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(...) O problema dos partidos dos extremos, tanto à esquerda como à direita, é que põem em causa esses fundamentos, em função daquilo que são os seus objectivos políticos. O PCP é a melhor prova disso mesmo, com o seu patético apoio aos regimes mais abjectos, desde que vagamente comunistas. Mas também o Bloco de Esquerda sujou as mãos com a Venezuela de Chávez, com a ETA não-terrorista ou com o “prisioneiro Lula”. Desde que praticadas em nome dos mais fracos e dos bons princípios socialistas, as derivas autoritárias, a corrupção ou a estatização descabelada passam a ser subitamente aceites, quando não aplaudidas. É aí que Bloco, PCP e Frente Nacional se revelam filhos da mesma mãe – todos acomodam práticas populistas e iliberais em nome do seu “bem”, seja o “pobre” ou o “francês”. Já eu não aceito essas práticas – nunca, em nome de nada. Fiz-me entender?
A let na integra João Miguel Tavares aqui
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