de apregoar que a apresentação de uma moção de censura ao governo era um frete do PCP à maioria, depois de posteriormente ter garantido que iria votar com o PCP, não obstante as imensas críticas que o texto da moção fazia ao próprio PS, depois ainda de ter colocado os seus deputados um dia inteiro a discutirem se votavam a favor ou contra, resolve não aparecer na Assembleia da República no dia da discussão por discordar da moção de censura. Também esta não quer discutir. São muitos tiros nos pés para uma semana só.

 

 

 

Adenda:

 

Segundo o Expresso, Seguro não foi ao debate por entender que o PCP inviabilizou o seu cara a cara com o Primeiro-Ministro. Amuou, portanto.

Isto já não são tiros nos pés, é mesmo naquela pobre cabecinha.

 

 



3 comentários

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De Vortex a 30.05.2014 às 11:45

no séc xix Penamacor era presidio militar pouco seguro
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De Joaquim Amado Lopes a 30.05.2014 às 13:32

É melhor para António José Seguro ser atingido na cabeça do que num pé.
Atingido na cabeça, nenhum órgão vital (nele) é atingido e pode continuar a fazer o que tem feito nos últimos 3 anos. Atingido num pé, teria dificuldades em se deslocar.
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De João B. a 30.05.2014 às 13:40

O que me impressiona mais é que foram necessários vários anos para os camaradas do partido verem o que estava à vista desde o primeiro dia, "que o homem afinal não servia o PS nem o país" e de seguida lhe lançarem de um momento para o outro uma autêntica caça-ao-homem que chega a fazer pena! O pretexto escolhido foi o festejo da vitória no passado Domingo nas circunstâncias que se conhece. Mas também já se sabia que qualquer pretexto iria servir para que  todas as figuras de proa do PS desde Soares a Galamba (este sempre naquele estilo histérico-ó-selvagem) seguirem o guião que lhe estava destinado desde a primeira hora. Pergunta: em que medida é que esta encenação serviu o país? Não serviu! Serviu sim os interesses do PS, os interesses egoístas de um partido que escolheu um bobo-candidato para representar a liderança durante o período de ressaca dos efeitos daquilo que havia sido uma governação socialista irresponsável e que deixou o pais à beira da caridade externa.


Apetece dizer: os anos em Seguro esteve a liderar o partido, o PS existiu FICTICIAMENTE e funcionou de forma ARTIFICIAL e não foi por culpa do líder! Isto é que é "servir o país" e "o povo"? 

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