Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]
Esta declaração do chefe da unidade de cuidados intensivos do Hospital Universitário de Liège, sintetiza de forma notável o que penso sobre a atual crise.
A imposição de placebos com custos elevados, mas fáceis de impor, substitui o que se devia fazer, mas não se faz.
Mitigar a propagação da doença, como alguns têm conseguido, com menos enfâse nos seus superpoderes.
Fazer todo o possível para reforçar a capacidade de cuidados de saúde, o que não tem sido feito.
Reconhecer limitações e não culpabilizar os cidadãos.
Assumir que os custos em vidas vão ser importantes, por maior que a nossa vontade seja diferente.
Continuar a viver, procurando não tornar uma crise mais grave do que tem que ser.
Será assim tão impossível?
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
As únicas reformas que interessam aos portugueses ...
Venha o presidencialismo, e quanto mais cedo melho...
Seja como for António José Seguro ganhou com uns c...
Parabéns, sou vosso leitor desde o início, saudade...
não houve nenhuma suspensão de democracia.o que ho...