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Henrique Neto, a politica energetica e o regime

por Jose Miguel Roque Martins, em 04.08.20

 

henrique neto .jpg"Porque fizeram o que fazem todos os governos socialistas, transformar erros de gestão em dívida. Até quando vamos deixar que estes erros e as roubalheiras sejam pagos pelos nossos filhos e netos?"

Ontem, no Observador, Henrique Neto, apresentou um excelente artigo, em que denuncia, mesmo sem casos de policia,  a  péssima Política Energética Nacional, mais  uma das muitas razões pelas quais somos pobres. E espanta-se com mais do mesmo, a propósito da nova coqueluche do regime, o Hidrogénio Verde. Outro elefante branco em gestaçao. È evidente que, assim, não vamos lá. 

Destacado militante socialista durante décadas, Henrique Neto, Homem integro sério e inteligente, não conseguiu manter a sua filiação política de décadas. Nem conseguiu deixar de ter um resultado pifio na sua candidatura á Presidencia da Republica, uma inevitabilidade conhecida, superada pela sua vontade que a politica conte com vozes desinteressadas e lucidas. 

Porque se afastam tantos Homens grandes dos partidos politicos? 

PS: É cada vez menor a crença nos partidos do arco do poder. Os resultados do regime justificam a tendência. Ou há uma regeneração rápida destes  partidos,  ou vamos ter populismo a sério. 



23 comentários

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De Carlos Sousa a 04.08.2020 às 17:46

Pois é, o outro também era muito honesto era tão honesto que eu tinha de nascer duas vezes para ser igual a ele. Mas depois apareceram as acções manhosas, a quinta da coelha, o saco azul do BES, enfim tudo coisas íntegras.
Criticar é fácil, fazer é um bocadinho diferente. Porque é que esse senhor não apresenta soluções?
Deixem governar quem está a governar e as eleições se encarregarão de punir os responsáveis. Tal como fizeram quando correram com o passos.
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De Jose Miguel Roque Martins a 04.08.2020 às 18:38

Na minha opinião, a alternância dos actuais partidos não tem corrido bem. 
Somos um pais na cauda da Europa em termos de riqueza, sem que eu encontre uma explicação que não seja incompetência. Mesmo os casos de policia que têm acontecido não justificam tanta falta de criação de riqueza. 
Acredito que os partidos tradicionais mudam, surge um novo que seja bom e tome conta do poder ( pouco provável) ou então vamos continuar alegremente a marcar passo. 



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De Carlos Sousa a 04.08.2020 às 19:55

Você tem razão os actuais partidos são medíocres. Mas veja a alternativa de votar nas extremas.

Veja o que aconteceu em Espanha, quanto tempo é que tiveram para formar governo? E o governo é melhor?

Para governar é cada vez mais necessário arranjar consensos, não só nacionais mas também internacionais.

Olhe para Cuba (supondo que o povo apoiava o governo) o que é que o povo ganhou em manter aquele regime?

Agora em ponto mais pequeno. A reivindicação dos professores. O que é que os professores ganharam com o extremismo do Mário Nogueira?

Casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão. É evidente que esta “crise pandémica” rebenta com qualquer economia e isso inevitavelmente dá origem a populismos e os populismos dão origem a ditaduras. A ascensão do Hitler por exemplo teve a sua origem numa crise económica.

Cabe a cada um de nós manter a lucidez necessária para distinguir o trigo do joio. Caso contrário aquilo que iremos obter nas próximas eleições é uma vitoria de Pirro.

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De Anónimo a 05.08.2020 às 15:54

Acho que a sua observação acerta na mouche do dilema. Se nada fizermos ( continuar a votar nos de sempre) continuamos com a mediocridade do costume. Se votarmos em partidos de protesto ou pequenos, gera-se a ingovernabilidade. 
Apesar de tudo, acredito que os partidos de poder têm que perceber que têm que mudar. Não é para eles confortável fazerem coligações com extremistas. 
Se conseguem mudar, o que é realmente o ideal, é que não sabemos! 
E no entretanto, como em Portugal, lá temos o PS atrelado a pior que por cá anda! 

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