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Esta declaração do chefe da unidade de cuidados intensivos do Hospital Universitário de Liège, sintetiza de forma notável o que penso sobre a atual crise.

A imposição de placebos com custos elevados, mas fáceis de impor, substitui o que se devia fazer, mas não se faz.

Mitigar a propagação da doença, como alguns têm conseguido, com menos enfâse nos seus superpoderes.

Fazer todo o possível para reforçar a capacidade de cuidados de saúde, o que não tem sido feito.

Reconhecer limitações e não culpabilizar os cidadãos.

Assumir que os custos em vidas vão ser importantes, por maior que a nossa vontade seja diferente.

Continuar a viver, procurando não tornar uma crise mais grave do que tem que ser.

 

Será assim tão impossível?



10 comentários

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De Anónimo a 24.10.2020 às 08:10

Parece que em Liège ouviram o nosso Henrique Pereira dos Santos...
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De Anónimo a 24.10.2020 às 14:03

os mortos-vivos desempregados andam a fazer greve da fome
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De Albino Manuel a 24.10.2020 às 14:25

Estando a Bélgica na angústia em que está, ler este post imbecil só merece uma resposta: vá à merda!


Entretanto pode aproveitar para ter aulas de português. 


Isto não tem a ver com esquerda ou direita. Tem tão só a ver com juizo e decência. Depois estes frangalhos do CDS admiram-se de estar a ser comidos pelo Chega.
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De Anónimo a 25.10.2020 às 08:26

Escreve-se "tão-só" ;
 "frangalhos" não se adequa nem ao contexto nem ao sentido da frase, pois significa "farrapo" ;  "trapo" ; "rama de pinheiro" ... 
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De Elvimonte a 25.10.2020 às 14:23

A Bélgica? Então e a Suécia, onde só restam alguns milhares de habitantes?


Aquilo na Suécia é que é... Sem confinamento e sem máscaras morrem aos milhões todos os dias. Aos milhões, deu na televisão!


É por isso lamentável não haver vacina contra a estupidez.
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De Elvimonte a 24.10.2020 às 15:46


O meu comentário pretende ir para além de aspectos emotivos, centrando-se antes no pragmatismo e naquilo que a ciência tem para nos oferecer.


Socorro-me de analogia militar que por diversas vezes já usei em conversas.


Perante invasão inimiga, admito e advogo que se cavem trincheiras e se remeta a população para abrigos seguros. No caso desta epidemia, as trincheiras serão as máscaras e o distanciamento físico, sendo os abrigos seguros o confinamento. As chamadas medidas não-farmacêuticas.


E o que devemos fazer com os nossos exércitos? Será que lhes devemos fornecer o armamento e o equipamento adequados para combater o inimigo? Nas infecções os nossos exércitos são os nossos sistemas imunitários. Sistemas que funcionam como autênticos exércitos militares, com informações, comunicações, logística, artilharia, cavalaria  e infantaria.


Quem são os incompetentes que negam os meios, o equipamento e o armamento necessários aos nossos exércitos para que eles nos possam defender? Quem é essa gente que nos quer deixar, por omissão, à mercê do inimigo?


Não é por acaso que, em fragmento de conferência de imprensa que vi e de acordo com a Business Insider, se afirmava:


«The physician's statement said Trump "remains fatigued but is in good spirits." Conley added that the president has also been taking zinc, vitamin D, famotidine, melatonin, and a daily aspirin.»


Conley, o médico da Casa Branca, fruto da literatura científica que lê ou de que outros lhe apresentam síntese, está muito bem informado sobre o "state of the art" em matéria de medidas farmacêuticas profilácticas de combate ao SARS-Cov-2. Medidas que fornecem os meios, o equipamento e o armamento necessários, embora possam não ser suficientes, para que os nossos sistemas imunitários possam combater o vírus.


Compare-se aquilo que o presidente dos EUA andava a tomar com a parte profiláctica do protocolo de tratamento MATH+, com origem na East Virginia Medical School e que se encontra neste link:


https://www.evms.edu/media/evms_public/departments/internal_medicine/EVMS_Critical_Care_COVID-19_Protocol.pdf  (MATH+)


Sim, a vitamina D, porque essencial para o bom desempenho do sistema imunitário em concentrações na gama 40 - 60 ng/ml ("for optimum immune system and cancer fighting"). Sim, o zinco, porque desempenha papel essencial na imunidade viral. Sim, a melatonina, porque tem acção confirmada na imunidade e inibe a tempestade de citocinas. Sim, a famotidina, porque inibe mecanismos de infecção. 


Para combatermos o inimigo os nossos exércitos têm que dispor destas armas, de efeitos bem documentados na literatura científica. E eventualmente de outras, também elas baratas e de efeitos comprovados, que não pretendo ser exaustivo.
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De voza0db a 24.10.2020 às 18:14


Bem... já vi que por aqui continuam a acreditar que existe um "pandemia"!


Resta saber porque não se comportaram da mesma forma em 2018? E outros anos anteriores?


https://postimg.cc/tnR7M6Kj



Se alguém acertar qual é o ano da "pandemia" de 2020, ganha 7 doses de vacinas SARS-CoV-2/COVID-19!



Enquanto isto divirtam-se com o Partido Salazarista Democrata (PSD) e suas brilhantes ideias (projecto-lei) para "salvar" vidas!


Imposição Transitória da Obrigatoriedade do uso de Máscara em Espaços Públicos (https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=45416)
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De Anónimo a 24.10.2020 às 23:06


Curiosamente os chineses levam 3 a 4 meses de avanço quanto ao desenvolvimento de uma vacina.

Em Outubro/Novembro de 2019 as autoridades já sabiam algo sobre a fácil propagação de este vírus. Tinham detalhada info sobre a sua estrutura. Confinaram, com rigor, Wuhuam....  Mas também não sabiam tudo o que era preciso saber. E agora sabem?. Têm medicação eficáz?. Têm vacina comprovada?. "É o vírus quem manda"?.
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De Anónimo a 25.10.2020 às 01:30

"Fazer todo o possível para reforçar a capacidade de cuidados de saúde, o que não tem sido feito"



Para isso era preciso voltar cá o Dr. Oliveira Salazar para mandar fazer HOSPITAIS  de categoria, como é o Santa Maria em Lisboa (inaugurado há mais de 67 anos) e o São João do Porto.
Agora, como vamos ficar endinheirados (!!!), vamos fazer uma linha de alta velocidade. A Saúde dos Portugueses e as dívidas dos Hospitais, isso pode esperar para as calendas gregas..
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De Andre Miguel a 25.10.2020 às 21:28

Impossível? Não. Basta ver o que fizeram Suécia, Taiwan, Coreia do Sul, Singapura ou Uruguai. Exemplos não faltam. Mas claro, não saem nas notícias porque não interessa...

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