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O Centeno que quis sair do anonimato

por João-Afonso Machado, em 15.09.16

Não conheço pessoalmente o socialista Luís Aguiar-Conraria, mas teria todo o gosto em lhe apertar a mão, que só pode ser a de um homem honrado. Isto a propósito da sua última crónica no Observador, em que discorre sobre a honestidade e/ou ingenuidade do académico (enxertado ministro) Mário Centeno.

O tema tem conhecidas razões de ser: as recentes declarações de Centeno sobre o inevitável aumento de impostos, em 2017, e os perigos de um segundo resgate. Momentos de franqueza (ou fraqueza...) capazes de enfurecer o alucinado Costa e suscitar a sua vingança.

Talvez Centeno seja tudo o que Aguiar-Conraria dele diz, basicamente um investigador bem intencionado, sentindo e manifestando dificuldades em aplicar na prática as teorias que desenvolveu em laboratório.

Mas Centeno é mais: Centeno é o oposto de Daniel Bessa ou Luís Campos e Cunha. A fuga ao anonimato, a ovação, ao menos dos seus conterrâneos de Vila Real de Santo António, - está-lhe na cara - pesaram muito, e pesam, na sua decisão de aceitar a pasta e de ainda não ter batido a porta.

Talvez se trame e passe pela vergonha de ser "remodelado". Com Costa ninguém brinca!

 



30 comentários

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De carlão a 15.09.2016 às 12:13

"O alucinado Costa", registo com pena o tom trauliteiro.
António Costa tem um currículo e uma obra que falam por si. 
Foi Presidente da CML. Conseguiu incluir na governação dois partidos mais à esquerda, tradicionalmente partidos que só defendiam causas sociais e protestavam. 
Isto é algo de único na democracia portuguesa, uma vez que os traz à responsabilidade da governação e necessariamente modera e equilibra os seus discursos. 
Nenhum outro líder socialista, nem António Guterres, o mais brilhante de todos, o conseguiu fazer!
Com António Costa, há uma subversão do pensamento único neoliberal, da ideia de que os números são um valor absoluto. 
Com António Costa, inicia-se o virar - progressivo e lento, necessariamente, devido à força terrível do diretório alemão - da tristíssima página da austeridade (sempre para os mesmos, funcionários públicos e pensionistas). 
O governo Coelho/Portas, diga-se o que se disser, aproveitou a boleia das imposições da mais que discutível autoridade da troika para impor um modelo de sociedade selvagem, do cada um por si, da obsessão pelo lucro, dos despedimentos fáceis, do retirar de direitos sociais, do forçar a emigração da geração mais bem preparada de sempre.
Agora isso está a chegar ao fim e a direita treme e anuncia a catástrofe.
Mas os portugueses não esquecem a governação anterior. Haja memória do mal que nos fizeram!
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De João-Afonso Machado a 15.09.2016 às 14:10

Pois não concordo nada consigo, a não ser na premissa - o curriculo e obra de C. falam por si.
No resto deixemos o tempo passar e vejamos como será.
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De Costa a 15.09.2016 às 15:11


Trauliteiro é o tom do Carlão, para quem - tamanha a cegueira ideológica - só funcionários públicos e pensionistas são dignos de consideração, só eles sofrem e só a eles é devida protecção.


A restante população será então composta por coisas cuja função é ganhar dinheiro para pagar - e nunca pagarão o suficiente - aos funcionários públicos e aos pensionistas. Fora desse âmbito não merecem a menor preocupação e o que a "austeridade", o "ajustamento", a ruína do país lhes imponha é, sendo bondoso nas palavras, irrelevante. São do sector privado (horror!), não contam. Folgaram todos estes últimos anos, no luxo, escarrando a sua riqueza perante os famélicos funcionários públicos e pensionistas que espezinhavam para combater o tédio imenso de ser rico (afinal é preciso tão pouco dinheiro para oficialmente o ser, por cá).


