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A Igreja celebra, na liturgia de hoje, Santa Teresa de Calcutá. Faleceu há precisamente 20 anos em 05 de Setembro de 1997, poucos dias após o trágico acidente de automóvel da Princesa Diana que a vitimou. Madre Teresa foi, talvez, no Sec. XX, a maior testemunha do que é a Caridade. A sua obra é conhecida e reconhecida em todo o Mundo e fundou uma Congregação – “Missionárias da Caridade” – que deu e continua a dar continuidade à sua Obra. São muitas as intervenções públicas que fez ao longo da sua vida e recordo, muito especialmente hoje, esta sua afirmação: “Tudo o que não se dá, perde-se!”
Não por acaso, em 2012, a ONU instituiu o Dia Internacional da Caridade nesta data. Curiosamente, mas sem surpresas, a comunicação social (com excepção da Rádio Renascença) não faz hoje qualquer referência nem à efeméride, nem Madre Teresa de Calcutá nem ao Dia Internacional da Caridade. Por contraste, fomos inundados de notícias, artigos, reportagens sobre a Princesa Diana. Saliente-se que ambas se estimavam mutuamente e a Madre Teresa morreu quando se preparava para uma celebração em memória da Princesa Diana. Tenho, ainda que por motivos distintos, a maior estima por estas duas personagens; mas, confesso, sinto tristeza (e até alguma revolta) pela publicidade que a uma delas se faz e a condenação ao esquecimento relativamente à outra.
Mas eu não falei na obra dela. Tenho a minha opinião, mas não a vou dizer aqui, porque a discussão seria interminável. Eu apenas me referi à suposta humildade e apagamento da senhora, o que não é verdade. Fala em abraços, por simples obrigação cristã? Não. Precisa que coloque aqui citações de elogios?
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