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Há dias, foram amplamente noticiados os desacatos ocorridos nas Urgências do Hospital S. João (Porto), de que resultaram enfermeiros feridos, uma tentativa de atropelamento de um polícia, tiros disparados e, finalmente, a fuga dos causadores, segundo os jornais, um «clã familiar» inteiro.
Está visto, eufemismos inúteis à parte, um bando de ciganos.
Correu uma semana e o JN publicou uma entrevista com um Sr. Melo, intitulado «intermediário» (de quem?) com a comunidade cigana. Ele próprio desta etnia. Lamentava o caso e condenava os intervenientes ao ostracismo (à «desonra») para os seus demais - não voltariam a poder comparecer nos baptizados e casamentos das outras famílias. «É pior do que levar um tiro», concluia o Sr. Melo.
Será. E espera-se que sirva de exemplo, e os ciganos dêem cumprimento ao princípio da igualdade supostamente consagrado na Constituição da República. Porque estes casos são recorrentes e as meninas Catarina e Marisa meteram-nos tanto medo da xenofobia que até os jornais já não conseguem contar direito a história. Entretanto os enfermeiros, os policias e quem sabe quantos outros continuam a ser perturbados à porta dos hospitais.
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