Para a catequese do Carlão eles  - os "do privado" - não conheceram nem conhecem os cortes salarais, o desemprego (aliás gigantesco, como se sabe, entre o funcionalismo público...), a generalizada e insultuosa desvalorização do trabalho, mesmo qualificado, o aumento brutal de impostos, a actuação repugnante e insaciável de um fisco - entidade pública... -  cobarde e que só tem força perante os fracos, as vidas destruídas e a honra manchada em consequência da impune actuação de quem nos atirou dolosamente para a bancarrota. São a inesgotável (até ver) e garantida fonte que sacia ora a irresponsabilidade demagógica e clientelar do poder de turno ora o garrote impiedoso de quem fatalmente lhe sucede, para cumprir ordens dos credores. Tão garantida que nem merece menção.


Mas, escusado dizê-lo, é a inqualificável direita quem promove o ódio entre os portugueses.


Costa
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De carlão a 15.09.2016 às 15:47

Dispenso-me de comentar este inacreditável vómito odioso. Mas continue, talvez garanta um tachito como deputado na ala mais à direita do cds.
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De És mesmo xunga a 17.09.2016 às 07:43

Antes isso do que manda-bocas de serviço nos blogs pago por nós que subsidiamos o PS falido. Vai trabalhar para pagar os 25 milhões.
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De carlão a 17.09.2016 às 09:40

Olá? Já o teve o seu pequeno momento de anormalidade?
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De francisco menezes a 15.09.2016 às 15:00

O aumento de impostos hoje anunciado pelo BE com a conivência de Costa deita por terra os argumentos do agente de serviço Carlão.
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De Anónimo a 16.09.2016 às 14:21

Extraordinário!
O Carlão deixou passar este!
Ó Carlão, quem cala consente.
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De carlão a 16.09.2016 às 18:47

.I.
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De Anónimo a 16.09.2016 às 21:11

Isto das 2 uma: ou é um sinal de saudação socialista-maçonica-comunista ou é um sinal da educação que o Carlão recebeu dos papás dele.
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De carlão a 16.09.2016 às 23:10

Isto das duas uma, ou é um sinal de idiotice ou de canalhice.
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De Anónimo a 17.09.2016 às 07:32

Exactamente: o Carlão que o fez reconhece que é idiota ou canalha. Ou talvez as duas coisas juntas. Pelo rasto que aqui deixa .|. .|. .|. ainda bem que se assume.
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De carlão a 17.09.2016 às 09:39

Compreensão lenta
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De Carlão a 17.09.2016 às 14:59

É PRECISO TER MUITA BAIXEZA PARA DIZER UMA ORDINARICE DESSAS
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De Costa a 15.09.2016 às 15:27


"Podemos discutir se o risco de um segundo resgate é elevado ou baixo, mas, com seriedade intelectual, não podemos negar que existe. Quanto a Mário Centeno, podem acusá-lo de ingenuidade, mas não de desonestidade. E não merece castigo quem diz a verdade.", assim termina o texto a que alude.


Não merecerá castigo aquele que, dizendo a verdade, permanece fiel e obediente - cúmplice - a quem pela sua actuação a cada dia nos aproxima mais dessa (terrível) verdade ou de outra coisa qualquer igualmente horrorosa e que se imporá para a evitar?


Lembro-me nos tempos da escola primária (tempos aliás já distantes e evidentemente horríveis, pois de uma "escola fascizante" ou pior...), de se incentivar o menino que se portara mal a revelar-se, admoestando-o depois mansamente e elogiando o exemplo de honestidade e arrependimento por um mau gesto. E a coisa ficava assim.


Só que não está em causa um rabisco indevido num quadro, um lápis arremessado ou coisa parecida. Está em causa um país. E o homem - mais a mais, como se escreve, não dependente da política para pagar a sua vidinha - diz o que diz, mas permanece fiel imediato daquela nave de loucos e obediente executor das ordens do comandante...


