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Para início, o que parece ser verdade: - mais coisa, menos coisa, o Governo de Costa lidou bem com a pandemia. Soube ser prudente e manter o sangue-frio. Disse umas mentiras, aqui e ali, mas o resultado final dos decretados estados de emergência foi francamente positivo.
Faça-se justiça!
Depois Costa percebeu - e bem - que o País não podia parar, urgia saísse de casa e desse andamento adequado à economia nacional. Até aqui, nada que se lhe aponte.
Ainda depois, "marcelou" o estado de calamidade. Foi onde as coisas começaram a correr mal.
Imagino eu: uma multidão citadina enfiada, semanas a fio, nos seus apartamentos. (Felizmente sem vagas de calor ainda.) Essa mesma multidão finalmente liberta, apenas com indicações de precaução...
Repare-se: a doença entrou em Portugal pelo (povoadíssimo) Norte, através de uns desgraçados fabricantes de calçado que foram a uma feira de sapatos em Milão. E durante árduos meses, o Norte era o mal dos males, só ele contabilizava mais doentes do que o todo do País inteiro (continente e ilhas).
No aspecto nacional, a situação inverteu-se completamente. Hoje é a chamada região de Lisboa e Vale do Tejo quem está no cerne das preocupações governamentais. Cujos membros já alvitraram duas explicações para o fenómeno: - a primeira, o problema do operariado da construção civil; - a segunda, aquilo que esses ilustres do Poder dizem ser «focos perfeitamente determinados».
Mentiras. Mentiras que matam.
Desde logo, e para não incorrer em acusações de xenofobia, basta ver a televisão. Os "comandos" da Linha de Sintra atacando a Linha de Cascais, descaradamente, sem máscaras, obrigando a intervenção das forças de segurança; os cercos policiais a uma série de bairros do crime que a Polícia vem fazendo ultimamente. Quem são os envolvidos nessas peripécias?
Depois as "festas" nocturnas. Em Carcavelos, em diversas praias do Norte, em Setúbal, em Lagos, em tantos outros lugares ao longo da nossa costa.
Troquem-se por termos interpretáveis a «construção civil» e os «focos determinados».
E sejamos sinceros:
A rapaziada olhou para os números. Percebeu que a doença dá, na esmagadora maioria dos casos, direito a umas semanas de duolce faire niente em casa. Mesmo os hospitalizados são uma minoria. Os casos mortais, outra minoria, menor ainda, incidindo sobre idades avançadas. E a malta quer é saber de Nikes e Adidas e que se lixem os cotas.
Depois é a propagação da doença. as tais semanas de repouso. E a continuidade do vírus.
Dispenso-me de considerações jurídicas. Dispenso Marcelo, já acredito mais em Costa. Isto é um problema do foro da polícia. Cães na rua, miudagem em casa.
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