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É um eco olhando saudoso o mar. Um eco calado no silêncio do Tempo, a Pederneira. Na sua expressão, as águas fundas de outrora, o estaleiro, tantos mastros e velame, a faina dos carpinteiros. Partiam e chegavam, às vezes maldosas e piratas, embarcações negras, agoirentas. As águas sempre um segredo, qualquer esperada surpresa.
E o santuário, a devoção à Senhora da Nazaré, o mundo a crescer pelos cumes, arribas imensas a fugir da ameaça do areal, a realidade de hoje. A Pederneira adormeceu ao ritmo da praia em expansão. Tal qual as lides da pesca.
E o sangue gritando por ossadas antigas. O mar contado até mil vezes mil.
Assim tão longe, sobra agora o nome de uma igrejinha, a paroquial Senhora das Areias. Espreitando o Sítio, ainda no coração de muitos e de um dos quase esquecidos cinco coutos de Alcobaça.
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