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Há avarias no material circulante, atrasos e incidentes constantes e o Metro não consegue sequer ter bilhetes para quem quer comprá-los. Quem presta contas sobre o assunto não é a administração, mas sim o Sindicato dos Trabalhadores do Metro de Lisboa, o dono, o qual diz (sublinhados meus) que «estão a ser endividados todos os esforços para implementar um plano de contingência, que garanta a existência de um agente em todas as estações, de forma a garantir a venda manual dos cartões Viva Viagem», e que, de resto, manda os utentes comprar com mais antecedência ou ir a estações menos movimentadas.
Mas sobre a situação no Metro é isto que o chamado «Diário de Notícias» tem a dizer (e notem como a fé usa o presente de um verbo para um assunto que é do futuro improvável).
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