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Comecei o meu dia noticioso a ler a entrevista de António Costa. Um prodígio de inteligência, retórica e de distensão que apreciei. Segui para a noticia dos desacatos em Berlim na noite passada. Desta vez pela extrema esquerda.
Não importam as narrativas de políticos, por mais hábeis que sejam, por mais pacificadores que se pretendam, por mais optimistas que possam ser. Em praticamente todo o mundo Ocidental, nas ultimas décadas, assistimos a mais insatisfação e radicalismo. Umas vezes ditas de esquerda, outras ditas de direita.
Ao contrario do que se possa pretender, não são só doidos que gostam de pancadaria. Para isso sempre existiu o futebol. Há mesmo insatisfação profunda. Há motivos para que ela exista, nem sempre os mesmos, em cada pais, para as mesmas pessoas.
A questão é se vamos tentar identificar problemas e resolve-los. Ou se vamos continuar a insistir que está tudo bem e deixar crescer o que está mal. A perfeição não está nas nossas mãos. Salvadores da pátria que nunca erram, não existem. Mas pode-se tentar.
Como Biden nos EUA, se está a esforçar por fazer, mesmo que não concorde com tudo o que propõe. Na Europa, a nossa endémica falta de sentido pratico, que afecta mais uns que outros, torna tudo mais difícil.
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Então, não me diga que na lei diz lá para entrarem...
Eu se estivesse no lugar de André Ventura desistia...
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Fiquei sem preceber por que é que a campanha do al...