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Lá voltam eles

por José Mendonça da Cruz, em 19.11.21

Lá voltam os «especialistas de saúde pública», de debaixo das suas pedras, alacres -- decerto alheios ao estado catatónico do SNS e à legião dos mortos por falta de atendimento a tempo -- aaahhhhh, ou é como digo ou vamos morrer todos, a culpa é vossa!

Lá voltam as reuniões intrigantes do Infarmed, mal enjorcadas, torcidamente concluídas, de conclusões brancas ou pessimamente divulgadas, aaahhhh, horror, estamos à beira da tragédia!

Lá vem Costa e os seus farejando uma bóia de salvação, é o horror, é o fim, votem em nós senão morrem.

Lá vêm os jornalistas amestrados e incompetentes em mistura indistinguível, são 1000, são 2000, são 3000 amanhã, 10 000 na 5.ª semana de fevereiro, votem PS ou amanhã morrem.

Lá vem o Presidente e diz coisas. 

Sim, e quantos casos são por causa doCovid, e quantos também com Covid? Quantos são casos graves, ou preocupantes, ou sequer de algum cuidado, ou simplesmente 37,5 de febre e uma tosse, como 6 familiares meus? Não se sabe. Os «jornalistas» não querem saber. Um palerma na RTP, trazido a esta triste fama, quer, o tonto, fechar fronteiras, fechar restaurantes, fechar os espaços públicos, viver do ar. Ponham máscaras, não respirem, escondam-se em casa, não bebam nem comam, borrifem em família, trabalho, amigos, fujam!, tremam de medo!

É preciso vacinar!, dizem eles. A vacina de nada serve!, inculcam eles. Eu, vacinado, aprendo que a vacina não serve de nada, vamos morrer todos!, dizem eles. A mim, vacinado, chamem-me negacionista; eu chamo-vos moluscos («T`es comme une moule, mon frére, t`es comme une moule!»).

Ovelhas, todas em coro, digam outra vez: Bééééééééééééééééé



20 comentários

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De Carlos Sousa a 19.11.2021 às 22:55

Fico contente por ver que finalmente algumas pessoas começam a utilizar o cérebro. 
Quando no princípio pus em dúvida as medidas draconianas de protecção, ai que del rei caiu o Carmo e a Trindade. Chamaram-me negacionista, que não pensava nos outros e outros mimos parecidos.
Felizmente o tempo começa a dar-me razão. 
Só falta aparecerem os resultados da vacinação nas grávidas e o resultados do aumento exponencial de problemas respiratórios nos putos por causa da obrigação do uso de máscara. 
Com tanto perito, quero ver quem é que vai no fim assumir a responsabilidade de tanta loucura.
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De Anónimo a 20.11.2021 às 18:28


Eles já sabem (ou já sabiam):
https://cf5e727d-d02d-4d71-89ff-9fe2d3ad957f.filesusr.com/ugd/adf864_2bd97450072f4364a65e5cf1d7384dd4.pdf
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34495304/
Julgo que ainda não entrámos no 9º mês após toma para as idades férteis.
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De Anónimo a 19.11.2021 às 23:34


Podemos estar para a vacina como Ferro Rodrigues para o segredo de justiça, mas na verdade fazemos o quê?


Pedro Cunha
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De Anónimo a 20.11.2021 às 08:28

 E no fim lá iremos todos, catatónicos, tossindo... bovinamente...a tomar a vacina de que nada serve _ mas nos há-de salvar _ se não morremos todos!!! E o contrário também é verdade, que isto anda sempre às "curvas" e "picos"

Viva o Infarmed! Mai' los telejornais especializados em "espécie"!
Viva o Costa! Grande epidemiologista do povo que sabe mais que o Camões!


Abaixo o Costa! Abaixo! Que é preciso achatar o Costa!
 Puff!
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De Anónimo a 20.11.2021 às 08:56

Há 6 anos que... "o povo entrou em estado de catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai".

Parece que não mata nem tem cura. Simplesmente habituamo-nos ao veneno.


