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Não faz muito sentido comparar Nova York, mesmo que seja o estado e não a cidade, com a Alemanha.
Também já terei escrito que não faz muito sentido tratar uniformemente os países, como unidades geográficas base para análise da evolução da epidemia, quando a epidemia tem variações geográficas brutais dentro do mesmo país (o que é tanto mais verdade quanto maior é o país, naturalmente).
Dito isto, no dia em que me aparecer alguém que tenha uma explicação consistente para que tenha morrido muita gente em Nova York, e agora nem por isso, e na Alemanha esteja a morrer mais gente agora que na Primavera, com base na ideia de que é o comportamente dos hospedeiros e potenciais hospedeiros que controlam a evolução da epidemia, eu passo a olhar para essa hipótese com mais atenção.
Até lá, francamente, não vejo por que razão se deve aceitar essa hipótese como auto-evidente se ela é absolutamente incapaz de explicar coisas destas (a menos que alguém demonstre que os novaiorquinos passaram todos a comportar-se com as regras dos conventos carmelitas e os alemães se tenham entregue às raves todos os dias, claro).
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