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Primeiro foi Rui Rio, imediatamente crucificado quando considerou que informação e sapatos são ambas atividades económicas,  que deveriam beneficiar dos mesmos apoios. Sem surpresa,  a comunicação social caiu-lhe em cima, como se a sua importância e sobrevivência  não devesse também depender do real interesse da população em pagar pelos seus serviços. Há sempre quem pense merecer estar acima das regras de mercado, já que presta serviços de especial relevância que não são reconhecidos pelo ingrato pouco preparado consumidor. E como referido por muitos defensores, há que proteger a pluralidade dos meios de informação.

Ontem o André Ventura terminou a sua longa ligação  com a CMTV (grupo Cofina, na tabela = 1.691.006,87€).

Ontem ouvi a indignação de José Manuel Fernandes,  pela repartição anunciada da  distribuição destas ajudas especiais,  que atribuíram ao Observador (cuja administração já rejeitara esta ajuda do Estado por falta de critérios de transparência) uma pequena fracção do que os seus pares receberam. Como lembrou, “quem se mete com o PS, leva”.

Nada de novo.  É apenas mais socialismo marxista enxertado com caciquismo, a casta predominante em Portugal. Sou pessoalmente um optimista, mas ando triste, porque não convenço as minhas filhas a emigrar.

José Miguel Roque Martins
Convidado Especial*

* As opiniões manifestadas pelos nossos convidados são da sua exclusiva responsabilidade.



14 comentários

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De Anónimo a 21.05.2020 às 11:31

Ando deprimido, revivo o PREC. A mesma gente, a mesma "atmosfera", os mesmos métodos para atingir os fins. Mas  "requintou-se" em  malvadez dissimulada. Adivinha-se um futuro nebuloso.
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De Luís Lavoura a 21.05.2020 às 12:11

Que eu saiba, estes "apoios" à comunicação social são na verdade compra de publicidade. E, que eu saiba, esta compra de publicidade está indexada à audiência de cada meio de comunicação social, ou seja, os mídia recebem apoio em proporção com a audiência que têm. É um critério objetivo, e nem vejo que outro critério se pudesse inventar.
Portanto, ninguém se pode queixar. O Estado decidiu comprar publicidade aos mídia na proporção da audiência de cada um. É um critério objetivo e indiscutível. Podemos discordar da medida, mas não podemos concordar com a teoria do José Manuel Fernandes.
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De Anónimo a 21.05.2020 às 18:47

criterios objectivos e isentos seriam de facto bons! 
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De Anónimo a 25.05.2020 às 23:36

A TV, que devia ser um dos produtos beneficiados com o confinamento, foi apoiada. 
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De Luís Lavoura a 26.05.2020 às 12:04

A TV não foi beneficiada pelo confinamento, pelo contrário: perdeu anunciantes, devido à economia ter entrado em crise e o consumo ter baixado drasticamente. Ou seja, as receitas da TV baixaram bastante.
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De Anónimo a 21.05.2020 às 12:54

Boa tarde , 
Chega .
Luis Almeida
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De Anónimo a 21.05.2020 às 17:59

Luis Almeida:
Concordo. Chega.
ST
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De Anónimo a 21.05.2020 às 14:02

«para os kamaradas tudo, ....»
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De Antonio Maria Lamas a 21.05.2020 às 21:40

Pior ainda é ler o resto da portaria e ver de onde vêm os 15M
Só da Direção Geral de Saúde vêm 7M que tanta falta fazem ao SNS.
VERGONHOSO.
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De Anónimo a 22.05.2020 às 08:56

«Nós vos louvamos e bendizemos ó Jesus, pela vossa Santa Cruz remisteis o Mundo».
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De Anónimo a 22.05.2020 às 09:01

-(Remistes).
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De Patty a 22.05.2020 às 13:08

Eu já convenci um, já tem nacionalidade norueguesa e tudo! 
Quando acabar o curso, matemática pura, com mestrado em educação (quer ser professor) lá vai ele!
O outro, a tirar gestão na Nova, é que está menos convencido, quer ficar e ajudar a mudar o curso do país. Ingénuo...
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De Anónimo a 22.05.2020 às 15:21

Parabens pelo noruegues!
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De Anónimo a 23.05.2020 às 18:13

Os media vendem audiências à publicidade. Vender audiências ao poder instalado terá legitimidade igual à de vender audiências ao OMO?

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