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Ângela Silva deu hoje, na Sic, uma lição preciosa a todos os candidatos ao jornalismo manhoso.
Perguntada sobre o artigo de Cavaco Silva no Público, sobre as meias-verdades e as mentiras que o PS faz a propósito de dívida pública, défice orçamental, sobre «contas certas», sobre quem foi que cortou pensões e salários, sobre quem tem o recorde de subida de impostos. Em resposta sobre o que pensava do artigo de Cavaco, Ângela Silva utilizou três variações da palavra obsessão: que Cavaco intervinha obsessivamente, que tinha uma obsessão de atacar o PS, que era obsessivo no tema. E, oléops, Ângela Silva, parecendo que tratava do assunto, fugiu ao assunto e foi para a espuma: se Cavaco tem uma obsessão, se isto ajuda ou não o PSD, se isto mostra que o PSD é fraco. E, evidentemente, nada disse sobre o fundo da questão, as críticas de Cavaco que desmascaram o ilusionismo socialista.
Por isso, jornalistas que aspiram a ter o amor dos socialistas: ouçam ângela Silva e aprendam.
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