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Desta vez discordo de António Lobo Xavier quando diz que devia haver uma auditoria forense à CGD em vez, ou antes de, uma Comissão Parlametar de Inquérito. Registo também que o próprio diz que hesitou nesta posição.
O argumento de que é preciso apurar responsabilidades de gestão, ou mesmo judiciais é tão válido para a CGD, como para o Banif, para o BES, ou para o BPN. E em todos houve comissões parlamentares.
No limite todos esses casos são fruto de responsabilidades de gestão. Todos tinham gestores e são os gestores os primeiros responsáveis, os gestores que provocam o dano, mais até do que os gestores que o tentam reparar sem sucesso. Isto é de La Palice. E estamos a falar de bancos privados.
Ora sendo a CGD um banco público, e portanto os gestores sendo escolhidos pelo Estado, a gestão deixa de estar só na esfera das responsabilidades de gestão, e nas responsabilidades legais, ou mesmo criminais (eventualmente), para passar a estar na esfera política é a Caixa Geral de Depósitos. É o único banco que não pode passar sem uma comissão parlamentar.
Eu diria mais, espanta-me que até agora não tenha havido nenhuma. Nunca houve deputados a chamar a inquérito os protagonistas das compras de acções em empresas privadas para influenciar os seus destinos. Nunca ninguém chamou à razão o papel que a CGD teve como fundo soberano do Estado português.
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