Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




O estado de pânico

por João Távora, em 22.08.21

(...) Sempre soubemos que não podíamos viver num mundo com zero terroristas, zero SIDA ou zero criminalidade pois o preço a pagar por tais “zero” era demasiado elevado e sobretudo incompatível com os nossos valores e forma de viver. Mas isso era o que se sabia antes do grande reset estatista das nossas vidas em que o combate ao Covid se transformou. Perante o Covid, o objectivo não foi defender o nosso modo de vida, como aconteceu aquando do aparecimento da SIDA ou do ataque às Torres Gémeas, mas sim suspender esse modo de vida.

Sociedades envelhecidas, domesticadas pelo constante controlo fiscal, desprovidas de bom senso, idiotizadas por activismos minoritários, mostraram-se particularmente vulneráveis quando postas perante uma ameaça sanitária. Onde as velhas ideologias falharam triunfou o emergentismo: o dia a dia dos povos está transformado num conjunto de absurdos justificado pelo combate ao Covid. O controlo e o poder dos estados sobre os cidadãos aumentou exponencialmente. Não menos importante, não são pedidas responsabilidades, tudo fica para depois. (...)

A ler este artigo da Helena Matos na integra aqui no Observador



9 comentários

Sem imagem de perfil

De Segismundo a 22.08.2021 às 19:39

Blá blá blá.  A sida, o terrorismo. Blá, blá.  Aí que nos tiram a liberdade. Blá. A sida, o terrorismo, o covid. As vacinas, o chip. Blá blá. Os governos, a iliberdade. Blá. Enfim... Heena Matos. Um farol que nos indica o caminho.
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 23.08.2021 às 06:34

V. tem um discurso bastante transtornado. Não consegue sequer construir uma frase completa e com sentido. Se isso reflete o funcionamento dos seus neurónios...
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 22.08.2021 às 21:20

ISAIAH BERLIN, LA LIBERT AD COMPLEJA

EI hombre puede percibir la realidad social, específicamente la del poder y las jerarquías no "naturales", como limitaciÓn, como amenaza, como finitud. Sin embargo, la conciencia de su fragilidad ante la naturaleza y ante otros hombres Ie ha sido tan evidente, que no pocas veces, inc\uso en las altas culturas, la idea del poder como Iimitaciól1 ni siquiera se verbaliza. Es en sí pura evidencia. El pensamiento político clásico estuvo dominado por la idea de ]0 que podría lIamarse las condiciones del buen gobíerno. No en balde nace cuando la polis entra en crisis tras la Guerra del Peloponeso: i,qué es un buen gobiemo?, i,cómo se establece?, i,cuáles son las condiciones de su conservación?, i,quiénes deben gobernar?
Sem imagem de perfil

De Pedro Gaivao a 22.08.2021 às 22:58

Segismundo es inteligentíssimo
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 23.08.2021 às 11:57

E escreve bem. Pela amostra também deve falar bem!
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 23.08.2021 às 11:55

Quando se olha com atenção para a velocidade das alterações e  transformações a que as sociedades têm sido expostas sucessivamente, consegue-se perceber que nessa vertigem havia um propósito, uma finalidade.  Manifestavam-se sinais claros (desde há muito) e umas "movimentações" que iam condenando ao desaparecimento progressivo o nosso "modo de viver"  e percebia-se que estava em curso a sua substituição. Era o início da Grande "Transfiguração" ou talvez Desfiguração das sociedades ditas ocidentais. A preparação foi meticulosamente calculada.  Sem pressas, para que se consolidassem bem e se interiorizassem os novos "valores" de tão elevado padrão moral .
Os objectivos são hoje claros: 
Domesticar as sociedades ; educar os cidadãos na obediência e no "respeitinho" infundindo-lhes o medo ;   institucionalizar o pensamento Único para Todos, Todas e Todes,  com punição para os prevaricadores mais atrevidos que tenham a ousadia de sair da fila ;  interiorizar as Normas das Coisas Novas ; aprender a Nova História nova; aplicar a preceito as Regras da Novilíngua ; não piar ; não questionar ;  nunca levantar a voz ;  virar sempre à esquerda rumo socialismo (que assim diz a Constituição) ; curvar ;  Dar dois passos atrás para se avançar um ; e marchar ao encontro dos amanhãs-que-cantam e não tardam ...  Respirar.
 Por falar nisto, e o Sr. Presidente  MRS? E a Democracia?
Sem imagem de perfil

De Elvimonte a 24.08.2021 às 01:33

"75 years ago Herman Goering testified at the Nuremberg Trials and he was asked: how did you make the german people go along with all this? He replied it's an easy thing. The only thing a government needs to make people into slaves is fear. You can do this in a nazi regime, you can do it in a socialist regime, in a communist regime, in a monarchy and in a democracy. "
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 24.08.2021 às 11:53

Sem dúvida e está mais que testado. Esse fala por experiência:  "a única coisa que um governo precisa de fazer para levar um povo à servidão (e obediência), é através do medo". 
E é válido para todos os regimes. Daí a necessidade de estarmos sempre alerta.
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 24.08.2021 às 11:33


 É a nossa falta de exigência e de vigilância que tem permitido a impunidade perante os abusos e exageros, aqui apontados no extraordinário artigo da HM.

