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Eis o caminho!!!

por José Mendonça da Cruz, em 15.10.22

Fernando Medina recomenda aos portugueses que «se agarrem à resiliência», e as tvs transmitem isto com ar sério. De política, de literacia e de jornalismo é o que temos.


10 comentários

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De Anónimo a 15.10.2022 às 13:26

Portugal é literalmente o exemplo de resiliência. 
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De O apartidário a 15.10.2022 às 13:46

E entretanto uma "ministra" do sr Moedas (ocupante do lugar que foi do sr Medina) promove desfiles de gente sem-abrigo em lisboa. Siga para bingo. 
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De Carlos Sousa a 15.10.2022 às 19:36

Fernando Ulrich: “O país aguenta mais austeridade?... Ai aguenta, aguenta”. 


Em 2012 parece que era igual, já estamos habituados, o povo é sereno.
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De Anónimo a 15.10.2022 às 20:11

Eu até acrescentaria:  sejam resilientes e "não sejam piegas!"
Faz sentido não faz?
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De Marco Martins a 16.10.2022 às 07:04

Isto é só uma forma educada de dizer para não serem piegas. 
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De Anónimo a 16.10.2022 às 07:43

O Medina nem imagina o quão resilientes têm sido as pessoas do "interior".
Em breve, por decreto governamental, vão terminar os serviços de Ginecologia e Obstetrícia em todo o distrito de Castelo Branco, incluindo o do Centro Hospitalar Universitário na Covilhã e em todo o distrito da Guarda. Qualquer pessoa pode ir ver ao mapa de Portugal para ter uma noção mais exacta do que se vai passar. Vejam-se as possibilidades que sobram  para todas essas populações. Ficarão reduzidas a 3 opções "próximas" : Bragança- Portalegre- Viseu. Quem quiser faça a triangulação, no mapa, entre estas 3 cidades (em 3 distritos diferentes) e poderá imaginar as distâncias que forçadamente  terão de ser percorridas em quilómetros! 
Um familiar meu, privado do seu carro por uns dias, precisou de se deslocar com urgência ao interior Norte e teve o seu 1º choque com uma realidade desconhecida de muitos, que é a falta de transportes públicos nessas regiões; a ferrovia estava totalmente inoperacional por estar em obras; sobrava apenas um único  autocarro, num horário único (para atender a quatro distritos do interior) e que iria fazer uma infinidade de "ziguezagues", num trajecto complicadíssimo, com enormes desvios no percurso de forma a atender à necessidade de todos (literalmente). Sublinho: um autocarro! Um único horário. Era pegar ou largar.
Esta é a situaçõa. E eu pergunto para que serve o Ministério da coes...quê?! territorial?
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De Ricardo a 17.10.2022 às 10:40

É como se estivessem a dizer "não façam filhos que vamos resolver o problema com mais imigração em massa". Muitos ainda não entenderam o plano social-globalista a que este país (e o Ocidente) está entregue. 
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De Anónimo a 17.10.2022 às 12:13

As populações que vivem no chamado "interior" pagam os mesmos impostos, _sem tirar nem pôr_  que as restantes pessoas que vivem "à beira-mar".
Todo esse dinheiro arrecadado vai juntinho, sem qualquer distinção, para os cofres do Estado, para os governos o aplicarem onde lhes apetecer, a seu bel-prazer, e conforme desejam. 
Escusado será dizer que às grandes cidades do litoral, tudo lhes é devido (literalmente dado) e o resto do país é apenas  isso: resto, sobras, uma inexistência, ou seja, poucos votantes!
Começa a tornar-se urgente incomodar os poderes vigentes e criar-se uma plataforma ou um movimento reivindicativo unindo as regiões do interior esquecido, à semelhança do que se fez em Espanha com a criação de "Teruel Existe".
A ler:
https://en.wikipedia.org/wiki/Teruel_Existe
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De Antonio Maria Lamas a 16.10.2022 às 08:47

Eu nem sabia que resiliência era sinónimo de testículos 
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De anónimo a 16.10.2022 às 12:50


Numa empresa privada este credenciado financeiro não durava uma tarde.

Na política, em Portugal, o fulaninho está para dar e durar. Tristeza.

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