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"37% foram infetados em lares, 33% nas próprias casas, 15% no trabalho, 7% em contexto social e 6% em instituições ligadas à prestação de cuidados de saúde."
Já sei, seria muito pior sem confinamento, a amostra não é representantiva, que é num contexto excepcional, que se andasse tudo na rua era isto a somar ao resto, etc..
A informação é imperfeita, tem limitações, etc., mas que responsabilidade tenho eu se a informação empírica, cheias de imperfeições, claro, aponta sempre no mesmo sentido?
No sentido inverso existem modelações matemáticas, bom senso, lógica e juras de que não sabemos nada, já quanto a informação verificável, népias.
Sabemos alguma coisa, a informação é imperfeita mas pela parte que me cabe não vejo qualquer utilidade em substituir dados reais por modelações matemáticas para tomar decisões que têm impactos dramáticas na vida quotidiana de milhares de pessoas.
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Esses que por aqui andam a desconversar(ou a virar...
Não é obrigado a saber, pois parece-me ser você um...
a quem aprecie as ditaduras
A mim o que me provoca nervoso (e nem é miudinho) ...
A chamada Comunicação Social tem uma enorme, enorm...