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De aly kath a 20.11.2021 às 08:57

com politicos e especialistas destes a culpa é dos contribuintes privados ... de tudo
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De Marques Aarão a 20.11.2021 às 09:29

Lá voltam os que nunca saíram
EST(R)ADO DA NAÇÃO
-Sociedade Portuguesa hoje Analfabetismo funcional; in(cultura)/ignorância; apatia  cívica/irresponsabilidade; ilusão/aparato/ostentação;  irracionalidade/inversão de valores; indigência mental/anestesia  coletiva; ensino postiço e inconsequente; autoridade tolhida e  envergonhada; justiça sinuosa e seletiva; responsabilidades diluídas  e baralhadas; mediocridades perfiladas e promovidas; capacidades  trituradas e proscritas; sofisma institucionalizado.
-Quês e porquês
Maleita atávica e condicionamento manipulado pelos poderes instalados;  negligência paralisante no dever de participação; vício embriagante na desculpa cómoda do dedo acusador sempre em riste. Culpar D. Sebastião,  o padeiro da esquina ou dirigentes de ocasião é nossa mestria e  sina nossa. Culpados somos todos nós, acomodados na obsessão estéril de celestiais direitos. Também é com a nossa apatia pelos valores de  intervenção e cidadania, que somos conduzidos repetidamente para o  conhecido pantanal. Os nossos governantes são o reflexo e extensão da  gente que somos, mas valha a verdade em escala cujo grau de refinamento, incapacidade e subversão de interesses coletivos ultrapassa os limites da decência. Que o actual 1º ministro em vez de esbracejar governe e em vez de iludir assente, invertendo essa carga em desequilíbrio e remetendo para as calendas a política de feirola de contrafeitos.
-Receituário extraviado
Cabe cultivar que ao cidadão comum não deve competir apenas votar ciclicamente em deputados acorrentados pela disciplina partidária. Na sociedade como nos bancos da escola, acautelar conceitos/aulas de civismo e cidadania, o que é liberdade, democracia, educação e compostura.  A televisão pública como veículo que molda, não pode servir só para futebol, novelas e propaganda oficial. Não basta compor a rama, é preciso cavar a terra e aconchegar os tomates. Por hora o circo ameaça  continuar, mas que o tempo (grande mestre) se encarregue de nos despertar enquanto é tempo. A nós, suporte coletivo de tragédias e façanhas, competirá sobretudo intervir responsável e interessadamente no que a todos diz respeito, não  concedendo carta branca ao desbarato para o traçado do caminho, ao círculo restrito de políticos abengalados.
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De Luís Miguel Bandeira Rosado a 20.11.2021 às 10:32

Bravo!
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De pitosga a 20.11.2021 às 12:33

José Mendonça da Cruz,
Acredito que tudo isto está incluído num esquema duma nova ditadura da esquerdalha.
Se não for a covid, será o clima, ou será o controlo das religiões.
Como soe ser, é uma ditadura de minorias a fingir que são muitos. E em [pouco] tempo esta gentalha será eliminada precisamente pelos que ela exclui, não acreditando eu em novas versões de Nuremberg.
>>>
Um período revolucionário é sempre uma ditadura de inferiores (Fernando Pessoa)
Na vida não se deve estar do lado da maioria mas, escapando-se, encontrar-se entre os tolos (Marco Aurélio)
The smallest minority on earth is the individual. Those who deny individual rights cannot claim to be defenders of minorities (Alisa Zinov'yevna Rosenbaum)

The absolute pacifist is a bad citizen; times come when force must be used to uphold right, justice and ideals (Alfred North Whitehead).


Abraço (triste) de estima
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De António Carneiro a 20.11.2021 às 17:03

mais um daqueles....
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De Anónimo a 20.11.2021 às 17:49


Recomendo vivamente que quem levou uma injecção (diferente de vacina apesar de terem mudado a definição), e esteja nos grupos de idade, deve levar as seguintes porque há indicações que o seu sistema imunitário pode encontrar-se sequestrado da toma da mesma, e daí a "urgência" mediática para a 2ª, 3ª, 4ª, gripe e mais que virão.
Ou seja,começamos aqui
https://brownstone.org/articles/79-research-studies-affirm-naturally-acquired-immunity-to-covid-19-documented-linked-and-quoted/
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33720905/
Para acabarmos aqui
https://www.technologynetworks.com/biopharma/news/vaccine-antibody-levels-start-to-decline-after-23-months-351329
(não é 23, mas sim 2-3, e o corpo do artigo refere "total antibodies" e não apenas COVID)
Declínio de anticorpos e células T confirmados oficialmente por israelitas, e ingleses, e outros

https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2114228

https://www.gov.uk/government/publications/covid-19-vaccine-surveillance-report
Alguém se deu ao trabalho de compilar a evolução dos relatórios acima. A visão é exagerada e alarmista, mas os números estão lá:
https://archive.md/GzJNj#selection-1163.0-1163.354

O problema do declínio dos anticorpos, é que nos protegem só do COVID, mas de tantas outras infecções.

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