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Foi assim que tivemos o primeiro governo, desde 1975, que jamais enfrentou uma manifestação, nem paredes pintadas a mandá-lo embora. À direita, a crise e a tentação de colaborar é a mesma. Nunca a direita valeu tão pouco, nem mesmo em 1975. O PSD desespera do futuro do seu aparelho autárquico. O CDS foi arruinado pela facção que o dirigiu até ao ano passado. As fragilidades são tão grandes, que nem foram capazes de resistir à manobra socialista para, aproveitando a participação do Chega na nova maioria açoriana, tornar uma derrota dos socialistas num “problema” — da direita.

A ler a crónica de Rui Ramos desta semana no Observador



7 comentários

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De Anónimo a 15.01.2021 às 13:50


De momento, fazem-se escutas telefónicas ilegais e arbitrariamente persegue-se quem tem a ousadia de criticar o poder.
Já só falta a este governo montar "ciladas" para atrair os seus adversários de modo a poder intimidá-los depois, com chantagens veladas. Era o velho método soviético para "calar" os inimigos e opositores ao regime.É um dos métodos atuais usados por Putin,  aprendidos no tempo da KGB.
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De Marques Aarão a 15.01.2021 às 18:44

Se o povo não pedir a demissão, Costa vindo da rua à rua voltará.
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De Anónimo a 16.01.2021 às 07:05

" Os estragos que o dr. Costa causou nestes cinco anos só têm rival na placidez com que o prof. Marcelo os permitiu e legitimou. Não é uma surpresa que um caudilho com um passado estalinista e um presente desprovido de escrúpulos lidere um projecto autocrata e ruinoso. Porém, confesso relativa surpresa com o incondicional beneplácito do prof. Marcelo no processo, aliás indispensável ao respectivo êxito."
Alberto Gonçalves
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De Anónimo a 16.01.2021 às 07:14

"Corre por aí que não compete ao prof. Marcelo substituir-se a uma oposição com a vitalidade dos pisa-papéis. Formalmente, é verdade. Na prática, nunca foi tão necessário um presidente capaz de escrutinar o governo e afrontar os seus abundantes excessos. E nunca, antes do prof. Marcelo, um presidente abdicou tão radicalmente dessa função."

(idem)
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De Anónimo a 16.01.2021 às 10:20

 Rui Ramos destaca a magnitude da erosão da Democracia, levada a cabo pelo governo de Costa e os seus efeitos na vida do país.

Sabendo que a nossa Constituição possui mecanismos próprios, adequados, precisamente  para controlar estes desmandos dos políticos; 
Sabendo que a mesma Constituição  tem instrumentos que limitam os excessos e as exigências de grupos de interesse (políticos ou não) que gravitam à volta do governo (e são visíveis);
Sabendo que estamos  à mercê de um poder discricionário como nunca houve e fora de possibilidade de escrutínio (vejam-se os recentes exemplos);
Sabendo que tudo isso tem acelerado a degradação da nossa Democracia, a pergunta que a qualquer cidadão apeteceria fazer ao Constitucionalista e Sr. Presidente da República M. Rebelo de Sousa seria:
Porque não quis o Sr. accionar os mecanismos de que dispunha, previstos na Constituição, colocando-se, desse modo, do lado daqueles com quem assumiu um compromisso: os Cidadãos, o País, a Democracia, o Bem Comum?
MSC
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De Anónimo a 16.01.2021 às 11:29

Com tanto zelo que...
«Portugal é o quarto país da Europa com as casas mais frias»
Nesta lista, só Bulgária, Lituânia e Chipre estão pior que nós.

-------------------------------------------------------
As nossas casas frias e a nossa pobreza energética não espantam, se associarmos a isso a média dos nossos baixos salários e sem esquecer que a factura da nossa  eletricidade é uma das mais caras da Europa, mercê de políticas energéticas incompetentes  mas muito proveitosas para alguns. António Costa  sempre zela pelos "seus"... como é uso e costume (indecente) nos países sub-desenvolvidos, também chamados "terceiromundistas".
É assim que se desbarata e empobrece um país, afastando-o cada vez mais da Europa. 
Diminui o poder de compra dos portugueses e aumenta... o frio de suas casas.

E o resto é história.
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De Anónimo a 16.01.2021 às 17:06


"...tornar uma derrota dos socialistas num “problema” — da direita....".
Não é só a História que é escrita pelos e ao gosto dos vencedores.

A realidade também é apresentada -para formação opinião pública- pela dependente média.
Outro interessante exemplo de distorção da realidade: "o vírus Inglês".

E pronto, já não é nem Chinês nem Covid19. Os eurófilos matam dois coelhos de uma cajadada.

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