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Estive a ver as notícias na TV

por João Távora, em 23.09.22

Sou cristão, contra aborto, a favor da família tradicional, patriota e europeísta reticente. Sou um marginal fascista? Não, desde que guarde essas convicções no foro privado.

Os progressistas apropriaram-se da narrativa e da semântica política - não há mais pluralidade.



20 comentários

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De entulho a 23.09.2022 às 21:47

ao PR hoje faltou coragem para denunciar os donos da verdade
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De Terry Malloy a 24.09.2022 às 01:10

Hoje?
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De O primata apolítico a 24.09.2022 às 11:42

 E além disso...ah esperem que o personagem de Belém-cascais tem algo a dizer sobre estas importantes questões para o país,aqui vai:  "Não sejam chonéfobos se faz favor " e "pronto, agora vamos ás salfies".
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De O primata apolítico a 26.09.2022 às 15:35

E além disso (agora é que é) "Portugal é a California da Europa" e "Portugal é isto, a diáspora". Pronto, eis a solução (final talvez) como isto não funciona no Rectângulo  vamos todos para a diáspora que nos "há-de parir".
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De Jorge a 24.09.2022 às 09:31

O ser chamado de fascista já não mete medo. Sá Carneiro, Freitas Amaral, Cavaco Silva e várias gerações de politicos à direita também assim foram chamados. É chamar lhes de comunistas que eles ficam loucos. A esquerda sempre foi arrogante pq metia medo a todos com o seu ativismo e chantagem de insultos. Hoje já não é assim. Se me chamam de fascista é um elogio , primeiro não sabem o que foi o fascismo. Depois pq vindo de malta que apoia Cuba Venezuela Coreia Norte Russia etc é só mesmo para rir.
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De O primata apolítico a 24.09.2022 às 12:29

Mas condiciona muita gente,e sabemos (os que observamos as conversas no espaço público) que certos assuntos são evitados (ou cinicamente abordados ) por receio do que dirão os outros ,e estes outros são todos os que seguem,com mais ou menos convicção,a cartilha da moda progressista e politicamente dita correcta(promovida amplamente nos média em geral). 
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De José a 24.09.2022 às 10:08

A própria questão "sou um marginal fascista?" encerra já um equívoco e uma armadilha induzida pelo "progressismo". 
O domínio da linguagem e do discurso corrente, pela esquerda progressista e radical, acantonou a palavra "fascista" no léxico dos horrores que não se podem pronunciar abertamente e desprovida de qualquer dignidade política. É o mesmo que "diabólico".  Já a palavra "comunista" é algo nobre e de proclamação livre de conotação pejorativa, antes pelo contrário, associada a seriedade e comprometimento. 
É essa a armadilha. 
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De O primata apolítico a 27.09.2022 às 08:58

Check https://ionline.sapo.pt/artigo/781762/por-que-razao-cresce-tanto-a-extrema-direita-?seccao=Opiniao_i --- . O que a esquerda e a direita moderada se devem questionar é por que razão a chamada extrema-direita e a extrema-esquerda crescem tanto em tantos países. E talvez percebam, entre outras coisas, que o caminho da migração deve ser controlado, até para conseguirem acolher bem todos aqueles que procuram uma melhor vida – além de controlarem as máfias que estão a aproveitar-se da miséria alheia –, de não permitir que se proíbam as pessoas de chamarem mãe à mãe, e que as opções sexuais não se incutem a crianças com três ou quatro anos – respeitando eu que se perceba desde cedo qual o caminho que cada um quer seguir. E, claro, apostar numa justiça mais célere e justa. Do link acima do jornal I
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De Anónimo a 24.09.2022 às 10:15

Percebo-o e não imagina a que patamares já chegou  a minha revolta e perturbação. Por vezes chego a sentir-me ferido na minha Honra e insultado nas minhas convicções. E tomo as atitudes que descreve como uma tentativa de "abate" desenfreado dos nossos  valores civilizacionais. E é uma questão de tempo, porque terá certamente consequências: muitos portugueses estão a chegar a um ponto tal de cansaço e de indignação que estão na disposição de votar em qualquer partido que lhes dê garantias mínimas de que é possível retirar essa gente da frente. 
(É espantoso que tantos se debrucem a estudar as "Causas" de certos fenómenos de radicalismo.)


A realidade que o João Távora descreveu tornou-se "a" norma e é quase uma afronta, por configurar uma autêntica caça _ se não mesmo uma ostensiva declaração de guerra _ aos valores democráticos, à pluralidade, à liberdade de pensamento e de expressão, à tolerância, aos direitos individuais ... Grande parte das pessoas, em diferentes contextos, tem sentido alguma intimidação e o medo da discriminação e da marginalização leva-as a adoptar mecanismos de defesa como a auto-censura e o silêncio. 