Costa
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De carlão a 15.09.2016 às 15:52

Mais, escreva mais, não prive a população das suas opiniões! Penso que brevemente poderá ocupar um lugar na bancada do cds, encostadinho à direita, para poder dizer "muito bem" quando falam aqueles abençoados por fortuna de família sobre a classe média.
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De Costa a 15.09.2016 às 18:33


O Carlão, na sua voluntariosa, incontida, prosélita vontade de dirigir (de domesticar) mentes, como bom jacobino, incita-me - em mal disfarçada ironia - a escrever. Porque o que eu escrevo, eu, abjecto servo das direitas, é necessariamente deletério e como tal apenas servirá para demonstrar a minha vileza. São tiros que dou nos meus próprios pés, enfim. Servirá para tipificar-me, por isso, até - na elaboradíssima construção intelectual do Carlão - ao perfeito arquétipo do ser mais repugnante por entre a espécie humana: o deputado do CDS.


E com isso o Carlão veria demonstrada a sua infalível razão.


Sucede, Carlão, que a carreira política definitivamente não me atrai. Independentemente de ser tarde demais para isso. Aliás nos tempos do liceu - era liceu, ao tempo... - eu, procurando apesar de tudo ir estudando, entretinha-me divertido e com o cuidado apenas de evitar transformar-me em dano colateral, a assistir às batalhas campais entre os seguidores do MRPP e os da UEC, e eram bem renhidas e com evidente destruição de património público, sob a forma de carteiras, caixotes de papel, vidros de janela, louça sanitária, o que fosse, ou a rabiscar inconsequentemente nos cadernos quando as aulas eram interrompidas por gente de uma ou outra agremiação, em urgentíssimo e prioritaríssimo trabalho de doutrinação. Da UEC e do MRPP, porque por esses tempos outras tendências políticas, nos liceus, nem ousavam sussurrar. Com raríssimas excepções, usualmente também perigosas para a integridade física.


Mais tarde, bem mais tarde, quando a vida mo permitiu e como trabalhador-estudante, frequentei a universidade, imagine você, para estudar e com o bizarro propósito de concluir o curso no grau académico que me propunha obter. Depois de um dia de trabalho, antes de um serão de estudo e procurando preservar algum tempo para o repouso e para a família. De forma que se nos tempos do secundário não me coloquei na órbita de uma "jota", não seria no superior que o faria (mais não fosse porque estava lá de facto com uma agenda meramente estudantil e porque já era mais velho, ao tempo, que boa parte dos deputados então em funções; do CDS ou de outros partidos). E sem passar por uma jotinha, a coisa complica-se mesmo muito...


E além do mais tenho, Carlão, uma coisa que decerto o horroriza e que, com raríssimas e muito trabalhosas excepções, desqualifica qualquer um para a política, ou rapidamente leva a situações insustentáveis nesse meio: penso pela minha cabeça e aceito bem poucos dogmas.


De modo que quanto a incitamentos à vida política, nomeadamente no parlamento, e ainda que por absurdo eu obtivesse os votos de uns bons milhares de concidadãos seus (para si, decerto, população prisional em potência), meu caro, não se canse: não estou - não sou - receptivo. Agradeço-lhe todavia, é um dever de educação, o seu cuidado com o meu futuro.


Quanto ao que eu aqui escreva ou deixe de escrever, é coisa que na sua temática, extensão e forma só a mim diz respeito. E é publicado aqui, como mero comentário - como você, eu sou aqui mero comentador, sem legitimidade para pretender orientar um livro de estilo ou uma linha ideológica - por gentileza dos responsáveis do blogue e se os responsáveis do blogue o entenderem. Gentileza de que bem temo, por vezes, abusar. Você, Carlão, não tem rigorosamente nada a ver com isso.


A coisa há-de incomodá-lo seriamente. Deve enojá-lo. Mas olhe, é a vida. E eu suponho que não faltam blogues onde você definitivamente se sentirá entre os seus.


