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Da alienação

por henrique pereira dos santos, em 02.03.24

Não, não é o absurdo de ter uma mulher crescida, com longos anos de expeirência política e um contexto social fortemente politizado, a dizer que o pai foi condenado a prisão perpétua pela PIDE que motiva este post, apesar de ser o exemplo perfeito do arroubamento de espírito que define a alienação.

É mesmo a quantidade de gente que, apesar de trabalhar na produção de informação sobre a sociedade, perdeu completamente a ligação com a realidade.

Um tal Miguel Santos Carrapatoso, por exemplo, considera que Montenegro correu o risco de trazer Passos Coelho para a campanha da AD. Passos Coelho, para as pessoas normais, é o senhor que ganhou umas eleições, em 2015, imediatamente depois de ter aplicado um rigoroso programa de austeridade (embora os último ano e meio a dois anos antes das eleições já fossem de alívio desse programa, permitido pelos bons resultados obtidos). Não formou governo, é certo, mas isso não foi por ter perdido as eleições, foi por ter havido uma coligação de perdedores que ocupou o governo e o Estado e que, fraca como todas as coligações de perdedores, se limitou a ir sobrevivendo enquanto assistia à progressiva degradação do Estado e das instituições.

Uma tal Helena Pereira, fazendo de caixa de ressonância da invencionice sobre a xenofobia de Passos, escreveu um editorial do Público que acaba assim: "Em 2015...Passos Coelho brandia a ameaça de que o diabo vinha aí....Esse diabo não veio. Mas o ex-primeiro-ministro continua a ser fiel à mesma estratégia: instigar o medo, e o medo mais básico, como o medo do outro". Isto é de tal maneira absurdo (mais ainda que o outro ter sido condenado a prisão perpétua pela PIDE) que nem vale a pena perder muito tempo com o assunto, mas Passos Coelho não brandia ameaça nenhuma em 2015, limitava-se a ter a opinião de que o Orçamento de Estado apresentado pela coligação de perdedores não seria executado ou criaria problemas brutais às finanças do Estado. António Costa deu-lhe razão total, impedindo a execução do orçamento com cativações. Aliás, é completamente ridículo dizer que Passos Coelho passou a sua carreira política toda a instigar o medo, tão ridículo como achar que o medo mais básico é o medo do outro (de quem haveria de ser, de si próprio? Isso não é medo, é doença mental).

Parece que há outros que diziam que era absurdo trazer Assunção Cristas à campanha porque isso lembrava as pessoas da famosa lei Cristas quando toda a gente está preocupada com a habitação. Ó inteligentes, a lei Cristas, como lhes chamais, é uma lei que na pior das hipóteses preocupa as pessoas que não querem sair das casas onde estão e a actual crise da habitação preocupa as pessoas que querem entrar em casas que não encontram.

Outros ainda acham que as mulheres em Portugal podem ir a correr votar na esquerda por causa da questão do aborto, como se essa não fosse uma questão permanentemente em aberto na sociedade e houvesse alguém no país que esteja genuinamente a pensar que o resultado destas eleições influencia alguma coisa a legislação do aborto. É uma questão em aberto, aqui e em qualquer parte do mundo, como sabem bem as mulheres que estão perante decisões nessa matéria, porque é uma questão filosófica que só é simples para os simples de espírito: embora achem que é uma questão de mera liberdade feminina, quando questionados sobre a hipótese de legalizar abortos aos oito meses de gestação, entopem e não sabem responder porque reconhecem o conflito de legitimidades que está em causa na discussão.

Relaxem, são só umas eleições, em que um candidato me escreve a dizer que "seremos todos chamados às urnas para defendermos as grandes conquistas colectivas do nosso povo. Conquistas ameaçadas por uma direita que directa ou inderectamente tudo quer entregar aos privados: desde o SNS até à Escola Pública universal e gratuita" e outro candidato se limita a dizer que já basta o que basta e está na altura de mudar de rumo.

Entre uma e outra hipótese suspeito que estes alienados que citei acima não têm dúvidas, e eu também não. E suspeito também que a maioria das pessoas se está nas tintas para os tortuosos raciocínios sobre as vantagens e desvantagens de cada pormenor da campanha e se limita a estar farta dos que governam, com pequenos intervalos, há décadas.

Veremos dentro de uma semana quem tem razão.


