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Extraordinário é que ao fim de 50 anos o país continue refém dos sindicatos comunistas, que querem presentear o país urbano com uma Greve Geral. Claro que o incómodo se fará sentir principalmente nos serviços prestados directa ou indirectamente pelo Estado, justamente por aqueles funcionários que vivem refastelados nas garantias e privilégios que lhes garante um ordenado ao fim do mês. O país real, mal ou bem, contornará as contingências mitigando o impacto da greve nas suas vidas, que será enorme nos noticiários, bem se vê. Extraordinário é que o país real não se rebele contra a classe minoritária, uma bolha partidária, que apesar da irrelevância eleitoral, de tempos a tempos faz prova de vida violentando o povo que precisa de trabalhar, bloqueando os transportes públicos, as escolas e os hospitais.
Esta é a prova da enorme desigualdade que grassa neste jardim à beira-mar plantado: toda uma população, sedenta de trabalho para pôr pão na mesa, refém de 8% de trabalhadores sindicalizados e dos partidos que os manipulam. Este facto é a confirmação de que urge uma reforma radical na Lei Laboral. Como em muitas outras coisas em Portugal, coexistem dois países: o do antigamente agarrado a velhos privilégios, como rendas de casa baratas ou emprego para a vida, e a enorme maioria silenciosa que já aprendeu como irritar os responsáveis pelas suas misérias: votar no Chega.
A propósito: gostava de saber qual a posição do Chega no que refere ao Pacote Laboral de Montenegro, e à greve geral anunciada pelo Partido Comunista, escondido atrás da CGTP.
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Então, não me diga que na lei diz lá para entrarem...
Eu se estivesse no lugar de André Ventura desistia...
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Fiquei sem preceber por que é que a campanha do al...