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Gostei do imortal dito do tal cavalheiro holandês - Jeroen Dijsselbloen - sobre a apetência dos europeus do sul para os copos e as mulheres. Ele saberá porque fala: do que assiste, quando tem tempo, nos fins de semana na sua terra; e do que não se percebe se já provou, ansiaria ter provado, ou não consegue provar - refiro-me à companhia de senhoras, é claro.
E gostei, até, pela onda geral de histeria que provocou. Provavelmente em Portugal apenas, ou sobretudo.
O mais é quase nada. Se adivinho onde o ratinho Dijsselbloen queria chegar, talvez fosse mais acertado falar em Ferraris e na CGTP.
Isto é: nos patos-bravos que transformaram em cavalos, cavalinhos e cavalões (de potência automóvel) os dinheiros - ditos "fundos estruturais" - caídos em Potugal para activar uma economia quase nula. (Vão lá 30 anos...). E no pagode sindical ao serviço da ideologia leninista, sempre implacável quando se trata de fazer qualquer coisinha mais além do horário.
De cima a baixo, na realdade, somos o que somos porque não queremos ser mehor. O irrequieto Djsselbloen (fora ser socialista) é o que é mas, principalmente, os holandeses são o que são.
E o noso estoico Costa continua - igual a si mesmo, sempre no seu melhor. Agora quer "varrer" o seu camarada... Como se não o fosse.
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