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De vez em quando volto à ideia de que Portugal devia mudar a capital para Castelo Branco.
E digo-o a sério, não é uma piada.
Eu sei que custa dinheiro - e capital não é coisa em que Portugal esteja a nadar, muito menos o estado português -, eu sei que tem muitas contra-indicações (incluindo a discussão interminável sobre a escolha do sítio para onde mudar a capital, se não se consegue decidir onde localizar um aeroporto, imagine-se discutir para onde mudar a capital) e por aí fora.
Mas quando vejo isto, a ideia volta a tropel.

O Estado cria um programa de estágios (eu acho uma chinezice, mas enfim) e Lisboa tem mais vagas que o resto do país todo junto.
E cada uma das pessoas que trabalham em Lisboa precisa de um sítio onde dormir, de espaço para se deslocar do sítio onde dorme para o sítio onde trabalha, escolas para os filhos, centros de saúde, postos de correio, balcões bancários, etc., etc..
Podíamos começar por coisas simbólicas e que não exijam muito investimento: mudar a Presidência da República para Castelo Branco (só a quantidade de jornalistas que iriam atrás já daria para se fazer notar nos próximos censos da população).
Depois a presidência do Conselho de Ministros.
Depois os ministérios, um a um.
Depois da Assembleia da República.
E, aos poucos, os serviços de apoio.
Tudo isso gera ineficiência?
Sim, gera.
Eu acho é que, no longo prazo, gera muito menos ineficiência que ter uma administração que acha normal ter mais lugares de estágio na administração pública em Lisboa que no resto do país todo junto.
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