 Este ambiente tem vindo a dilatar-se por esse mundo fora, mas o fenómeno começou a ganhar expressão, em Portugal, nos últimos anos. Refiro-me, evidentemente, à tomada de poder pela Frente de Esquerda, perpetrada pela geringonça do dr. Costa. Imediatamente capturaram todos os espaços apetecíveis, i.e., os mais susceptíveis de absorverem a sua influência dominam a academia, as redacções, certos sectores artísticos, ministérios com a tutela da escola pública, etc. ).
Tornou-se, desde logo, mais explícito o fervor à cartilha do wokismo, do pensamento único, do politicamente correcto e de outra inanidades. Conquistaram o direito do Controlo da Cidade ... e agora aqui estamos, sob o domínio desses vigilantes Polícias dos Costumes que nos elucidam "cientificamente" sobre as variadíssimas estirpes sexuais e que nos educam o gosto, o pensamento e a linguagem, segundo os novos padrões da «moral» (deles). Até que Deus queira! 
 Ou nós...  
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De O primata apolítico a 26.09.2022 às 15:09

"A realidade que o João Távora descreveu tornou-se "a" norma e é quase uma afronta, por configurar uma autêntica caça _ se não mesmo uma ostensiva declaração de guerra _ aos valores democráticos, à pluralidade, à liberdade de pensamento e de expressão, à tolerância, aos direitos individuais " ---  não é essa a opiniāo da maioria "iluminada" no parlamento a qual só tem olhos para o que pode vir da direita dita populista. Já os dois mais "altos" figurantes da nação dizem o seguinte (de manhã,ao almoço e antes do jantar): "não sejam chonéfobos se faz favor. "
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De Anónimo a 24.09.2022 às 10:51

Parece que é uma batalha perdida, quando até meus conhecidos e alguns amigos, com quem tinha afinidades, vão transigindo e contemporizando com "a nova semântica" e falta de pluralidade democrática. 
Muita gente sente-se impotente para reverter esta situação e acha que "até" os partidos tradicionais mais moderados estão a ceder ao progressismo, entrando numa espécie de catch-all  achando que assim conseguem conquistar mais votos. Ora as pessoas deixam de se sentir representadas, têm a perceção de não terem quem as defenda ou proteja os seus valores e convicções.  Desta feita, agarram-se às únicas armas de que podem dispor: ou se "vingam" desmobilizando-se e abstendo-se ; ou "desforram-se" votando em perigosas soluções "radicais". 
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De O primata apolítico a 26.09.2022 às 15:25

Os radicais são perigosos (para quem? ) e os moderados são os gerentes da situação  ,o pântano da corrupção e do "todos iguais" na desgraça geral. Haverá terceira opção?
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De O primata apolítico a 24.09.2022 às 11:51

Tem toda a razão o autor do post  ,mas então e o neo-francis-canismo progressista? Não veio contribuir ainda mais para essa situação permitindo o desenvolvimento dessa agenda no próprio meio cristão-católico??
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De Ricardo a 24.09.2022 às 12:00

Tal é estado a que chegámos (em nome das liberdades e do progresso) com o "alto" patrocinio do presidente-comentador, cujo primeiro acto externo depois de ser eleito(há 6 anos) foi ir ao beija-mão ao papa progressista. 
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De Anónimo a 24.09.2022 às 12:42

O Sr. esteve a ver as notícias na tv e tirou as suas conclusões.
Eu estive a ler o artigo que se segue e também consolidei as minhas conclusões sobre os últimos anos : 
em 2015 trocámos um Homem por uns bonecreiros reles  (por sinal os responsáveis por tudo o que apontou)..



A ler:
https://observador.pt/especiais/passos-tentou-coligacao-com-seguro-antes-de-portas-reverter-a-demissao-irrevogavel-lider-do-ps-infelizmente-nao-aceitou/
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De Anonimo a 24.09.2022 às 12:55

Nem é preciso ser contra, basta não ser a favor...
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De Alexandre N. a 26.09.2022 às 08:23

1- Não existe família tradicional, família é família.
2- fascismo é irmão do comunismo/socialismo
3-As pessoas pouco a pouco vão abrindo os olhos, pena só que em Portugal, as "coisas" chegam sempre com atraso.
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De O primata apolítico a 26.09.2022 às 15:16

Mas há familias modernas, ou não? Perguntemos ao pan ou então aos ilgários. 

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