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Mais umas semanas enroladinhos em casa, hem?!

por João Távora, em 09.01.21

"A força política para que isso [confinamento] aconteça é muito grande. Basta ler os jornais que há dois dias pedem que tudo se feche. E esta é também uma forma de acalmar o medo que se foi instalando. Mas a eficácia do confinamento é muito baixa (...) A eficácia para evitar as mortes é muito baixa. E a mim o que me preocupa é evitar que as pessoas morram."

Como sabem não tenho qualquer interesse em votar nas eleições presidenciais, mas detesto que me fechem em casa. Façam o favor de ler esta entrevista Jorge Torgal, professor catedrático de Medicina, ao jornal Público.



8 comentários

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De Carlos Sousa a 09.01.2021 às 15:52

O que me preocupa não é o confinamento é o motivo do confinamento. 
Vamos confinar por causa de um vírus que matou 7000 pessoas mas não confinamos por causa das outras 115000 que faleceram no mesmo período. 
Vamos confinar porque houve um relaxamento das medidas no Natal e no Ano Novo, mas podemos relaxar no dia das eleições porque é inconstitucional fazer as eleições noutro dia.
E se deixassem de fazer as pessoas parvas e gerissem a pandemia em termos de saúde e não em controle de comportamentos. 
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De Anónimo a 11.01.2021 às 02:38

As Presidenciais deveriam dar o exemplo, com uma eleição Presidencial segura e responsável.

https://peticaopublica.com/?pi=PT104953


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De Anónimo a 09.01.2021 às 16:13

Jorge Torgal chama a atenção para uma enorme contradição do governo:
decreta o confinamento para proteger os cidadãos e simultaneamente incentiva-os a cumprir o acto cívico de irem votar. 
Se já se previa, pois tudo indicava que este cenário ia acontecer,  porque não se anteciparam, fazendo as alterações necessárias e adiando o calendário eleitoral? É o que defende Jorge Torgal. (Não se percebe... Não se estava a suspender a Democracia e toda a gente percebia que era apenas um mero adiamento).
Um governo imprudente e imprevidente, porque nunca faz nada a tempo e horas. 
Mais uma vez, navegação sem plano e sem rumo certo, que pode ter consequências desastrosas. Esperemos que não.
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De António Pires a 09.01.2021 às 17:46

Jorge Torgal, na entrevista referida no post, afirma que a vacina não faz diminuir o número de infectados mas sim diminuir o número de mortes porque diminui a gravidade da doença.
Sempre li que as vacinas tornam as pessoas imunes imunes às doenças para as quais são vacinadas (a menos da percentagem de eficácia das vacinas).
Agradecia que alguém me pudesse esclarecer sobre este assunto.
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De Anónimo a 09.01.2021 às 20:55

A ideia que tenho do funcionamento das vacinas em geral é que expondo o sistema imunitário a uma versão enfraquecida do vírus, tornam o organismo  capaz de o reconhecer e de produzir os anticorpos adequados. Desta forma a virose a ocorrer torna-se menos grave. 
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De António Pires a 10.01.2021 às 08:37

Obrigado.
Era essa a ideia que eu tinha. A dúvida que persiste é se uma pessoa vacinada e que contraia a doença, embora de forma benigna, pode contagiar terceiros. Se assim for, não percebo como a varíola foi declarada extinta e já não se vacina ninguém.
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De Carlos Sousa a 10.01.2021 às 09:44

Estas vacinas não funcionam assim.
Esse era o método antigo e penso que só a vacina chinesa é que o utiliza.
Estas mexem nos anticorpos das pessoas.
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De António Pires a 10.01.2021 às 08:46

Agradeço ao autor do post ter acolhido o meu comentário que é mais uma dúvida minha do que um comentário.

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