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Em 2001 e após a tragédia da queda da ponte de Entre-os-Rios, o então Ministro de Estado e do Equipamento Social, apresentou a sua demissão ao PM António Guterres. Jorge Coelho declarou que “a culpa não pode morrer solteira nesse sentido têm que se tirar as consequências políticas", afirmou o ministro de Estado e do Equipamento Social."Não ficaria bem com a minha consciência se continuasse" disse ainda Jorge Coelho, explicando que como o é o mais alto responsável do ministério impunha-se que apresentasse a demissão. Morreram, então, mais de 60 pessoas
Temos agora outra tragédia, a do fogo em Pedrógão Grande. As falhas registadas são já inúmeras (SIRESP com falhas, não fecho de estradas, avisos vermelhos do IPMA que não terão sido tomados em devida consideração, alertas das populações que só tardiamente foram tidos em atenção…). Estou convencido que todos fizeram o seu melhor, ou seja, não coloco em questão o empenhamento e a generosidade de todos quantos se envolveram no combate deste fogo. Manifesto a minha tristeza pelas vidas perdidas, pela situação trágica em que se encontram os feridos e por todos aqueles que perderam familiares, as suas casas e todos os seus bens. É a hora de manifestar os nossos afectos, ou seja, de ajudar todos os necessitados. Mas é também o momento, tal como fez Jorge Coelho, de se tirarem as consequências políticas pois como o próprio bem salientou a “culpa não pode morrer solteira”. Já se percebeu que António Costa, conforme bem refere aqui o José Mendonça da Cruz, se considera “incólume, que não sabia nada, nem do seu governo, nem dos amigos, nem do Siresp, nem dos Khamov, ele que tem o mérito de tudo e nunca tem culpa de nada, como insistem os canais e jornais de reverência”.
Não haverá ninguém no Governo que siga o exemplo de Jorge Coelho?
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A sua resposta sobre a economia é mais ou menos co...
é isso mesmo , isto é um caso de histeria colectiv...
Não. De facto, não acredito que o número de mortes...
Básicamente è a diferença entre o Holocausto ( 4 a...
Isso que dizer que concede que o "crash" económico...