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Muita política, poucas realizações

por Jose Miguel Roque Martins, em 23.11.20

Apenas olhando para a resposta a esta pandemia, o que vemos:

Comunicados e medidas para o povo cumprir: abundantes, de eficácia duvidosa

Apoios suficientes para os atingidos: inexistentes

Apoio medico a outras doenças: mortes excessivas abundantes

Preparação da segunda vaga: invisível

Distribuição das vacinas para a gripe: lamentável

Preparação da vacinação covid: atrasada

 

Infelizmente, em Portugal,  temos muita política mas muito poucas realizações. Assim não vamos lá!



9 comentários

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De Anónimo a 23.11.2020 às 10:00

esquerda merdosa, imbecil, incompetente
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De Anónimo a 23.11.2020 às 11:13

Na sua lista faltou:

 Avaliação final do Governo pelo cidadão comum - deficiente ou muito deficiente. 

O que mais sobressai, é que o governo  não estabeleceu para si mesmo,  nem regras, nem medidas para cumprir e aplicar com a mesma exigência a que obrigou os portugueses. Numa Democracia responsável, Governo e cidadãos , embora com papéis e desempenhos diferentes, dividem responsabilidades e nenhum pode eximir-se de as cumprir. Ambos são actores nesta crise.

Ora os portugueses têm a percepção de que o governo instou os portugueses a cumprirem regras , mas não assumiu a parte que lhe cabia e só a ele competia, i.e. NÃO robusteceu o SNS com medidas atempadas e respostas eficazes. Em vez disso, para esconder as próprias deficiências e ausência de um plano, sacode responsabilidades, "chutando" para cima dos cidadãos e do seu comportamento, qualquer insucesso. Esta incumbência, unilateral, do combate à pandemia é que está a ser cada vez mais percebida. E as pessoas vão cumprindo (e bem) as medidas impostas, mas não deixam de perguntar-se _ o que tem feito a "outra parte"?

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De Anónimo a 23.11.2020 às 13:11

Chamam-lhe "habilidade" 
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De Anónimo a 23.11.2020 às 15:49

TAP: Um Caso Crónico do Socialismo Português (https://oinsurgente.org/2020/11/22/tap-um-caso-cronico-do-socialismo-portugues/)

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De Anónimo a 23.11.2020 às 15:52

 "em plena pandemia, o governo PS decidiu injectar na TAP 1700 milhões de euros (fonte), mil e setecentos milhões de euros!!! Para colocar em perspectiva, o orçamento da saúde em 2020 foi cerca de 11 mil milhões de euros (fonte)."



Blog "O Insurgente"
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De voza0db a 23.11.2020 às 21:46

Resta questionar o autor dessa afirmação: "Qual pandemia?"...
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De Anónimo a 23.11.2020 às 16:03


Não há desculpa para se continuar a votar mal. Há muita informação credível à nossa disposição:


https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/portugal-esta-a-ser-ultrapassado-no-pib-per-capita-pelos-10-paises-que-aderiram-a-ue-em-2004
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De Anónimo a 23.11.2020 às 16:07

O socialismo estagnou e empobreceu o país.

"O tal caminho para a sociedade socialista não tem produzido grandes resultados, e parafraseando uma citação muito popular, “insanidade é continuar a aplicar as mesmas políticas e esperar resultados diferentes"
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De voza0db a 23.11.2020 às 21:45


NENHUMA das medidas IMPOSTAS até à data resultaram! O resultado para quem tiver um cérebro a funcionar é de fácil aferição...


Das máscaras ao álcool gel, das prisões domiciliárias voluntárias/impostas aos recolheres obrigatórias, das escolas sem ganapa aos lares com velhos e velhas abandonados à morte, das consultas anuladas ao "tome um ben-u-ron se tiver febre" (tal é a gravidade da "infecção" pelo mítico "SARS-CoV-2"!)... NADA É INCAPAZ de travar esta FALSA PANDEMIA sustentada pela reacção química PCR...


Nem sequer a "justiça" tem força para a travar!


"Efectivamente, o que decorre dos factos dados como assentes, é que nenhum dos requerentes foi sequer visto por um médico, o que se mostra francamente inexplicável, face à invocada gravidade da infecção.
17. Na verdade, o único elemento que consta nos factos provados, a este respeito, é a realização de testes RT-PCR, sendo que um deles apresentou um resultado positivo em relação a uma das requerentes.
i. Ora,
face à actual evidência científica, esse teste mostra-se, só por si, incapaz de determinar, sem margem de dúvida razoável, que tal positividade corresponde, de facto, à infecção de uma pessoa pelo vírus SARS-CoV-2,[meu realce] por várias razões, das quais destacamos duas (a que acresce a questão do gold standard que, pela sua especificidade, nem sequer abordaremos):
Por essa fiabilidade depender do número de ciclos que compõem o teste;
Por essa fiabilidade depender da quantidade de carga viral presente."



fonte: http://www.gde.mj.pt/jtrl.nsf/33182fc732316039802565fa00497eec/79d6ba338dcbe5e28025861f003e7b30



CONTINUEMOS ENTÃO SOSSEGADOS E TRANQUILOS...

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