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Nuns comentários sobre o último post de Miguel Alçada Baptista, alguém reproduziu um boneco sobre evolução da confiança dos americanos na sua comunicação social, que eu tencionava usar para um post curto.
Como tenho a mania de verificar a informação, fui à procura da origem do boneco e realmente encontrei-o aqui.
Só que encontrei outros bonecos e preferi usar este.

De maneira geral, quando se olha para os bonecos arrepiantes sobre a confiança das pessoas comuns no jornalismo e se conversa sobre eles com jornalistas, salvo honrosas excepções, respondem com a perda de valor económico da informação, com a escassez de meio com que lutam os jornais, a transição do papel para o electrónico, o peso da televisão, etc. (tudo coisas que existem, isso é claro).
O que é verdadeiramente difícil é encontrar um jornalista que se pergunte a si próprio, em público: mas que raio ando eu e os meus camaradas a fazer para já ninguém acreditar grande coisa no que escrevemos ou dizemos?
Talvez fosse mais útil fazer-se a si próprio esta pergunta, e depois fazer a pergunta lá na redacção, que passar o tempo a sinalizar a indignação sobre as declarações deste ou daquele sobre o jornalismo, de que ninguém se lembra num par de horas (muitas vezes, nem o próprio).
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