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Segundo a imprensa: “A protecção, sem limites, dos contribuintes” é a preocupação do ministro das Finanças quanto ao Novo Banco e Banif. Mário Centeno reconhece ser “um problema sério” e avisa que quer “zelar pela estabilidade do sistema financeiro”.
Ora “proteger contribuintes” dos custos do Novo Banco e do Banif é o oposto das suas nacionalizações, defendida em directo na SIC por Jerónimo de Sousa. O líder comunista, alegado parceiro de António Costa, disse em entrevista recentemente que no seu partido: “Defendemos o controlo público da banca, neste caso concreto em que se corre o risco de vender barato um banco com esta dimensão [Novo Banco] e em que o Estado já pôs dinheiro e corre o risco de pôr mais. [Então], entrega à privatização e depois quem paga?”, começou por perguntar o líder comunista. “Mais uma vez a solução parece ser sempre a mesma. Esta realidade tem de ser tratada politicamente. Depois de tantos escândalos, depois do BPP, BPN, do BES, o que é preciso mais para acabar com esta sangria que estão fazer aos portugueses para acudir aos desmames da banca?”, interrogou Jerónimo de Sousa, antes de criticar o “falhanço redondo do sistema de supervisão”.
E o Bloco não era também defensor das nacionalizações?
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Percebeu mal. Devemos viver da justa remuneração d...
Se bem percebi devemos viver de esmolas, dada pelo...
Grato pelas informaçõesMuito Obrigado
Para avivar a nossa memória, aqui vai um texto que...
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