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Foge cão que te fazem barão

por Jose Miguel Roque Martins, em 21.11.20

Ainda a procissão vai no adro e as coligações negativas , na discussão na especialidade do orçamento, já aprovaram mais de 10 medidas contrárias ao proposto.

Uma coisa é quando um governo minoritário precisa de uma fatia de queijo. Outra é quando precisa de vários queijos. António Costa perdeu o controlo. E lembre-mo-nos que falta de habilidade ele não tem.

A ideia dos últimos anos, é de que a fragmentação partidária não iria ser um problema. Informalmente entraríamos num sistema bipartidário, a Esquerda e a Direita. Sendo que os grandes partidos do centro, atirando umas iscas aos pequenos partidos, mesmo aos radicais, continuariam, no essencial a governar. Pela amostra recente, isso não vai acontecer.

Ou acontece um qualquer milagre.

Ou os partidos do centro se transformam numa caixa de ressonância dos seus partidos de apoio. Conseguem a maioria para governar, mas apenas para implementar um qualquer aborto político.

Ou o status quo, anterior à "grande coligação de esquerda" e agora à coligação com o Chega, regressa. O que significa o regresso do centrão cada vez mais monocórdico.

Foge cão que te fazem barão, para onde que me fazem visconde!



7 comentários

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De Carlos Sousa a 21.11.2020 às 10:10

E será que as coligações negativas aprovaram as medidas para beneficiar o povo, ou é apenas uma estratégia eleitoral?
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De Anónimo a 21.11.2020 às 11:18

o tó milhões vai aguentar até ficar careca
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De Anónimo a 21.11.2020 às 12:39

A questão é muito clara: queremos ou não desenvencilharmo-nos de uma vez da "grande coligação de esquerda"?
Se queremos, o 1º PASSO a dar impõe-se com uma tal evidência e com uma simplicidade tão simples (passe a redundância) como o ovo de Colombo _ que até viveu entre nós.  
Neste   m o m e  n t o  e nas circunstâncias  ACTUAIS,  não há outra solução.
É caso para perguntar, parafraseando, "qual destas palavras não compreendem?" aos srs. bem pensantes do manifesto tão celebrado pelas esquerdas.
Espantou-me bastante esta visão estática da História como estagnação oferecendo a possibilidade de esperarmos pela próxima paragem do tempo. Ao acantonarem-se num labirinto de não-solução, criaram um impasse intransponível. Ora a História flui, não tem impasses, nem suspensões de tempo e o tempo  não fica à nossa "espera".
  
A História é movimento, dialéctica e a direita não escapará ao processo dinâmico da História e ao sentido transformador do Devir constante. Depois do receio do 1º passo dado, outros passos se seguirão e a direita, agregadora, tenderá a ir ao encontro da melhor SÍNTESE de si mesma, incorporando todos os valores, não necessariamente monocórdicos, mas os melhores, aqueles que sobressaem de um chão comum. 
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De Anónimo a 21.11.2020 às 17:14

Como diz a Helena Matos, é uma questão de aritmética...
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De Anónimo a 22.11.2020 às 07:15

Vinte e um mil milhões de euros. Eis o custo anual da corrupção em Portugal, considerando custos directos e indirectos, como perda de receita fiscal e diminuição de investimento estrangeiro (...) Sim, leu bem: 21 mil milhões de euros (...) – estamos a falar de 10% de toda a riqueza criada. Todos os anos. 
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De Anónimo a 22.11.2020 às 07:17


(...)
A corrupção é o agente mais corrosivo da confiança dos cidadãos nas instituições e o principal motivo de erosão da democracia. Os casos mediáticos de corrupção na classe política, nos meandros do Estado e nas altas esferas do poder económico, em actividades com grande visibilidade como o futebol, e os flagrantes sinais de nepotismo e de favorecimento clientelar explicam a crescente desconfiança dos cidadãos relativamente às elites. Esta é uma das causas que explica a ascensão dos populismos. Outra, é a perda de credibilidade dos partidos.
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De Anónimo a 22.11.2020 às 07:24


(...)
Com este diagnóstico, que não é novo, o que é que os políticos e o Governo fizeram? (...) O PS propôs uma alteração ao Código do Contratos Públicos, subindo despropositadamente o limite máximo para ajustes directos. Quando o Presidente do Tribunal de Contas alertou para os riscos de corrupção que daí advêm, o PS substituiu-o. Na banca, esse outro mi(ni)stério pago pelos contribuintes, também o PS, ignorando ostensivamente a boa regra de independência, nomeou para o Banco de Portugal, sem período de nojo, o seu Ministro das Finanças; não vá surgir por aí mais algum sobressalto.


Com  acesso directo, aqui:


https://observador.pt/opiniao/no-oe-2021-o-maior-ministerio-e-o-da-corrupcao/

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