Costa
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De carlão a 15.09.2016 às 20:27

Epá, que seca monumental. Mas quem é que quer saber a história da sua vida? Prefiro ouvir dez vezes um disco do Toy a levar com isso.
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De Costa a 16.09.2016 às 00:32

Sim, você não fundamenta, não explica, não enquadra ou justifica. Vanguarda revolucionária, superiormente destinado a pastorear as massas, que sem si estariam perdidas, e a castigar sumária e duramente a direita (ah!, fosse de facto possível malhar-lhe fisicamente, Carlão, como tão eruditamente afirmou um dos semi-deuses da sua seita, isso é que seria bom; começando desde logo pelos deputados do CDS, claro...), você telegraficamente decreta. 


Como aliás se tem podido ler por aqui. É coisa muito de esquerda, sim senhor.


Respeite o Toy. Não insulte terceiros. Não estou certo que você esteja à altura do seu trabalho.


Costa
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De carlão a 16.09.2016 às 11:39

Este homem é um tratado! Estou rendido.
Para quando um tachito no cds ou mesmo no pnr? Para quando uma coluna no Diabo? Saudosistas do antigo regime, vocês andam a dormir? Vão mesmo desperdiçar uma inteligência destas? Vocês é que ficam a perder. Não, Portugal é que fica a perder.
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De Costa a 16.09.2016 às 22:50

Homem, que fixação a sua com o CDS. A coisa roça o patológico, temo. É necessária uma extraordinária falta de argumentos, uma extrema limitação, uma limitadíssima visão do mundo, para cair numa monotonia tão vazia de conteúdo e tão dogmática como a sua. 


De facto, que tédio trocar comentários consigo. Mas admiro a sua canina (com todo o respeito pelos canídeos) solicitude para servir os seus senhores. Só não sei com lacaios como você a causa é de facto servida. Mas isso não é coisa de meu cuidado...


Costa
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De carlão a 16.09.2016 às 23:12

É psicólogo agora também??
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De Costa a 17.09.2016 às 10:35

Não. Mas para o definir a si, Carlão, basta simples e honesto bom senso.


Costa
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De carlão a 17.09.2016 às 14:16

Que você tem em grandes doses a sair pelo nariz, suponho.
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De Costa a 17.09.2016 às 23:55

As suficientes para não ter insónias por questões de má consciência. Que você também não terá, bem sei. Por sua evidente falta de familiaridade com o conceito, já que para si bom senso e honestidade são ranho. 


O que é perfeito para a sua função de submisso mastim - ou nem isso -, instruído para "malhar" neste blogue.


Costa
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De carlão a 18.09.2016 às 10:29

Agora também sabe de zoologia? Grande macaco você me saíu, amigo Costa!
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De Costa a 18.09.2016 às 13:53

Não sei de zoologia e de facto, por respeito aos animais ditos irracionais, corrijo-me: não colocarei o Carlão ao nível de um cão. Porque o Carlão é, no estrito campo dos humanos (dos seres de forma humana, enfim), uma coisa demasiado sinistra, demasiado desonesta. É reles como só o Homem sabe ser.


Carlão, fico por aqui. Já nos afastámos quanto baste do tema deste "post" e já demonstrámos com clareza suficiente quanto nos temos em (des)consideração. 


É possível que voltemos a conversar neste blogue. É que eu tenho o hábito de o frequentar, revendo-me no que aqui é escrito ou encontrando fundamentação e honestidade naquilo de que discordo. E você também cá vem, ainda mais do que eu, com o firme e progressista propósito de achincalhar, desconsiderar, mentir. De obeceder aos seus, enfim. 


Se você mandasse, bem sei, fascistas como eu estariam devidamente silenciados. E seguramente haveria muito mais liberdade. Mas não manda. Ainda, pelo menos.


Saudações,
Costa
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De carlão a 18.09.2016 às 14:22

Grande Costa, vindo de um sujeito de extrema direita, sinto-me altamente elogiado com os insultos. Se viessem de um democrata, aí sim, preocupava-me.
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De francisco menezes a 15.09.2016 às 18:46

O Carlão comporta-se apenas como um agente de serviço do socratismo/costismo. 
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De carlão a 15.09.2016 às 20:30

Não quer continuar o seu "raciocínio"? Se x defende o PS é um agente de serviço, é isso? Bom, e onde foi endoutrinado para fazer este tipo de elocubrações?

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