25 comentários

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De zé onofre a 02.03.2024 às 17:55

Boa tarde
«Passos Coelho, para as pessoas normais, é o senhor que ganhou umas eleições, em 2015, imediatamente depois de ter aplicado um rigoroso programa de austeridade (embora os último ano e meio a dois anos antes das eleições já fossem de alívio desse programa, permitido pelos bons resultados obtidos). Não formou governo, é certo, mas isso não foi por ter perdido as eleições, foi por ter havido uma coligação de perdedores que ocupou o governo[…]
E as "pessoas normais" continuam a desconhecer a constituição o que é natural das "pessoas normais"
Se as "pessoas normais" conhecessem não falariam em Partidos Vencedores e Perdedores". 
O ter tido mais votos não quer dizer que tenha ganho a maioria dos deputados na  Assembleia da República.
O ter tido menos votos não quer dizer que se tenha uma minoria de deputados na Assembleia da República.
Ora como é a maioria de Deputados que aprova o Governo, e não o maior número de votos, o sr. Passos Coelho não conseguiu essa maioria necessária para aprovar o seu Governo. Já o sr. Costa conseguiu essa maioria de deputados para aprovar o seu Governo. Ninguém roubou, ninguém foi roubado, apenas se concretizaram preceitos constitucionais.
Quando é que "as pessoas normais" entenderão isto?
Aconselho-os a lerem e a relerem a Constituição sobre este aspeto para ver se metem isso na cabeça para deixarem de ser "pessoas normais" e passarem a ser pessoas, informadas.
Zé Onofre
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De henrique pereira dos santos a 02.03.2024 às 17:59

Mas escrevi alguma coisa sobre a ilegitimidade de fazer coligações de perdedores?
É totalmente legítimo, fazer coligações de perdedores, mas são sempre fraquíssimas, de tal maneira de se quiser descrever o programa político que estava na base dessa coligação, não consegue (por isso Costa tinha de aprovar uns orçamentos de Estado que respondessem às exigências dos parceiros, mas depois executava outra coisa qualquer que respondia às exigências políticas que tinha de cumprir).
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De zé onofre a 02.03.2024 às 18:13

Viva
O que ainda não entendeu é que: quem "ganha" é quem consegue uma maioria de deputados na Assembleia da República; quem "perde", mesmo tendo o maior grupo parlamentar é quem não consegue a maioria de deputados para governar?
Será assim tão difícil de entender?
Zé Onofre
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De henrique pereira dos santos a 02.03.2024 às 18:16

O maior grupo parlamentar era da PAF, ou seja, a PAF ganhou.
Depois os perdedores fizeram uma coligação, que juntava mais deputados, embora com programas políticos incompatíveis, e governaram.
É assim tão difícil de entender?
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De zé onofre a 02.03.2024 às 18:28

Viva
Ou não entende, ou não quer entender?
A PaF tinha a maioria dos deputados da Assembleia da República? Não, logo perdeu porque não tinha a maioria de deputados para formar governo. Perdeu.
O PS conseguiu uma maioria de deputados que lhe aprovasse o Governo? Teve. Ganhou.
Pode dar quantas voltas quiser mas esta é a verdade Constitucional. 
O resto, será teimosia de mau perdedor.
Zé Onofre
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De aleitao a 02.03.2024 às 19:44


Eis um excelete exemplo de Semântica!
Reparem:
Se o Porto ganhar o campeonato com 51 pontos e o Benfica tiver 50 pontos e Sporting 49 ninguém vai dizer que o "Benficão" ganhou o Campeonato, ou vai?
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De zé onofre a 03.03.2024 às 18:33

Boa tarde, sr. aleitão
Não costumo confundir alhos com bugalhos.
Num campeonato ganha quem tiver mais pontos, ponto.
As eleições não são um campeonato, seja de que modalidade for.
Nas eleições legislativas, segundo a Constituição da República Portuguesa, elegemos deputados.
A seguir, segundo o resultado das eleições, o sr. Presidente ausculta os dirigentes partidários com deputados eleitos.
Após esta audição o sr. Presidente convida um dos partidos, normalmente o mais votado, não obrigatoriamente, a indicar o primeiro ministro.
Indicado o candidato a primeiro ministro o sr. Presidente da República convida-o a formar governo e a apresentar programa do governo à Assembleia da República.
Aqui é preciso ter uma maioria de deputados que aprove o Governo e o seu programa. Já não conta qual é o maior grupo parlamentar, o que conta é ter o apoio da maioria dos deputados eleitos.
Será assim tão difícil de entender o que a Constituição determina?
Boa noite,
Zé Onofre
  


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De RR a 02.03.2024 às 20:10

Epá, Zé , tás completamente de cabeça perdida. Já nem vale a pena recomendar menos tabaco na mistura. Já foste de vez ... 
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De zé onofre a 03.03.2024 às 18:15