Sobre o emergentismo climático e sanitário, o governo faz-nos crer que é  para nosso "bem" e pela nossa segurança.  Mas o certo é que à boleia dos catastrofismos conseguem instigar o medo e a insegurança nos cidadãos. É sabido que essa é a melhor forma de amansar uma população, e se lhe acabar com a Liberdade: é  semeando o pânico. A técnica é infalível, porque  à pala do pânico, criam-se condições para que qualquer governo mal intencionado  possa enfiar uma série de regras restritivas da liberdade e de proibições pela goela abaixo da população. E esta, de cabeça perdida e aterrorizada, resigna-se a tudo, porque lhe hão-de repetir até à náusea, vezes sem conta (convém sempre!) que tudo está a ser feito para seu Bem e no seu interesse exclusivo. E todos ficam muito reconhecidos, porque tanta gente tão dedicada esteve a trabalhar naquelas medidas tão Boas e tão Bem pensadas, de olhos postos no seu Bem!  É um método antigo que nunca falha, para levar os cidadãos a acatarem, sem pestanejar,  as imposições, restrições da Liberdade, todo o controlo estatal, e todos os abusos  dos autoritarismos, porque, dizem-nos, é pela nossa segurança ! Como se algum dia o mundo tivesse sido um lugar seguro, como se constata. 
Como refere a Helena Matos, sempre que há mais um "emergentismos, é certo e sabido, que virá acompanhado de mais um pacote de mais proibições. É nisto que se transformou a sociedade com a nossa complacência. Tornámo-nos completamente aparvalhados. E muito mais estúpidos, incapazes de discernimento.
Este ano vamo-nos deparar na abertura do Ano Escolar, com mais uma emergência sanitária! Pela nossa saúde, invadem a nossa liberdade de escolha, com uma lista interminável de proibições. Desta vez são as restrições alimentares, nas escolas. Este autoritarismo disfarçado de paternalismo cansa. Não vêem o ridículo de tomarem conta de nós constantemente?  Vale a pena ler sobre estas novas medidas (para quem quiser saber como vai este país) aqui:  
https://observador.pt/opiniao/a-familia-correia-nao-percebe-nada-disto/

(de Raquel Abecassis)



Comentar post



Corta-fitas

Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

Contacte-nos: bloguecortafitas(arroba)gmail.com




Notícias

A Batalha
D. Notícias
D. Económico
Expresso
iOnline
J. Negócios
TVI24
JornalEconómico
Global
Público
SIC-Notícias
TSF
Observador

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários recentes

  • Nuno

    Pelo menos foi honesto quando disse que não contas...

  • Anónimo

    Compete ao Estado zelar por nós, dizem. Mas, e se ...

  • Anónimo

    Tempos difíceis se aproximam e o Costa põe o corpi...

  • Anónimo

    https://blasfemias.net/2021/10/26/vai-se-a-ver-a-c...

  • Anónimo

    Subscrevo. Um período de má memória que vai deixar...


Links

Muito nossos

  •  
  •  
  • Outros blogs

  •  
  • Links úteis


    Arquivo

    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2020
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2019
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2018
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2017
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2016
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2015
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2014
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2013
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2012
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2011
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D
    144. 2010
    145. J
    146. F
    147. M
    148. A
    149. M
    150. J
    151. J
    152. A
    153. S
    154. O
    155. N
    156. D
    157. 2009
    158. J
    159. F
    160. M
    161. A
    162. M
    163. J
    164. J
    165. A
    166. S
    167. O
    168. N
    169. D
    170. 2008
    171. J
    172. F
    173. M
    174. A
    175. M
    176. J
    177. J
    178. A
    179. S
    180. O
    181. N
    182. D
    183. 2007
    184. J
    185. F
    186. M
    187. A
    188. M
    189. J
    190. J
    191. A
    192. S
    193. O
    194. N
    195. D
    196. 2006
    197. J
    198. F
    199. M
    200. A
    201. M
    202. J
    203. J
    204. A
    205. S
    206. O
    207. N
    208. D