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Vê-se e sente-se, o Reino reorganiza-se e reconstroi-se longe das querelas sob árbitros e políticos corruptos. O Reino olhou-se ao espelho e não gostou das suas adiposidades de cores e formas. Eram aquelas mirabolantes edificações dos tempos opressivos do mau gosto, azuleijaria e arrebiques caindo como bombas nos povoados.
Nada como recuperar a estima própria e o respeito ou a admiração dos forasteiros. Afinal, está lá a limpidez dos rios e a força da pedra, a verdade pura das serras. Os monumentos e a paisagem. E turistas sinceros, buscando a estética dos lugares mais do que a frivolidade das praias.
O Reino quase se cinge ao Interior. Permanece muito em obras, imparável e meticuloso, como se tomasse o seu duche todos os dias. E no cafezinho da aldeia, entre duas partidas de dominó, os idosos conjecturam sobre Sócrates, Salgado e o Benfica - se a República terá a coragem de os julgar e condenar...
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A sua resposta sobre a economia é mais ou menos co...
é isso mesmo , isto é um caso de histeria colectiv...
Não. De facto, não acredito que o número de mortes...
Básicamente è a diferença entre o Holocausto ( 4 a...
Isso que dizer que concede que o "crash" económico...