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Jogando pelo seguro:

por Vasco Lobo Xavier, em 26.09.15

Um dos maiores problemas de António Costa é nunca se ter apercebido de que, em Portugal, nem sequer os socialistas admitem de bom grado uma violenta punhalada nas costas.

E, do que vejo, ninguém se esquece do que Costa fez a Seguro pelo que não confiar em gente assim é jogar pelo seguro.

 



1 comentário

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De Anónimo a 26.09.2015 às 20:33

A esquerda subestimou os partidos da coligação, em especial o Passos Coelho e o Paulo Portas. Ambos são políticos muito experientes a quem António Costa nada ensina. Têm ainda a vantagem de que, enquanto que Costa esteve confortavelmente na Câmara de Lisboa a ser bajulado pela "côrte" que criou nestes anos todos (e que o promove nos media), Passos e Portas foram "calejados" pela pior crise por que Portugal passou nos últimos 40 anos.
Costuma-se dizer que o que não nos mata faz-nos mais fortes, e foi isso mesmo que a governação fez a Passos e a Portas, tornando-os mais fortes, experientes e resilientes como políticos e e governantes, e ainda fortalecendo a sua relação pessoal, que passou a ser uma relação de respeito mútuo.

Já a António Costa deram o poder no partido numa das maiores sacanices políticas que já se fizeram em Portugal. Pensavam Costa e a sua "côrte" que a este bastava resguarda-se em Lisboa a fazer "obra" e, na hora certa para o PS, ou seja, depois da crise nacional passar, mas antes que a economia crescesse muito, ele apareceria como o "desejado".
Mas foi notório que a maioria das pessoas desde logo percebeu a canalhice desta gente, nunca indo na "onda" mediática (e por isso artificial), daí que Costa nunca tenha descolado nas sondagens.
A parcialidade dos comentadores, a projecção dos seus desejos em Costa, impediu-os de analisar a realidade política e por isso estes também falharam rotundamente. Não assistimos a análise política, mas sim a comentários de pessoas que não são imparciais nem políticamente independentes. Não analisam nem pensam, fazem campanha partidária de uma forma cínica, sob a capa da "isenção". O comentário político está tão minado como o comentário sobre o futebol.

Hoje Costa é ridicularizado todos os dias e mesmo no PS já não se esconde o desprezo pela sua figura. É sintomático como ontem em Loures, por exemplo, a campanha se resumiu a um jantar num restaurante no centro da cidade onde se calhar nem 100 pessoas estavam. Na Amadora "encheram" um pavilhão com idosos que tinham sido para ali levados por juntas de freguesia, não sabendo que iam para um comício do PS.

A realidade mostra que só há uma solução de governo em Portugal, com todos os seus defeitos, pois tudo o resto significa apenas um grande sarilho e um retrocesso para Portugal. O país não está em condições de fazer experiências políticas que o podem levar de novo à bancarrota. Portugal tem de ter "alta" a 100% antes de poder experimentar uma "alternativa" à coligação.

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