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 Rui Rio não é apenas um político medíocre. É um político com propostas e convicções empobrecedoras. Posso dizer isto do alto da insignificância do meu voto singular. Mas posso também esperar e desejar (e espero e desejo veementemente) que este homem -- que como líder do PSD já demonstrou em poucos meses mais nojo à iniciativa privada do que o Bloco e mais avidez de novos impostos do que o PS -- consiga o pior resultado de sempre do PSD nas legislativas. Desejo-lhe um desastre eleitoral. Desejo-lhe com inteira sinceridade um resultado vergonhoso, para ele e para o seu partido. Desejo-lhe uma morte política o mais humilhante possível. E a quem o escolheu como líder.

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7 comentários

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De Anónimo a 12.09.2018 às 22:57

Já vi esse filme em 1995 quando a picareta falante e o PS começaram a aventura de 15 anos. Na altura já ninguém podia ver "o cavaco". Do outro lado está um manhoso perigoso.
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De Luís Lavoura a 13.09.2018 às 17:28

O José Mendonça da Cruz não está a ver a questão direita.
O Bloco de Esquerda quer aumentar os impostos para transações a curto prazo.
O que Rio sugeriu foi diferente: aumentar os impostos para transações a curto prazo mas diminui-los para transações a longo prazo. Rio referiu explicitamente que o imposto sobre as mais-valias imobiliárias até poderia ser zero se a venda fosse efetuada uma dezena de anos após a compra. (É o que se passa com as mais-valias em ações, em que o imposto é zero se a venda fôr feita mais de um ano após a compra.)
Ou seja, pode nem haver subida dos impostos. Pode haver apenas uma mudança, com mais impostos sobre certas vendas e menos sobre outras.
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De António a 13.09.2018 às 21:29

Essa das acções é mentira. Não há nenhuma isenção, já houve. Agora são 28% a qualquer prazo.
Quanto às casas, se eu comprar uma casa para mim, para viver lá o resto dos meus dias, e no dia seguinte à mudança um maluco me oferecesse o dobro, mais maluco era eu se recusasse. Pagava ao banco, ficava sem dívidas, comprava outra e batia palmas.
Em mercado livre a especulação não existe, é o comprador quem define o preço efectivo, e se fôr demais não há compradores. Experimente você que logo vai ver. Compre um sabonete no supermercado e ponha-o no Ebay dez vezes mais caro a ver se lho compram.
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De António a 14.09.2018 às 02:28

E esta discussão está errada desde o começo. Eu pago IRS. O resto é roubo. O IVA é roubo, porque se taxa o valor acrescentado? Um tipo tira leite duma vaca e coloca num vasilhame, ele paga IRC sobre o lucro, e eu pago um imposto em nome de quê? Porque pago imposto para beber leite?
Há um adicional ao IMI. O que é o IMI? O que é o Imposto Municipal sobre Imóveis? O que é que o município gasta com a minha casa? O que me dá em troca do que me rouba? Pinta-ma? Coloca telhas partidas? Protege-a? Paga o condomínio?
E o que é o IMT? Porque recebe o município por uma venda duma casa? Já recebeu das licenças, dos projectos, os empreiteiros fazem as ruas e os passeios, pagam os candeeiros e os contentores do lixo. A recolha do lixo é paga à parte. E que não fosse, para que pago então IRS?
Porque pago imposto sobre a gasolina? E mais IVA sobre o imposto? E mais um adicional sobre o imposto? É por causa das estradas? Então o IRS é para quê? O IRC é para quê?
Quer dizer, eu pago um imposto sobre o que ganho, e depois pago dezenas de impostos, sobre a gasolina, o tabaco, o papel higiénico. O que recebo em troca? Saúde? Educação? Mas o IRS é para quê?
Estamos aqui a discutir a bondade de adicionais a impostos, quando os impostos não têm qualquer justificação que se veja. Nem fazem sentido - porque se cobra imposto a funcionários públicos pagos com impostos? Não era mais simples pagar líquido? Porque é que um semáforo paga taxa do audiovisual - para começar, para que se paga uma taxa do audiovisual? Porque se paga uma taxa de direitos de autor ao comprar um disco rígido vazio?
E ainda aparecem os Rios e os Lavouras, ah porque ganhou tem de pagar. Sim? Mas porquê? Para quê? Ah, redistribuir. Tipo Pedrógão, o Estado não dá, embolsa os donativos dos particulares, e desvia os fundos de ajuda internacional? Para que pagamos IRS, a sério?
Estou tão farto da conversa de chacha, ah, este imposto é justo. Nenhum é se não tiver uma contrapartida, e não têm. E sem contrapartida é dá cá senão levas - é roubo.
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De Carlos Conde a 16.09.2018 às 11:59

Excelente comentário.
Faltou referir, entre outras, a taxa de estacionamento.
Uma invenção fantástica aceite bovinamente pelo eleitor.
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De António a 16.09.2018 às 13:54

Decerto que me esqueci de mais. Nem o Fisco deve saber ao certo quantas taxas há.
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De Anónimo a 14.09.2018 às 12:45

Rui Rio esteve muito bem!!! medíocre !!!??? com uma bolha imobiliária...os políticos que as promovem deviam ser queimados em praça publica...depois de tudo o que aconteceu com a crise anterior!!! o Banco de Portugal o que é que anda aqui a fazer...já não bastou ter destruído toda a banca de matriz portuguesa...

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