RR
Vou-lhe responder porque não sou mal educado.
Primeira má criação da sua parte, não me conhece de lado algum para me tratar por tu. O respeito é bonito e eu gosto. Espero que tenha entendido.
Segunda má criação é insultar um desconhecido de "Toxicodependente".
Terceiro a sua má formação ofende quem o lê. Só desce ao insulto quem não tem capacidade de argumentar.
Por veja se aprende a ser educado e a discutir ideias. Não é por descer ao insulto que tem razão, antes pelo contrário.
Boa tarde,
Zé Onofre 
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De RR a 04.03.2024 às 21:40

Argumentar com baboseiras e baseado em mentiras e deturpação não é argumentar. É de lunático varrido ...
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De zé onofre a 05.03.2024 às 16:58

Boa tarde, Sr. RR
É a última vez que lhe respondo, porque não estou para trocar ideias com quem apenas sabe descer ao insulto.
Todos os argumentos que uso estão plasmados na Constituição da República Portuguesa. Se o Senhor RR acha que a dita Constituição é uma "baboseira" o problema deve ser seu e não meu.
Até nunca mais,
Zé Onofre
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De zé onofre a 05.03.2024 às 19:27

Boa noite, Sr. RR
Esta é a última vez que respondo a um comentário seu.
Quem não sabe argumentar sem insultar, não merece qualquer respeito.
Se para si a Constituição da República Portuguesa é uma baboseira, o problema não é meu é seu.
É seu porque a desconhece, ou continua seu porque não entende, ou não quer entender, o que lê.
Até nunca mais,
Zé Onofre
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De João-Afonso Machado a 02.03.2024 às 21:07

Zé Onofre: pelo seu ponto de vista se o Tino de Râns conseguisse reunir uma maioria de DEPUTADOS (fosse qual fosse a artimanha que usasse) seria o vencedor das eleições!!!
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De zé onofre a 02.03.2024 às 21:23

Viva
Evidentemente que seria. Onde está a dúvida?
Zé Onofre
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De João-Afonso Machado a 02.03.2024 às 21:28

Pronto. Então somos coerentes. Óptimo. 
Uma boa noite
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De Hugo a 03.03.2024 às 00:29

Aliás, é tudo tão natural que já se tinha feito a experiência nos anos anteriores. Isso e o presidente da assembleia ser do partido mais votado e de se elegerem os vice presidentes dos restantes partidos por ordem de votação. Tudo tão natural e institucionalizado, formalmente ou não, que até admira que se fale em 2015 como um caso singular. O que esta gente nunca conseguirá engolir é que além de ter ido além da troica, de ter feito o aumento colossal de impostos, de ser, vá, uma corja perigosa para a democracia, o gajo de Massamá mesmo assim ganhou ao poucochinho. Ganharam o poleiro, mas perderam as eleições. Muito digno.
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De Anonimo a 03.03.2024 às 10:04

É (ou era) uma questão cultural,  e não formal. Também fruto de um sistema basicamente bipartidário.
Em n países não governa quem vence, mas quem se coliga.
Mas no meio a grande pulhice não foi a geringonça em si, mas o PS assumir à partida que faria cair um governo legítimo de direita, porque sim. A tal ética republicana. 
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De Albino Manuel a 02.03.2024 às 20:51

Depois os perdedores juntaram os farrapos e despacharam o partido mais votado porque os deputados deste eram minoria. Foi assim que o último governo de Passos Coelho durou um mês.
Temos um exemplo próximo nos Países Baixos: Wilders quer formar governo e não consegue porque os outros partidos fogem dele.


Só por cá, onde Passos Coelho é tido pelos fiéis de novo Messias salvador,  é que estas coisas do constitucionalismo "burguês" (assim, à PCP) causam perplexidade.


E até tem mais: nos EUA, federação, nas eleições presidenciais o que conta são os votos do Colégio Eleitoral; que, por acaso, ao presente favorece os republicanos, mesmo quando o número de votos diz o contrário. Mas, claro, é uma federação. E cada um sabe de si e defende o seu. É por isso que Washington capital não tem senadores pois seriam pela certa mais dois democratas e isso é que não. 
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De Anonimo a 03.03.2024 às 11:19

Houve propostas para o partido do Wilders formar governo, com a contingência dele não ser o PM.
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De Antonio Maria Lamas a 02.03.2024 às 18:32

Muito bem HPS 
Também eu tenho esperanca que os Carrapatosos e Almeidas se afoguem nas próprias palavras. 
Esta gente só vê o país por uma fresta de tempo muito limitado 
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De Figueiredo a 02.03.2024 às 19:07

«...Passos Coelho...é o senhor que ganhou umas eleições, em 2015...»


