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IRS para a Montis

por henrique pereira dos santos, em 17.03.24

Num comentário ao meu post anterior, um dos leitores lembrou que vamos entrar na época do IRS.

Depois de muitas peripécias, que duraram anos, obrigaram a mudanças estatutárias irrelevantes (comunicadas em avaliações sucessivas e não apenas na primeira análise, isto é, os serviços públicos acham admissível que depois de analisarem um documento, indicarem que alterações precisam de ser feitas para estar correcto, na verificação de que essas alterações foram feitas, descubram novas desconformidades que precisam de ser corrigidas), a Montis, desde o ano passado, passou a ser elegível para receber 0,5% de IRS que os contribuintes indiquem.

A coisa está toda explicada aqui, mas essencialmente o que é preciso é que no formulário do IRS se indique:

Tipo de entidade que pretende apoiar: Pessoas coletivas de utilidade publica de fins ambientais
NIF da entidade - MONTIS 510976077
O tipo de consignação: “IRS”

Como no ano passado foi o primeiro ano em que isso foi possível, não havia, até há uns dias atrás, qualquer ideia do que teria resultado desse processo.

Não sei muitos pormenores, mas tenho ideia de um dia destes, em conversa com alguém da direcção, me terem dito que já tinha entrado a receita proveniente desse processo no ano passado e ser relevante para um dos objectivos centrais da Montis, desde o primeiro dia: ter um número de sócios suficiente para que as quotas pagassem um secretariado, sem depender de mais ninguém.

Na altura não se considerou a possibilidade de consignação de 0,5% do IRS, mas faz sentido que se junte este dinheiro ao dinheiro das quotas para reforçar este objectivo: o secretariado profissional mínimo da Montis deve ser pago pelos seus sócios e apoiantes, sem depender de mais ninguém.

Esse é mais um dos instrumentos para que a Montis seja uma associação realmente independente, cuja orientação depende primordialmente do que os sócios querem que seja a associação, em cada momento.

Ao fim de dez anos, se se consideraram 400 sócios e o dinheiro da consignação do IRS talvez se esteja a falar de qualquer coisa como o custo de uma pessoa a tempo inteiro, que é a base de trabalho que permanece sempre disponível, independentemente das flutuações de disponibilidade de recursos que dependem de projectos e outras fontes de financiamento.

Parece um objectivo ridículamente pequeno, mas olhem que não, olhem que não.



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