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Assumindo que Portugal precisa de imigrantes, defendo uma imigração restrita e controlada. Não creio que uma abertura irrestrita sirva o interesse do país. Pelo contrário, perpetuaria o nosso modelo de baixos salários e beneficiaria sobretudo empresários que pouco investem em tecnologia, qualificação profissional e modelos de negócio mais sofisticados.
Além disso, uma imigração pouco seletiva pode trazer riscos sérios. Podemos importar formas de criminalidade mais violentas, como algumas que conhecemos vindas do Brasil, ou acolher radicais religiosos oriundos de certas comunidades islâmicas que desprezam a nossa história, os nossos valores e o nosso modo de vida.
Mas restrição e controlo não significam hostilidade cega. Não diabolizo a imigração como um todo, nem desculpo quem maltrata imigrantes de forma individual. Acredito que a esmagadora maioria são pessoas pacíficas, cujo único objetivo é trabalhar para construir uma vida melhor. Claro que existem exceções, mas essas são uma minoria, e para elas, sim, defendo firmeza.
Independentemente das políticas migratórias que cada um defenda, há um dever civilizacional que nos deve unir: tratar com dignidade aqueles que já cá estão. Os imigrantes, na maioria dos casos, são seres humanos em situação vulnerável e merecem compaixão.
Por isso, sempre que posso, gosto de lhes transmitir uma palavra de simpatia. Digo ao condutor de Uber do Nepal que adoraria percorrer o Mustang Valley no seu país, e ao empregado de mesa angolano que nenhuma cerveja sabe tão bem como uma Cuca gelada no Mussulo. Pequenos gestos, mas que ajudam a criar pontes.
Quem confunde a defesa de políticas migratórias restritivas com o direito de tratar mal pessoas concretas, vulneráveis e trabalhadoras, não me merece especial simpatia. Dizer que se defendem valores cristãos e não empatizar com pessoas reais, com rosto e história, é uma contradição nos termos.
---> LIBERDADE/DISTÂNCIA/SEPARATISMO DESSE PESSOAL!
[sim: a História não começou há 500 anos!]
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Os bandalhos que não gostam de trabalhar para a sustentabilidade:
- não gostam de falar em trabalhar para a sustentabilidade demográfica (leia-se: discutir a valorização social de quem possui disponibilidade emocional para criar/educar crianças);
- não gostam de falar em trabalhar para a sustentabilidade económica (leia-se: discutir a valorização social de todas as profissões necessárias à sociedade: incluindo a mão-de-obra servil);
...... aliaram-se ......
aos nazis que querem o mundo só para eles.
[os supremacistas demográficos, tal como os hitlerianos, não aceitam a existência de outros... dotados da LIBERDADE de ter o seu espaço, explorar as suas riquezas naturais, prosperar ao seu ritmo]
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-> Por um planeta aonde sejam Todos Diferentes, Todos Iguais!...
-> Isto é: todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o seu espaço no planeta!
---»»» INCLUSIVE as de rendimento demográfico mais baixo,
---»»» INCLUSIVE as economicamente menos rentáveis.
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Respeitar o Direito à Liberdade dos outros!
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Isto é: os globalization-lovers, os UE-lovers, os tiques-dos-impérios lovers, etc, que fiquem na sua... respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
-»»» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com (http://separatismo--50--50.blogspot.com)
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P.S.
Uma luta pela Liberdade com 500 anos
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Em oposição aos boys&girls da civilização 500 anos de roubo&pilhagem...TODOS os povos autóctones que reivindicam a Liberdade de ter o seu espaço, explorar as suas riquezas naturais... estão a ajudar no regresso da liberdade ao planeta!...
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Percebeu mal. Devemos viver da justa remuneração d...
Se bem percebi devemos viver de esmolas, dada pelo...
Grato pelas informaçõesMuito Obrigado
Para avivar a nossa memória, aqui vai um texto que...
Por outras palavras É mas é como se Não fosse.Mas ...