Não seja mentiroso, o dr. Pedro Coelho perdeu as Eleições Legislativas de 2015 - alcançou somente 1.993.921 Votos - para a Abstenção que venceu esse Acto Eleitoral com 4.273.748 Eleitores representado a Maioria Silenciosa dos Portugueses.


Nenhum Governo ou Presidência desde 2009 teve ou tem legitimidade para Governar ou exercer o Cargo.


«...famosa lei Cristas...»


Não existe falta de habitação no País como falsamente se sugere na comunicação social e redes sociais Portuguesas, e as rendas não sobem nem baixam por causa disso.
As rendas não estavam congeladas, os preços dos arrendamentos de imóveis construídos para habitação e outros também não sobem por causa do “aumento da procura” ou do “mercado de arrendamento” (que nem sequer existe), nem por causa da inflação, é mentira, nem tão pouco por causa dos Estrangeiros que estão a ser deslocados para Portugal mas sim devido à chamada “lei das rendas” que liberalizou e desregulou as rendas dos imóveis fazendo com que estas atinjam valores que não correspondem à realidade, o objectivo, é tornar impossível o arrendamento permitindo assim aos proprietários criminosos de imóveis construídos para habitação colocá-los na modalidade de alojamento local, turístico, temporário, ou de curta duração, o que é, realce-se, proibido por Lei.
Para resolver a crise na habitação, basta revogar a chamada “lei das rendas” criada pela ex-Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, Maria Graça, e fazer cumprir a Lei que determina que os imóveis construídos para habitação não podem ser colocados para alojamento local, turístico, temporário, ou de curta duração, e assim acaba-se com o esquema.

É importante também referir que os Estrangeiros que estão a ser deslocados em massa para Portugal desde 2012 recebem subsídios para pagarem as rendas dos imóveis onde foram colocados a viver, assim, e com a liberalização e desregulamento dos valores das rendas, os Portugueses estão a financiar subsídios para pagar os arrendamentos dos outros e os proprietários de imóveis a cobrar valores ilegais, que não correspondem à realidade.

A liberalização e desregulamento dos valores das rendas dos imóveis também serve para auxiliar na lavagem de dinheiro.
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De Albino Manuel a 02.03.2024 às 19:57

Não, Passos Coelho não ganhou as eleições em 2015. Perdeu-as. As eleições legislativas não são como o palio de Siena. Aí é que o primeiro cavalo que chega à meta triunfa, mesmo que o cavaleiro já tenha voado da garupa. Nas democracias reprentativas ganha quem tem a maioria dos deputados eleitos. O que ele não tinha.
Assim era, assim é, e é bem possível que assim seja novamente. Só que em sentido contrário, com uma qualquer geringonça de direita.
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De cela.e.sela a 03.03.2024 às 09:16

deviam com urgência reabrir o Júlio de Matos e colocar nesta gentalha um colete de forças antes de medicação antipsicótica para diminuir a alienação mental
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De Anónimo a 03.03.2024 às 10:43

Uma coisa eu sei: a PAF em 2015 convenceu os portugueses porque conseguiu uma saída limpa, contra todas as previsões da esquerda e, sublinhe-se, em metade do tempo do dos outros países também sob assistência financeira da Troika. 
Passos Coelho pôs o país a cresce, credibilizou-o junto dos mercados, apresentou "contas certas" _ sendo acusado por isso de ser o "bom aluno" da Europa pela esquerda despeitada e mesquinha
Mas há uma coisa que os socialistas compreenderam imediatamente, assim que perderam as eleições: perceberam que os portugueses não suportavam mais desvarios socialistas e a PAF pareceu-lhes liderada por alguém com mais firmeza e mais confiável. 
 Assim, a vitória da PAF deveu-se às contas certas de Passos Coelho. Esse facto foi inegavelmente  a "pedra de toque" que lhe deu aquela maioria parlamentar e que os socialistas perceberam imediatamente. 
 
SE houve um legado de Passos Coelho ao país _e uma grande lição que ele deu os socialistas _ foi o terem assimilado a importância das contas certas para os portugueses. E votaram em Passsos Coelho. Todos nos lembramos de qual era o partido que se sentava no maior número de cadeiras no Parlamento. Escusam de enviesar, por mais voltas que dêem este é um facto! 
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De balio a 04.03.2024 às 10:39


uma coligação de perdedores


Numa eleição, todos os partidos que elegem deputados são ganhadores. Ninguém merece ser designado como "perdedor". Não é legítimo dizer que numa eleição há um só vencedor e todos os outros são "perdedores".

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