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Como devolver a dignidade à Chefia de Estado?

por João Távora, em 18.08.15

CR_11_Cartoon_José Abrantes.jpg

Como poderá Portugal voltar a emparceirar com a elite das nações europeias e evitar os tristes espectáculos dos protocandidatos com as suas clientelas e partidos acotovelando-se ávidos para a cadeira de Belém? Acontece que só a instituição real pode ambicionar representar a nossa identidade e unidade transgeracional como Nação, sem clientelas, para além e aquém dos calendários eleitorais. Acontece que Portugal, nação antiga de quase 900 anos de história, possui, como a maior parte dos Países mais civilizados da Europa, uma Casa Real que corporiza Coroa Portuguesa velha como a nossa História. Refirmo-me a S.A.R. Dom Duarte, Duque de Bragança, que em 2006 o Estado português validou como o único e legitimo herdeiro do trono da nossa Pátria ancestral. O que justifica nesta corrida tanto sectarismo, ganância e intriga?

Desenho José Abrantes

 

PS: A discussão sobre o nosso sistema de Chefia de Estado parece que pegou. Para já é um bom principio de conversa.


17 comentários

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De anonimo a 20.08.2015 às 12:45

desculpa lá, mas não é assim. Nós os dois temos um passado.
 Depois de termos enterrado o machado de guerra  - na sequencia do duelo para o qual me desafiaste, pois me querias partir um braço, apesar de teres desistido de façanha tão certa e garantida   no momento da verdade  quando soltaste um gritinho "ai que nojo!" - não podes dizer que nada tens para dizer.  Até porque tu tens sempre algo para dizer. Se há alguém que tem algo para dizer, sempre, és tu. És uma espécie do manel alegre dos pequeninos, a ti ninguém te cala.
Pelo meu lado, continuarei por aqui a exigir que te dêem um emprego como efectivo, pois os blogues de direita, neo-liberais, carregados de agenda ideológica,  não podem andar a explorar um grande exemplo da geração mais bem preparada que tu personificas na perfeição. Na forma, no conteúdo, até  na essência da tua personalidade escrita.
 Ah, e não te esqueças de dar cumprimentos às vozes quando elas falarem contigo. Se elas não aparecerem, não lhes digas nada.

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