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Por mais que se queira dizer o contrario, as coisas não estão a correr bem em Lisboa e Vale do Tejo em termos de infecções. Por mais que custe, o aluno exemplar está na lista negra de mais de 10 países da Europa. E não são uma ou outra festa ou a construção civil os responsáveis pelos maus números persistentes.
Tenho lido muitos artigos em que o pessimismo, a nível mundial, com a pandemia é grande. O pior cenário, o de termos que conviver com a pandemia durante alguns anos, até a famosa imunidade de grupo funcionar, está longe de ser uma impossibilidade. Mesmo que a vacina venha a aparecer, existem especialistas que duvidam da sua eficácia relativamente aos mais velhos, exatamente aqueles que mais importa proteger.
A estratégia de evitar infecções parece cada vez mais difícil, sem um novo confinamento geral. Que pelo andar da carruagem poderá ser de anos, o que será difícil de suportar sem morrermos da cura.
E agora?
Fazemos uma cerca sanitária a Lisboa e confinamos? Há alguma bala de prata nova? Ou assumimos que a vida tem que prosseguir, controlando na medida do possível as consequências da infecção?
Com ou sem declarações formais, iremos ver a escolha nos próximos dias . Parece-me que “a saúde em primeiro lugar” irá ter uma interpretação em sentido francamente mais lato.
PS: Quando falamos de calamidades, não é possivel escapar sem consequencias!
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