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Não seria normal, num país normal, com uma imprensa normal, que de cinco em cinco minutos alguém perguntasse a António Costa, ou pelo menos a Ana Catarina Mendes, se o PS mantém a confiança política em Hortense Martins?
É que a velha escapatória "à política o que é da política e à justiça o que é da justiça", aplicada a este caso, leva a uma questão muito simples: está mais que demonstrada uma actuação persistente, consistente e consciente de Hortense Martins no sentido de obter vantagens privadas dos cargos políticos que ocupa - ela e a sua família directa - incluindo por meios ilícitos como a falsificação de documentos.
Independentemente da inacreditável opção do Ministério Público arquivar o caso com base em tretas, a questão política subsiste: o PS mantém a confiança política em quem reiteradamente usou os cargos políticos a que acedeu através do PS para defraudar o Estado por meios ilícitos?
Hortense faça o que quiser, claro, não é essa a questão - ou melhor, é uma questão, mas é menor - mas o PS quer mesmo não fazer nada, por opção?
E a imprensa acha isto tão tranquilo que não acha necessário pedir esclarecimentos ao PS?
E nós, sobretudo nós, encaramos isto tão serenamente que nada se passa, para além de umas piadas sobre o facto do marido não ter reparado que a contraparte do contrato que assinou era o pai?
Adenda: nem de propósito, um artigo sobre nós e a nossa passividade, aqui, por Luis Rosa
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