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A proposta marxista cultural, politicamente correcta e transafrosexual da Joacine Moreira, aquela coisa de de devolver o património às ex-colónias, não tem pés nem cabeça. Antes de devolvermos o que tanto nos custou a pilhar, devíamos pensar na conservação do que é nosso. Por exemplo, o Grunhus Lusitanus, espécie raríssima.
Dir-me-ão que o Grunhus Lusitanus não é uma espécie raríssima e que podemos encontrá-lo em todas as tascas e redes sociais do país. Mas não estou a falar do Grunhus Lusitanus Vulgaris, esse sim vulgar (como o nome indica). Nada disso. Estou a falar da variante extraordinária: o Grunhus Lusitanus Maximus. O Maximus parece partilhar com o Vulgaris a capacidade de sobreviver sem o uso da inteligência, a visão a preto e branco, a dificuldade de locomoção bípede. A grande diferença, porém, é que o Vulgaris vive no café e no Facebook, enquanto o Maximus, graças a uma mutação genética, invadiu o Parlamento. Mutação genética que lhe dá a vantagem evolutiva de adaptar a grunhice ao meio. No Facebook, o Lusitanus Maximus grunhe "ó preta, vai prá tua terra!" em nome da ironia. No Parlamento, grunhe "Vergonha! Vergonha" em nome da salvação da Pátria. É um Grunhus muito evoluído.
Daí que a sua conservação seja um imperativo cultural e turístico. Não há muitos assim, nem mesmo lá fora (os Grunhi estrangeiros, por muito que tentem, não têm a finíssima ironia do tuga). E, para o conservar, nada melhor do que devolvê-lo às origens. Até porque o Algueirão sempre é mais perto do que as ex-colónias.
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E é acima de tudo o mais indicado para prosseguir(...
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Não se trata de gostar de ver os outros ir ao dent...