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Imigração e identidade nacional

por João Távora, em 22.06.18

As elites ocidentais continuam a tratar a imigração com aquela arrogância colonial que fazia da “integração” e da “assimilação” o método de lidar com povos de culturas diferentes. Não conseguem admitir que as novas comunidades migrantes possam manter a sua cultura de origem e recusar os valores das sociedades de acolhimento. Não percebem, sequer, que o relativismo e a má consciência desarmaram os ocidentais para efectuar integrações e assimilações. E não se atrevem, por fim, a reflectir na hipótese de o modo de vida ocidental – a democracia, o Estado social, a tolerância, etc. — depender da coesão nacional, e poder não sobreviver à transformação das sociedades ocidentais numa justaposição de comunidades estranhas entre si. Não, a questão identitária não é simplesmente um vício dos “nacionalistas”.

 

A ler na integra Rui Ramos aqui

 
 

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2 comentários

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De Anónimo a 22.06.2018 às 13:51

quiseram ser independentes
devolvam-nos
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De pvnam a 26.06.2018 às 02:24

A GENTE SABE COMO SÃO OS NAZIS-ECONÓMICOS HÁ SÉCULOS:
-» ao falar-se em sobrevivência de Identidades Autóctones... os nazis-económicos ficam em fúria: existem investimentos que foram feitos a pensar na substituição populacional dos autóctones!...
[nota: nazi não é ser alto e louro, blá, blá... mas sim, a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros]
.
Tal como seria de esperar, os mercenários-palhaço que andam por aí... não falam neste caso: em pleno século XXI tribos da Amazónia têm estado a ser massacradas por madeireiros, garimpeiros, fazendeiros com o intuito de lhes roubarem as terras... muitas das quais para serem vendidas posteriormente a multinacionais (uma obs: é imenso o património no Brasil que tem estado a ser vendido à alta finança).
Mais: os mercenários-palhaço que andam por aí... revelam um completo desprezo pelo holocausto massivo cometido sobre povos nativos na América do Norte, na América do Sul, na Austrália, que (apesar de serem economicamente pouco rentáveis) tiveram o «desplante»... de quererem ter o seu espaço no planeta, de quererem sobreviver pacatamente no planeta, de quererem prosperar ao seu ritmo.
.
.
-» Os mercenários-palhaço da UE procuram 'pendurar-se' em salvadores da demografia. [a comunidade nativa não é demograficamente sustentável]
-» Os mercenários-palhaço da UE são lacaios ao serviço da alta finança (capital global): eles trabalham para a eliminação de fronteiras.
[nota: a alta finança ambiciona terraplanar as Identidades, dividir/dissolver as Nações para reinar...]
-» Os mercenários-palhaço da UE, juntamente com mercenários-naturalizados, perseguem os autóctones que reivindicam o LEGÍTIMO DIREITO À SOBREVIVÊNCIA DA IDENTIDADE.
.
.
Conversa com europeístas é uma coisa para esquecer... urge é arrepiar caminho:
-» urge trabalhar para o SEPARATISMO-50-50.
.
.
Ou seja:
- todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» INCLUSIVE as de rendimento demográfico mais baixo, INCLUSIVE as economicamente menos rentáveis.
-» Os 'globalization-lovers', UE-lovers, smartphone-lovers {os indiferentes para com as questões políticas}, etc, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
-»»» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.
.
Nota 1: Os Separatistas-50-50 não são fundamentalistas: leia-se, para os separatistas-50-50 devem ser considerados nativos todas as pessoas que valorizam mais a sua condição 'nativo', do que a sua condição 'globalization-lover'.
.
Nota 2: Mais, é preciso dizer NÃO à democracia-nazi; isto é, ou seja, é preciso dizer não àqueles que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros.

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