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No jornal Público, JVM diz que «vamos ter um governo que sabe o que é a cultura [ele escreve com C, o burro!] e que não a confunde com a decoração de interiores». No mesmo jornal, o editorial é dedicado ao problema do conservatório de música, em colapso.
Ninguém se quis lembrar que a Parque Escolar não atendeu ao problema do edifício do BA, mas nem qualquer presumido candidato a ministro da dita cultura ou outros comprometidos até aos ossos com a ambição de cargos souberam em devido tempo defender essa escola e o que ela representa.
Deixar arder para depois cobrar? É triste!
É sempre a direita neoliberal e quejanda a levar no lombo. Fraca memória, fraca memória! Até Sócrates, na sua demência, soube reconhecer que a cultura foi menosprezada nos seus governos e prometeu mais.
Portanto, o primeiro gesto de AC no poder vai ser socorrer o Conservatório Musical. Vai desafinar? Não faz mal... A música da nova banda é outra...!
Entretanto, conceber e defender uma escola tecnicamente avançada em termos acústicos e enquadrada com o melhor que existe pensando no século XXI, num edifício novo e de qualidade intrinseca que aquele não tinha, isso não. Basta bater na tecla do tecto que caiu e da parede que infliltrou...
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